Vamos lá todos amanhã limpar este país
19 março 2010
15 março 2010
22 anos
Parabéns filho grande!
Foi ontem(14/3) mas não houve oportunidade, o bolo estava demasiado bom.
Foi ontem(14/3) mas não houve oportunidade, o bolo estava demasiado bom.
14 março 2010
Pronta
Gostei muito de a fazer e, tendo em conta que é feita em agulhas nº 3,5, nem demorei assim tanto tempo. As mangas foi o que me demorou mais, tive de desmanchar várias vezes até acertar com as riscas do corpo e o tamanho das cavas. É o que dá estar muito tempo sem fazer camisolas e não seguir receita. Esta foi totalmente desenhada por mim.
O Alex gostou muito e disse cheio de orgulho (baba) que ninguém tinha uma camisola feita pela mãe.
Gostei de voltar a estes trabalhos grandes e já comecei um colete/camisola sem mangas para mim. Vamos a ver se o verão não chega primeiro.
O Alex gostou muito e disse cheio de orgulho (baba) que ninguém tinha uma camisola feita pela mãe.
Gostei de voltar a estes trabalhos grandes e já comecei um colete/camisola sem mangas para mim. Vamos a ver se o verão não chega primeiro.
12 março 2010
Perdoai-lhes Sr. que eu já não tenho paciência
Onde raio vão eles buscar estes títulos???? Isto é jornalismo?
As mulheres na vida do violador: da “mãe fogosa” à namorada invisível
As mulheres na vida do violador: da “mãe fogosa” à namorada invisível
10 março 2010
03 março 2010
De carro
- Então que fizeram hoje na escola?
ele - aprendemos os animais carnívoros, omnívoros.
ela sempre a interromper - e hervíboros
- herbívoros, lá por vivermos em Viseu não tens que trocar os b's
ele - e aprendemos os animais que nascem dos ovos e das barrigas
ela sempre a interromper- pois, tu nasceste dum ovo
ele furioso - eu nasci da barriga da mãe, tu é que nasceste do cu da galinha
ele - aprendemos os animais carnívoros, omnívoros.
ela sempre a interromper - e hervíboros
- herbívoros, lá por vivermos em Viseu não tens que trocar os b's
ele - e aprendemos os animais que nascem dos ovos e das barrigas
ela sempre a interromper- pois, tu nasceste dum ovo
ele furioso - eu nasci da barriga da mãe, tu é que nasceste do cu da galinha
01 março 2010
Amizades na Bloguilândia
Quando comecei este blog, já lá vão 5 anos, não tinha qualquer expectativa. Era mais um diário, um registo de desabafos. O que me trouxe aqui? Nem eu própria sei.
Gostava muito de ler a Rosa, nesse tempo em que era mais mãe e a artesã que tudo partilhava, a Rita que me fazia rir e pensar sobre o ser mãe, a Carla da ilha mágica, a Anna que troca de blog como alguns trocam de meias, a Sandra sempre pronta a ajudar esta naba informática, o Rui e todos os outros que estão ali nos links e muitos outros que já desapareceram.
Com o tempo fui conhecendo alguns bloggers pessoalmente, trocando informações, conselhos, outros que adoptaram os meus bonecos. Tudo isto na estreiteza das fronteiras portuguesas.
Claro que com a minha mania dos lavores (crafts seria mais in) acompanho vários blogs estrangeiros, da Austrália aos EUA, da República Checa à Turquia e claro os nossos amigos brasileiros. O que eu já aprendi de tricot com a Solange. Os pássaros que fizeram um lindo espanta-espíritos que a Carlinha me ensinou.
Mas nunca tinha recebido uma prenda (do estrangeiro) só porque deixei um comentário enaltecendo a beleza do produto. E mais, a prenda chegou antes de eu ler o email a anunciar o envio.
Surpresa mais linda é difícil. Obrigada Carlinha.
E agora onde arranjo a coragem para meter a tesoura?
Gostava muito de ler a Rosa, nesse tempo em que era mais mãe e a artesã que tudo partilhava, a Rita que me fazia rir e pensar sobre o ser mãe, a Carla da ilha mágica, a Anna que troca de blog como alguns trocam de meias, a Sandra sempre pronta a ajudar esta naba informática, o Rui e todos os outros que estão ali nos links e muitos outros que já desapareceram.
Com o tempo fui conhecendo alguns bloggers pessoalmente, trocando informações, conselhos, outros que adoptaram os meus bonecos. Tudo isto na estreiteza das fronteiras portuguesas.
Claro que com a minha mania dos lavores (crafts seria mais in) acompanho vários blogs estrangeiros, da Austrália aos EUA, da República Checa à Turquia e claro os nossos amigos brasileiros. O que eu já aprendi de tricot com a Solange. Os pássaros que fizeram um lindo espanta-espíritos que a Carlinha me ensinou.
Mas nunca tinha recebido uma prenda (do estrangeiro) só porque deixei um comentário enaltecendo a beleza do produto. E mais, a prenda chegou antes de eu ler o email a anunciar o envio.
Surpresa mais linda é difícil. Obrigada Carlinha.
E agora onde arranjo a coragem para meter a tesoura?
26 fevereiro 2010
Humor de Faro para o mundo
O país é Meo
Afinal eu também sabia, que o Sócrates queria mandar no país através da PT, só que não me tinha apercebido.
Quando pedi à PT para me instalarem o “Meo” o rapaz que lá a casa se deslocou teve uma conversa estranha sobre “box” e de “isto está tudo ligado”, outra que na altura não achei estranho e que agora compreendi foi “não temos ainda estes canais mas vamos tê-los”.
Quando lhe perguntei sobre se o sinal chegava em condições a todas as divisões ele respondeu-me que “é o Primeiro que espalha o sinal para os outros”, entretanto já depois de instalado e a funcionar de cada vez que telefonava a reclamar por qualquer falha a menina que me atendia dizia sempre “espere que vou falar com o Chefe”.
São demasiados indícios para não me ter apercebido, de certo que Manuela Ferreira Leite descobriu logo assim que o instalador da Meo lhe apareceu à porta vestido com um coletizinho com uma risquinha rosa, ou isso ou alguém lá dentro lhe ia passando informações, não sei.
Afinal eu também sabia, que o Sócrates queria mandar no país através da PT, só que não me tinha apercebido.
Quando pedi à PT para me instalarem o “Meo” o rapaz que lá a casa se deslocou teve uma conversa estranha sobre “box” e de “isto está tudo ligado”, outra que na altura não achei estranho e que agora compreendi foi “não temos ainda estes canais mas vamos tê-los”.
Quando lhe perguntei sobre se o sinal chegava em condições a todas as divisões ele respondeu-me que “é o Primeiro que espalha o sinal para os outros”, entretanto já depois de instalado e a funcionar de cada vez que telefonava a reclamar por qualquer falha a menina que me atendia dizia sempre “espere que vou falar com o Chefe”.
São demasiados indícios para não me ter apercebido, de certo que Manuela Ferreira Leite descobriu logo assim que o instalador da Meo lhe apareceu à porta vestido com um coletizinho com uma risquinha rosa, ou isso ou alguém lá dentro lhe ia passando informações, não sei.
25 fevereiro 2010
8 anos
O nosso milagre sonhado.
Cresces continuando sensível , inseguro e tímido.
A tua meiguice desarma toda a gente. Para ti um abraço é o mais importante.
A mim os teus abraços e ternuras deixam-me sempre babada.
Obrigada filhote.
Parabéns
19 fevereiro 2010
15 fevereiro 2010
08 fevereiro 2010
02 fevereiro 2010
Pequenos momentos
faias - Fontelo
A forma verdadeira de apreciarmos a vida é vivermos cada pequeno momento intensamente.
Com o corre-corre diário esqueço-me de ver as pequenas coisas verdadeiramente importantes. Os sorrisos dos filhos, aquela letra daquela música, o raiar do sol entre as faias do Fontelo, o frio cortante das manhãs visienses, apreciar o almoço cozinhado pelo homem com quem partilho a vida, os dias dos últimos 26 anos.
Aquela piada da filha grande, aquele acepipe do filho maior.
De fazer aquele alfinete sonhado para aquela camisola, mas que o tempo não sobra porque a roupa espera para estender, passar, dobrar, o fato de palhaço para o carnaval escolar do filho menor que é preciso inventar (aceito inspiração), acompanhar o estudo da preparação para a ronda de testes da filha pequena.
Num momento zen costuro umas almofadas com os meus amados mochos.
E assim se vai vivendo Fevereiro, o mais pequeno.
almofadas com mochos em relevo - frente
verso
29 janeiro 2010
26 janeiro 2010
Tricotando
Não tenho mostrado coisas novas por aqui, o que não quer dizer que tenha estado parada.
Não consigo estar parada. Nem a ver televisão consigo ter as mãos quietas no regaço.
Depois de vários cachecois, boinas, gorros e etc e tal, iniciei uma camisola para o Alexandre em tricot "dinamarquês" ou "fair isle" ou nórdico ou como lhe quiserem chamar. Confesso que é dos trabalhos que eu mais gosto de fazer, ir inventando e acrescentando motivos.
Na blogosfera aparece como grande moda trabalhar fios que já fazem os motivos per si, mas assim onde fica a criatividade? É verdade que são bonitos e fáceis de fazer mas falta-lhes qualquer coisa, o elemento "eu" que é o que me dá o verdadeiro gozo nestas andanças do tricot e crochet.
Lindo exemplo
Não consigo estar parada. Nem a ver televisão consigo ter as mãos quietas no regaço.
Depois de vários cachecois, boinas, gorros e etc e tal, iniciei uma camisola para o Alexandre em tricot "dinamarquês" ou "fair isle" ou nórdico ou como lhe quiserem chamar. Confesso que é dos trabalhos que eu mais gosto de fazer, ir inventando e acrescentando motivos.
Na blogosfera aparece como grande moda trabalhar fios que já fazem os motivos per si, mas assim onde fica a criatividade? É verdade que são bonitos e fáceis de fazer mas falta-lhes qualquer coisa, o elemento "eu" que é o que me dá o verdadeiro gozo nestas andanças do tricot e crochet.
Lindo exemplo
18 janeiro 2010
24
18 de Janeiro de 1986, 23 horas
Finalmente nasceu! Após 26 horas de trabalho de parto. Cansada, dorida e... a pessoa mais feliz do mundo. A Marta nasceu e afirmou-se: berrou durante 2 horas. Nos intervalos tentou mamar. Era linda, moreninha com lábios carnudos. Depois levaram-na para o berçário e só voltei a vê-la de manhã.
Assim me fiz mãe. A mais babada!
A melhor? Tem dias. A filha também!
Parabéns filha grande! Amo-te muito.
Finalmente nasceu! Após 26 horas de trabalho de parto. Cansada, dorida e... a pessoa mais feliz do mundo. A Marta nasceu e afirmou-se: berrou durante 2 horas. Nos intervalos tentou mamar. Era linda, moreninha com lábios carnudos. Depois levaram-na para o berçário e só voltei a vê-la de manhã.
Assim me fiz mãe. A mais babada!
A melhor? Tem dias. A filha também!
Parabéns filha grande! Amo-te muito.
15 janeiro 2010
13 janeiro 2010
Rir é o melhor remédio (ou será o único?)
(...)Os outros povos curam a ressaca do fim de ano com café e sono, nós curamos com a mensagem de Cavaco Silva. Não há nada como recordar que estamos endividados, desempregados e na cauda da Europa para espantar uma embriaguez. Cavaco é o Guronsan de Portugal. (...)
Ricardo Araújo Pereira in Visão
Ricardo Araújo Pereira in Visão
11 janeiro 2010
Fim de semana
de frio, sorna e algum crochet e tricot.
Dois tamboretes com as almofadas já muitos gastas e vistas, reciclados com capa em crochet cosida na almofada original;
A Lala bem instalada no "seu" puf;
Um canto florido;
Manta quentinha em quadrados perfeitos, feita com restos de lã existentes cá por casa. Em progresso;
Um boneco de neve à porta de casa, obra dos filhos mais pequenos,que não se cansaram a andar de trenó;
Uma cadela que adorou comer bolas de neve.
Dois tamboretes com as almofadas já muitos gastas e vistas, reciclados com capa em crochet cosida na almofada original;
A Lala bem instalada no "seu" puf;
Um canto florido;
Manta quentinha em quadrados perfeitos, feita com restos de lã existentes cá por casa. Em progresso;
Um boneco de neve à porta de casa, obra dos filhos mais pequenos,que não se cansaram a andar de trenó;
Uma cadela que adorou comer bolas de neve.
03 janeiro 2010
2010
"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
30 dezembro 2009
22 dezembro 2009
18 dezembro 2009
Paninhos frios
Em 2005 questionava eu o gosto dos pais natal trepadores. Eles continuam a subir pelas janelas, varandas e telhados de Portugal. Este ano acompanhados dum menino nu (ai que frio) em fundo escarlate. Dizem os organizadores que para divulgarem a fé e espírito do verdadeiro Natal.
Um objectivo já cumpriram: 20 000 paninhos a 15€ cada = 300.000€.
E vivó Natal. Simples e comedido como convém.
Um objectivo já cumpriram: 20 000 paninhos a 15€ cada = 300.000€.
E vivó Natal. Simples e comedido como convém.
16 dezembro 2009
Conversas de madrugada.
7 horas da manhã desta madrugada fria visiense.
A Ruby amanhece com cio, o 1º cio que será também o único por força das suas funções programadas.
Mãe e pai falam de quem contacta a escola para a levarem neste período, como é prática instituída.
E pergunta inevitável do petiz (7 anos) sobre o que é o cio.
Uma aula de educação sexual sobre reprodução animal e humana dada pelo pai. Incluiu cio, menstruação, bebés e controlo de natalidade. Às 7h e 45m o A. tinha todas as suas dúvidas esclarecidas, estava vestido, pequeno-almoçado e de saída para a escola.
Mais uma etapa dobrada.
A Ruby amanhece com cio, o 1º cio que será também o único por força das suas funções programadas.
Mãe e pai falam de quem contacta a escola para a levarem neste período, como é prática instituída.
E pergunta inevitável do petiz (7 anos) sobre o que é o cio.
Uma aula de educação sexual sobre reprodução animal e humana dada pelo pai. Incluiu cio, menstruação, bebés e controlo de natalidade. Às 7h e 45m o A. tinha todas as suas dúvidas esclarecidas, estava vestido, pequeno-almoçado e de saída para a escola.
Mais uma etapa dobrada.
14 dezembro 2009
ai está frio e tal
Toda a gente se queixa do frio.
Será que já ninguém se lembra que existem casacos, camisolas, lareiras e coisas que tais?
O que eu gosto do meu aquecimento central.
Será que já ninguém se lembra que existem casacos, camisolas, lareiras e coisas que tais?
O que eu gosto do meu aquecimento central.
13 dezembro 2009
Gola
Trabalho dum serão de televisão. Quentinha e muito agradável.
Lã da Brancal, dois botões velhinhos (ficava mais in escrever vintage) e como modelo o filho mais novo, as raparigas estavam fora.
Lã da Brancal, dois botões velhinhos (ficava mais in escrever vintage) e como modelo o filho mais novo, as raparigas estavam fora.
11 dezembro 2009
A felicidade a crédito
Numa situação de desemprego e ao abrigo do programa POC, rebaptizado de CEI, estou a trabalhar numa instituição pública. Assim me tornei funcionária pública sem os direitos mas com os deveres e observadora privilegiada desta fauna tão gabada/vilipendiada (riscar o que não interessa).
Por hoje deixo a função pública em paz.

Sempre trabalhei em empresas onde os homens estavam em maioria absoluta e, talvez por isso, nunca me tinha deparado com os assaltos dos vendedores de escritório. Eu ouvia contar a amigas mas, confesso, nunca tinha prestado verdadeira atenção. Até agora. Neste mês e meio de "funcionária" já me ofereceram (o termo exacto seria tentaram impingir) ouro novo e usado, prata em várias variantes, antiguidades, bijutaria e perfumes, produtos de beleza e os inevitáveis taparuweres.
Olha a grande coisa, dirão vocês.
Não é a oferta que me espanta, já pouca coisa me espanta, o que me deixa de queixo caído é as compras. A forma e o modo.
Nesta instituição pública, onde a grande maioria dos funcionário tem ordenados de três dígitos, tudo se compra. A crédito, com cheques pré-datados.
Eu desconfiava que esta nossa sociedade vivia acima das suas posses, mas não imaginava que havia gente (aparentemente muita) que compra caixinhas de plástico em suaves prestações.
Por hoje deixo a função pública em paz.

Sempre trabalhei em empresas onde os homens estavam em maioria absoluta e, talvez por isso, nunca me tinha deparado com os assaltos dos vendedores de escritório. Eu ouvia contar a amigas mas, confesso, nunca tinha prestado verdadeira atenção. Até agora. Neste mês e meio de "funcionária" já me ofereceram (o termo exacto seria tentaram impingir) ouro novo e usado, prata em várias variantes, antiguidades, bijutaria e perfumes, produtos de beleza e os inevitáveis taparuweres.
Olha a grande coisa, dirão vocês.
Não é a oferta que me espanta, já pouca coisa me espanta, o que me deixa de queixo caído é as compras. A forma e o modo.
Nesta instituição pública, onde a grande maioria dos funcionário tem ordenados de três dígitos, tudo se compra. A crédito, com cheques pré-datados.
Eu desconfiava que esta nossa sociedade vivia acima das suas posses, mas não imaginava que havia gente (aparentemente muita) que compra caixinhas de plástico em suaves prestações.
02 dezembro 2009
29 novembro 2009
24 novembro 2009
Exposição no Fórum de Viseu
De 23 de Novembro a 6 de Dezembro, na Casa das Artes do Fórum,
exposição e venda dos bonitos trabalhos da Cristina juntamente com as minhas últimas criações.
Façam favor de aparecer, o Natal está perto e em vez duma prenda made in China ofereçam uma peça genuinamente portuguesa, feita à mão com carinho.
fotos mais tarde
exposição e venda dos bonitos trabalhos da Cristina juntamente com as minhas últimas criações.
Façam favor de aparecer, o Natal está perto e em vez duma prenda made in China ofereçam uma peça genuinamente portuguesa, feita à mão com carinho.
fotos mais tarde
19 novembro 2009
Choque
Em estado de choque e sem saber como aligeirar a dor dos meus filhos mais velhos, amigos e colegas deles. Visitas lá de casa. Não conseguimos dizer aos mais novos da morte da J. Como se conta uma coisa destas?
Para que conste: jovens absolutamente normais, bem educados, extrovertidos, mais ela, menos ele.
Para que conste: jovens absolutamente normais, bem educados, extrovertidos, mais ela, menos ele.
13 novembro 2009
Outono
A minha estação favorita, colhe-se o que se semeou (ou semearam), as cores multiplicam-se, apetece fazer tricot.
10 novembro 2009
05 novembro 2009
Antes encontrava-se, de vez em quando, um idiota entre pessoas decentes, hoje encontra-se uma pessoa decente num grupo de idiotas. Porque será?
Vladimír Renčín
Dia nacional da abóbora
Decretei o dia 31 de Outubro o Dia Nacional da Abóbora. Ele foi sopa de abóbora, que os filhos adoraram, tarte de abóbora e uma varanda decorada a preceito.
26 outubro 2009
24 outubro 2009
Capa ou xaile?
18 outubro 2009
Poncho

Ultimamente não tenho dado muito às agulhas mas, ainda assim, tenho feito algumas coisas pequenas. Este poncho feito num ponto - lérias - que aprendi recentemente, tem servido as três mulheres que há cá em casa. É um trabalho fácil e que faz boa figura.
Tenho um xaile entre mãos mas não escolhi a melhor lã para ele. Depois mostro.
04 outubro 2009
26 setembro 2009
Amanhã
vamos a votos e espero não acordar na segunda com 2 figos ressequidos a comandar o país.
A campanha foi pobre, mesmo miserável. Casos, escândalos (?!) e nenhuma ideia para dar a volta a este pessimismo nacional, entranhado até às moléculas.
Ando sem tempo, mas prometo aos meus 2 leitores não deixar acumular as teias de aranha.
A campanha foi pobre, mesmo miserável. Casos, escândalos (?!) e nenhuma ideia para dar a volta a este pessimismo nacional, entranhado até às moléculas.
Ando sem tempo, mas prometo aos meus 2 leitores não deixar acumular as teias de aranha.
19 setembro 2009
Reflexão filosófica
O meu novo emprego é tão estimulante como assentar o músculo nadegueiro num pionaise.
12 setembro 2009
Lá vamos nós, outra vez

Comprar livros escolares, cada vez mais caros, a maioria emprestados (a custo "obrigada amiga"),reuniões de escolas, de pais, atl's, conciliar horários, aturar pais avestruzes, encapar livros, lavar roupa das férias, dobrar, passar, lavar outra vez, dobrar, passar e esperar que a máquina não entre em greve. Fazer turnos na Feira, consultar as entradas do filho grande, preparar roupas para o início da escola dos pequenos, candidatar o grande a residência estudantil (o mal de não viver nas metrópoles) e... fazer contas, muitas contas.
As férias acabaram e terça-feira começo num novo emprego.



ps2viciei-me e já vou a meio do 2º
30 agosto 2009
17 agosto 2009
Apontamentos da Serra
Tivemos um calor infernal que não permitiu as caminhadas planeadas. Nem calçámos as botas. Todos os passeios foram de carro e de sandálias.
Pelo menos metade de cada dia foi passado na piscina, com o A. quase, quase a saber nadar e daqui a um mês começa a natação.
A Quinta é muito agradável, os donos muitos simpáticos, muita sombra, boa piscina, sem aquela chatice recorrente dos parques de campismo portugueses (tendas e/ou caravanas estacionadas permanentemente), uma vista linda, muita fruta madura à mão de apanhar (uvas, ameixas, pêras, maçãs, amêndoas) e muitos holandeses e poucos portugueses. Sobre isso dava para escrever um post inteirinho. Abreviando posso dizer que os holandeses (estes pelo menos) são muito simpáticos, cumprimentam toda a gente e tentavam fazê-lo um português, têm famílias numerosas - praticamente todas as famílias tinham pelo menos 3 filhos, havendo mesmo uma com 6, em escadinha. Não acartam as TV's para o campismo, brincam muito com os filhos e todos falam baixinho. Apetece-me ir fazer companhia à Sónia.
Nos intervalos da piscina ainda visitámos Linhares da Beira, Folgosinho, Gouveia, um parque ecológico com a fauna e flora da Serra da Estrela, a Torre e as lagoas, o Museu do pão e o d o Brinquedo. Andámos de teleférico no cimo da serra, comemos salpicão temperado com zimbro, provámos (os pais) licor de zimbro e mel, tão delicioso que piquei os dedos todos a apanhar um saquinho de bagas com o intuito de encontrar a receita do dito.
Ah, já me esquecia, suámos muuiito! (este blog tem pontos de exclamação)
Os filhos grandes, que não tiveram férias agora, também gozaram férias dos pais e irmãos pequenos ficando com a casa só para eles.
Daqui a umas semanas há mais, talvez com cheiro a maresia.
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coisas boas,
família,
mundo maravilhoso
11 agosto 2009
Do contra

Quando 2/3 dos portugueses ocupam os areais e esplanadas adjacentes, nós vamos até ali tentar refrescar ideias e corpo.
Respirar o ar puro (e espero que mais fresco) ar da serra.
Quem ficar ou passar por Viseu visite a Lug'arte onde os meus trabalhos se fazem convidados. Estão em boa companhia e rodeados de simpatia.
06 agosto 2009
Terra mãe
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