A apresentar mensagens correspondentes à consulta clermont ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta clermont ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens

07 agosto 2011

Clermont em acção

Dois anos depois o "nosso" Clermont veio visitar-nos. Foi uma alegria acompanhar a sua evolução, confirmar a sua utilidade e o amor incondicional e recíproco com o seu simpático dono A.
Claro que nos conheceu a todos e brincou muito com a Ruby.






20 maio 2009

Ruby


Novo membro da família. Chega, novamente, ao abrigo do programa de treino de cães-guia. É o nosso , é uma cadela de 2 meses, cor chocolate (tivemos uma branca e dois pretos)a que demos o nome Ruby.
O Clermont será entregue ao seu utilizador invisual a 10 de Junho e, até lá, vai estar connosco aos fim de semana e a Ruby durante a semana.

Apreciação inicial: esperta, curiosa, asseada, linda e ressona.

10 maio 2009

Clermont

Posted by Picasa

Cheguem-se para lá, esta manta é minha. Não vêem que até tem o meu nick name?

03 maio 2009

Aniversário e despedida



O Clermont fez dois anos e está quase a despedir-se de nós.
O treino para cão-guia chegou ao fim e será entregue ao seu utilizador invisual dentro dum mês.
Deixará muitas saudades do seu amor incondicional, das traquinices e da gula omnipresente.
Como prenda de aniversário e, simultaneamente de despedida, tem esta manta, feita com roupas que já não servem. Acolchoada à maquina e tudo. Quando estiver pronta conto se gostou.

17 setembro 2008

Histórias de amor e tolerância

O Clermont treina-se afincadamente para a sua próxima função, cão-guia.


Este gatito está à procura de casa: na semana passada, o meu vizinho tocou-me à campainha às 23h e 30 mn porque o nosso carro estava a miar. Pensou que nos tínhamos esquecido da Lala no carro. A Lala dormia descansada no cadeirão da cozinha, era um gatito pequenino, esfomeado, que estava enroscado no motor, para se aquecer. O 3 primeiros dias só comia, parecia uma bola com patas... Agora brinca com tudo e com todos, embora a Lala não lhe ache grande piada.

Por favor, por favor, por favor,não POSSO ter mais animais em casa. Quem se candidata?

De Famílias de Acolhimento está também muito necessitada a Escola de cães-guia, neste momento tem 5 cachorros (oferecidos) e não tem famílias onde colocá-los.
Se viver nas zonas de Viseu, Coimbra, Figueira da Foz ou Aveiro, ajude. É muito gratificante.
Estou sempre disponível para dar mais informações por e-mail.

19 novembro 2007

Aos 5

Mãiiii, o Clermont* está a roer o patete.

*cão

04 outubro 2007

Dia dos amigos - os animais

O Dia Mundial do Animal foi lançado em 1931, numa convenção de ecologistas em Florença, como um meio de dar visibilidade ao problema das espécies em risco.


Já aqui falei muitas vezes de animais, dos meus e dos outros.

Hoje deixo apenas uma foto, tirada na casa da aldeia, do nosso Clermont com a criançada.




Nota: Clermont porque nasceu em Clermont-Ferrand, numa escola de cães-guia, e foi oferecido à escola de Mortágua.

10 setembro 2007

Poderia...


... descrever as nossas movimentadas férias;

... barafustar sobre a política do livro escolar que me arromba as finanças do pós-férias;

... falar sobre o início do ano lectivo;

... discorrer sobre as gracinhas (ou falta delas)dos filhotes;

...praguejar sobre o aumento dos juros sobre a prestação da casa;

... vilipendiar o sacana que me ajudou a perder a minha máquina fotográfica quasinova.

Poderia, mas não me apetece.

foto: a Teresa e o Clermont em competição renhida

05 julho 2007

Susto dele

Quinta-feira à tarde. Dia de natação da Teresa. Levo também o Alex e o cão e aproveito essa hora para dar um longo passeio com eles pelo Fontelo. Pelo caminho o Alex quer ir ao parque infantil. Por princípio, não gosto de entrar com o cão nos parques infantis, não por duvidar da higiene do meu cão, mas porque as outras pessoas não o conhecem e não têm que ser cheirados pelos bóbis dos outros. Além disso há muitas crianças que têm medo. E assim o Alexandre entra no parque, que é vedado com uma rede, e eu fico, com bicho do lado de fora, a treinar o Clermont (o cachorro que substituiu a Ollie) e que eu ainda não fotografei mas posso adiantar que é preto e fala francês e, noutra oportunidade, farei um post sobre ele.
Mas voltando à questão, o Alex foi para os escorregas e eu fiquei cá fora mas sempre de olho no filhote, lá dentro estavam algumas crianças e 3 mães e o meu via-se muito bem porque estava vestido de amarelo e branco.
Um pouco à frente há um pinheiro manso enorme que dá óptimos pinhões, como tinha estado vento o chão estava repleto deles. Toca de ir lá apanhá-los. Enchi os bolsos, sempre olhando para o parque, a controlar o rebento. Começo a repara que ele não se mexe do mesmo sítio, sentado ao cimo dum escorrega e com a cabeça nos joelhos. Ali esteve nesta posição uns minutos. Achei estranho, atei o cão ao poste e fui lá ver o que se passava.
Nunca o tinha visto naquele estado, nem quando caiu de cabeça e fomos a correr e a vomitar para as urgências. Chorava compulsivamente, as lágrimas e o ranho caiam qual cataratas e os soluços, os soluços eram de partir o coração. Junto dele estava uma srª a tentar perceber o que se passava mas ele não falava. Só chorava, baixinho, sem berros, mas duma maneira tão magoada, tão sentida que metia dó.
Aflita corri para ele, puxei-o para baixo e abracei-o. O meu menino abraçou-se a mim em desespero: "onde estavas mamã, onde estavas? Porque te foste embora?"

Depois de muitos beijinhos, muitos abraços apertados e muitas desculpas fiquei a saber que ele deixou de me ver, chamou uma, duas vezes, eu não ouvi (a distância era curta mas as crianças fazem barulho) e concluiu que eu me tinha ido embora. Sem ele.
Ficou mesmo desesperado.

Com estes anos todos de mãe ainda não me tinha acontecido uma igual.

Depois, para compensar,partimos e comemos os pinhões todos