27 março 2007

Camisola


Acabada, usada e já no cesto da roupa suja, está a camisola nova da Teresa.
Este ponto, um pouco complicado de início, dá um bonito efeito de ondas, que eu acentuei com as riscas coloridas. Não seria um trabalho meu se não inventasse.
Foi tricotada em fio de algodão e assim, serve para esta meia estação usada por cima duma camisa de manga comprida, ou para o verão, simples.

24 março 2007

23 março 2007

Ora então

Sexta-feira, fim de aulas, início de férias pascais.
Ai, ai.

Vamos lá ligar os dois neurónios à corrente. Preciso de ideias para ocupar dois filhotes super activos 12 horas por dia.
Ufa!

Aceito sugestões realizáveis, sem incluir centros comerciais nem Mac's.



Criacionismo - a verdade nua e líquida

20 março 2007

Produção

Um fim de semana a acabar trabalhos pendentes.
Três bonecos e uma camisola t-shirt.


Brigitte e seu filho Honza, Joãozinho para os amigos.





e Julieta, a Barbie idealizada pela Teresa, desencaminhando Honza para o deserto.




Brigitte e Honz na loja


Esqueci-me de comunicar aos meus inúmeros leitores (todos os 4) a minha mais recente loucura: Simples, rápido e saboroso. Tem receitas fáceis, rápidas e (talvez) saborosas.

19 março 2007

Viseu, senhora da peixeirada???

Depois da pedrada, a biqueirada?!

Oh, valha-nos deus!

17 março 2007

O que vem a seguir a "uma cerveja sem álcool com sabor a pêssego"?

um ice tea com álcool e sabor a cerveja?

13 março 2007

Novidades


Depois de um grande intervalo, voltei à velha paixão.
Os bonecos.
A filhota Teresa foi a principal responsável: tanto pediu, tanto chateou, naquele jeito, tão próprio dela, de que era para ontem.
O desenho da boneca é dela.
São pequenos, cerca de 10 cm.

Na loja

11 março 2007

Vila Nova de Foz Côa





As amendoeiras no fim da flor. Uma paisagem deslumbrante. Amigos absolutamente fabulosos.
Um dia bem passado.
Obrigada.

08 março 2007

80 - Gabo - 80

Descobri-o em 1978. Reza a data, a caneta preta na contra capa, 31/8/78.
Um pequeno livro de bolso da europa américa, o nº 132 da dita colecção.
Não sei porque comprei exactamente este livro, encolhendo com isso a pequeníssima mesada possível.
Apaixonei-me. Reli vezes sem conta o pasmar perante o gelo, as aventuras de Aureliano em terras de Macondo. O livro esteve desfeito, com capa arrancada, valeu-me um encadernador reformado que mo reencapou a verde, com letras doiradas. O doirado está a desaparecer, o verde está água, as letras perduram. A filhota maior já o leu e gostou.

Um dos livros da minha vida. Já com história e muitas estórias


Segundo a Wikipédia só fará 80 anos em 2008, vá lá confiar-se nos jornalistas...

06 março 2007

Atentado ao pudor

é o que chamo a isto. Árvores decepadas.
Elas incomodam-vos? Então seria melhor cortá-las! ISTO NÃO!
Já escrevi variadas vezes , neste blog, como gosto de Viseu, do seu cheiro, calma, jardins e verdes.
Tinha orgulho em mostrar aos amigos forasteiros os bonitos e bem cuidados jardins, e agora fazem isto às árvores do meu bairro?
Mas de que cabeça &%#&§ saiu isto? Reparem que, além de amputadas, estão esgalhadas!!!

 

 

 
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05 março 2007

Agulhas em riste

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Para esquecer o jardim semi-escavado, os vasos semi-mudados, a relva musgosa, o frio.
Para relembrar que a seguir ao Inverno vem sempre uma Primavera

28 fevereiro 2007

Baba

Obrigada AJ

Ainda MEC

Afinal o casamento é a maior ajuda que se pode receber. Passa-se a pertencer. E, em troca, passa-se a possuir. A pertencer e a possuir mesmo. Fica-se, por troca, sossegadamente apropriado e violentamente proprietário.
Não me venham com modernismos de meia-tijela*, liberalices sem fundamente humano, tretas de quem não ama, de quem não aspira ser de outro, amado, que nos ama. Casar é trocar. Casar é trocar a liberdade podre, que é a de cada um, pela posse rica, de é a de quem se quer. E casando se passa a ter, absolutamente, por vontade de quem se dá e de quem recebe.
*o erro (meia-tigela) está assim no livro que eu paguei!!! O revisor precisa de explicações...

27 fevereiro 2007

Onde pára o nexo?

Nos últimos tempos não me tem apetecido escrever.
A vida tem altos, baixos, ressaltos e cambalhotas e às vezes apetece falar sobre isso, outras não.
Estou na fase do não. Não me apetece comunicar, expor.

Mas,

a T. ainda gosta muito que lhe leiam histórias ao deitar. A história do momento é A Alice no País das Maravilhas, a versão integral, a verdadeira, de Lewis Carroll. Está a ser uma verdadeira delícia para mim. Descobri que nunca tinha lido a versão original. Esta edição, de 1977, comprada na feira das velharias, tem as ilustrações da 1ª edição;


ontem tentei, com o filho grande, ver o novo programa do Herman José.
O filhão aguentou 5 minutos mal medidos, eu forcei-me a ver um pouco mais. Era impossível ser pior - afinal não. Meu deus, aquilo é pior que os malucos do riso!
Herman, por favor, despinta o cabelo!!!!

22 fevereiro 2007

Hoje, só me apetece dizer...


A carapuça do belo Čech é muito xexi*




*sexy, à moda de Viseu

21 fevereiro 2007

The end


Acabaram as lãs antigas.
Ou da série quadrados quadrados quadrados quadrados quadrados quadradinhos


20 fevereiro 2007

Manta arco-íris




Finalmente está pronta e muito solicitada a uso. É macia, grande e fica muito bem na nossa sala.
Para o sofá da cozinha também tem sido requisistada.
Fiz o debrum em tecido de algodão tipo cretone. Foi uma tarefa árdua acertar as costuras. A malha é maleável e o tecido nem por isso. A minha pouca habilidade com a máquina de costura também não ajudou muito. O raio da máquina teima em ter vontade própria!

Ainda me sobraram lãs e tenho-as gasto em quadradinhos, rectângulos e outros polígonos. Depois mostro. Prometi a mim própria acabar com todas as lãs, que tenham mais de 3 anos e menos de 50 g.


O avesso também faz um efeito bonito.


Até a largura é grande.
Estes mochos e os da Hilda renovam a minha paixão por eles.

16 fevereiro 2007

Como cão e gato



ou gata e cadela.

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