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10 maio 2009

Clermont

Posted by Picasa

Cheguem-se para lá, esta manta é minha. Não vêem que até tem o meu nick name?

03 maio 2009

Aniversário e despedida



O Clermont fez dois anos e está quase a despedir-se de nós.
O treino para cão-guia chegou ao fim e será entregue ao seu utilizador invisual dentro dum mês.
Deixará muitas saudades do seu amor incondicional, das traquinices e da gula omnipresente.
Como prenda de aniversário e, simultaneamente de despedida, tem esta manta, feita com roupas que já não servem. Acolchoada à maquina e tudo. Quando estiver pronta conto se gostou.

10 janeiro 2009

Saia reciclada em saco novo



Ingredientes:
um saco com alça rasgada;
uma mini saia em 2ª mão, oferecida às filhas.

Preparação:
descoser as alças e o fecho do saco, coser o fundo da saia, coser as alças e o fecho à saia.

Usar


27 novembro 2008

Saco em tishrt




Frequentemente tenho a sensação que a roupa se reproduz cá por casa. Para lavar, para passar, dobrar,arrumar. Depois aquela que não serve arruma-se para a amiga, ou talvez sirva para o ano que vem. A da filha mais velha guarda-se para a mais nova, o mesmo para os rapazes e ainda aquela que pode ser aproveitada, talvez, para qualquer coisa. Com isto tenho um sótão ocupado quase em exclusividade com roupas.
Hoje procurei camisolas e calças que possam servir ao Alexandre pois ele deu um grande pulo e, de repente, tudo lhe fica curto e os saldos ainda estão longe.
Com as calças e camisolas do filhote veio esta tishrt minha, quase nova mas não vestida há uns bons 4 anos.
Virou saco de compras e já foi ao mini-preço. Prática, barata e ecológica duas vezes.

28 maio 2008

Desta Primavera sem início à vista

Ou será Verão?
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.

Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.



Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha



Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.

06 dezembro 2007

Sacos de plástico

Depois de dizerem e de desdizerem o dito, continuamos com o planeta infestado de sacos.

Várias vezes já escrevi sobre isso, agora está na hora de fazer: assinar a petição criada pela Rosa

Pela taxa sobre os sacos plásticos



Não sei se a imposição de uma taxa será a maneira mais correta de diminuir o uso de sacos, mas vai ajudar de certeza.

06 novembro 2007

E do velho se faz...

Nesta época de arrumações das roupas de verão, sobram-me sempre t-shirts largueironas, desbotadas, com aquEla nódoa. Que fazer com elas?
Geralmente aproveito-as para panos de limpeza. Este ano apliquei os R's todos.
Tapetes para a gata, cão e o que mais virá.



Cortar pelos lados


Fazer tiras ao longo da t-shirt para o "fio" inteiro, sem cortes












E tricotar ou crochetar







O fio é o mesmo que o trapilho. No caso do trapilho trata-se dum desperdício das fábricas têxteis e, raramente é algodão.

23 outubro 2007

Do baú da minha infância



A febre das mantas de quadrados que atravessou os continentes blogosféricos trouxe-me à memória a manta que cobriu a minha infância. Feita pelas mãos habilidosas da minha mãe.
Lá ganhei coragem para ir remexer nas arcas e baús, herdados por morte da minha mãe, há cinco anos.
E lá estava ela. Colorida, quente e com uns quantos buracos a precisar de coser.



*O baú, embora sendo o original, já foi restaurado por mim.

14 outubro 2007

Méme ecológico ou o que cada um faz, conta

A propósito desta acção, desafio-vos a expôr a vossa contribuição para um planeta mais verde.


As minhas manias ecológicas são apenas uma pequena (íssima) contribuição mas, se pensarmos que estas pequenas coisas podem/devem ser multiplicadas pelos 6 cá de casa e depois por 10, 100, 1000, 100 000, contam mesmo.

- Evito desperdícios. De comida, energia, água, vestuário...
Com as água exagero mesmo, dizem os filhos. Não há banhos de emersão, torneiras a correr para lavar os dentes. Os legumes lavam-se numa bacia e reutilizo a água para a rega.

- Evito usar plásticos. Trago na carteira sempre um ou dois sacos de pano e recuso os sacos nas lojas. Não se usam palhinhas para beber, nem copos ou colheres de plástico.

- Evito usar gurdanapos ou papelde cozinha. Usamos sempre de pano.

- Evito comprar produtos oriundos de países longínquos. Não quero contribuir para o aumento do uso de combustíveis fosseis no transporte dos mesmos.


Mas, há sempre um, ou vários mas, tenho vícios difíceis de desaprender:
-
uso demasiado o automóvel, embora usando biodiesel e óleo vegetal.
- uso pouco transportes públicos.

Mais aqui

03 outubro 2007

Makeover

Encostado ao contentor do lixo, do lado de lá da rua, este saco




um candeeiro em mau estado, mas completo



uns dias a amadurecer.



uma pintura



e voilá

13 maio 2007

O Blogger está zangado comigo?
Há 3 dias que não consigo editar nada.



Estou aqui com frio e inveja do pai dos filhos também meus.
Eu aqui, em Viseu a tiritar de frio e em casa a proteger-nos da chuva. Ele a atravessar o país à frente do sol em direcção a Quarteira.

Na próxima também vou. Tenho dito.

09 maio 2007

Ideias para "alindar" o nosso planeta - parte II *

Limpar a casa sem poluir o planeta.

Gosto de viver numa casa mais ou menos brilhante, a cheirar a lavado.
Não gosto do cheiro dos detergentes, nem daqueles com aromas a pinho, lavanda e etc's.
A limpeza regular implica o uso de produtos compostos por elementos nocivos ao meios ambiente.
A acumulação das substâncias dos produtos de limpeza nos rios, lençóis freáticos e, posteriormente, no mar, prejudica a vida das plantas e animais que vivem nestes locais. Consequentemente prejudica-nos a nós que nos alimentamos desses animais e plantas.
A espuma branca ("cisne-de-detergente") reduz a penetração do oxigénio do ar na água, diminuindo assim o oxigénio disponível na água para respiração desses seres. Os fosfatos favorecem a multiplicação de algas vermelhas, que em excesso também prejudicam a oxigenação da água.

A soma dos inúmeros produtos de limpeza que usamos em nossas casas (detergentes para a roupa e loiça, amaciadores, sabonetes, shampoos, pastas de dentes, desinfectantes, tira-nódoas, limpa-vidros, amoníaco, lixívia, etc, etc) perfaz um número muito elevado.
Essa combinação potencializa os impactos sobre a qualidade das águas, sobre a fauna e flora dos ecossistemas, assim como aumenta o perigo para as populações que consumirem estas águas ou se alimentarem desses animais aquáticos posteriormente.

O potencial que os produtos de limpeza sintéticos possuem para causar danos à saúde humana e ao meio ambiente é grande. Por essa razão devem ser usados de forma moderada, cuidadosa e, quando possível, substituídos por outros métodos e produtos menos agressivos aos ecossistemas. Além de optarmos por produtos ecológicos, podemos também tomar pequenas providências no dia-a-dia para diminuir o impacto ambiental dos produtos de limpeza convencionais.

Por exemplo:
. o uso habitual (diário) do sabão azul ou rosa em vez dos tradicionais produtos para limpeza manual da loiça. Limpa muito bem a sujidade normal e, por ser à base de potassa é ambientalmente pouco nocivo. Pode ser utilizado também em nódoas nos tecidos, azulejos e como sabão em pó;

• o uso do aspirador e do pano de pó. Eles diminuem a necessidade do uso de produtos químicos fortes;

• evitar adquirir produtos em cuja fórmula constem componentes como cloro, formaldeído e solventes. É importante não comprar produtos clandestinos, sem embalagem própria ou rótulo que descreva os conteúdos químicos e indique o fabricante, orienta a Organização Não Governamental Greenpeace;

• resgatar o hábito do uso da água quente combinada com sabão para desinfectar ambientes. Os modernos vaporizadores, nada mais são do que uma sofisticação tecnológica dessa antiga e eficiente prática de limpeza. Se juntarmos umas gotas de essência de eucalipto potenciamos e seu efeito nas vias respiratórias;


- o uso de vinagre e água na mesma proporção, para limpar vidros, azulejos e espelhos.

- o uso do bicarbonato de sódio para limpar lava-loiças, lavatórios, bidés, sanitas, banheiras, etc.



E ainda:

• Para a limpeza do forno não é preciso nada mais que água quente, bicarbonato de sódio e palha de aço.

• Para purificar o ar use somente uma mistura de ervas com sumo de limão ou vinagre.

• Tire o pó das lâmpadas. Por incrível que pareça, lâmpadas empoeiradas gastam mais energia.

• Na cozinha, utilize panos em vez de papel absorvente.
Guardanapos de pano em vez de papel.São laváveis e reutilizáveis.

. Para branquear guardanapos, toalhas de mesa, panos de cozinha, e todos os tecidos de cores estáveis, utilizar o sol e uma mistura de sabão rosa ou azul. Poupa-se energia do aquecimento da máquina da roupa e detergentes agressivos.
A roupa agradece e o ambiente também.

via faça a sua parte

* Parte I

26 abril 2007

Aproveitar e reciclar

Feriado em casa, com os dois filhotes mais pequenos doentes. Febre, vómitos, queixas de dores de cabeça. O mais velho a dormir a semana académica. A mais velha fora, com o namorado.

Há anos que tenha esta gabardine guardada (ainda vem do início dos noventa!!). Não usava mas não deitava fora, porque o tecido é bom e poderia servir para alguma coisa.
Plim, luzinha, preciso duma bolsa para a praia/natação. Com tanta gente faz sempre falta uma bolsa grande.
Aproveitei um bolso enorme da gabardine para servir de bolso exterior. Apliquei um tecido, comprado recentemente, como rebordo e interior das alças.



Uma parte da gola recreei numa carteira. Para os óculos de sol, por exemplo. Agora lamento não ser maior, serviria para os cremes. Talvez faça outra, tenho ainda bastante tecido. Naquela época as coisas eram largueironas.



Lápis, pincéis, tesouras, réguas por toda a casa?
Bora lá aproveitar as latas de feijão, cogumelos, azeitonas e milho. A próxima será das bolachas para borrachas, clips e afias.





No Domingo fomos caminhar. Aqui está a reportagem completa. 14 km depois estava estafada e feliz. Os filhotes "só" fizeram o percurso pós almoço.
Estamos a ficar viciados nestes trilhos. As cores da primavera - do verde às mais variadas flores, os aromas, a música própria da floresta. Intenso.