Madrassas
Confesso a minha ingenuidade: acreditava que o ensino privado era... privado. Descobri estupefacto que o Estado — ou seja, os contribuintes, nós todos — financia o ensino privado à razão de 120 mil euros por turma. O custo do ensino público ronda os 80 mil euros por turma. Ao todo, 93 escolas privadas vivem à custa do Estado, ou seja, dos contribuintes, nós todos. Não é extraordinário?
Bem pode a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo dar pinotes, ameaçando despedir, a partir de Janeiro, 30 professores e 7 funcionários por escola. Nos termos do OE 2011, o governo aprovou (no mês passado) o diploma que altera o modelo de financiamento do ensino privado. Nem outra coisa seria de esperar.
É-me indiferente que sejam, predominantemente, escolas católicas. Até podiam ser satânicas. Não gosto de nenhuma espécie de madrassa.
Nunca entendi a utilidade pública dos colégios privados de Viseu serem pagos pelos meus impostos, se a direcção dos respectivos colégios escolhem os alunos e os professores, sem ter em conta qualquer interesse público.
22 dezembro 2010
30 novembro 2010
26 novembro 2010
Liceu Nacional da Viseu
Não se esqueçam do encontro amanhã.
Digo eu que não nada adepta de recordes mas vou gostar de rever alguns colegas.
Digo eu que não nada adepta de recordes mas vou gostar de rever alguns colegas.
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loucuras minhas e dos outros
19 novembro 2010
Mudanças
Acredito que toda a mudança é sempre um salto em frente. Sei, por experiência, que os saltos podem deixar lesões maiores ou menores mas, por norma, são benéficos.
Introdução feita passo aos factos: Depois duns meses de desemprego decidi iniciar uma actividade nova. Uma área completamente nova para mim onde tenho que aprender o bé-á-bá como se tivesse 5 anos. Não está a ser fácil. Além da tão falada crise é uma actividade por conta própria o que significa que de início não entra nada, só sai (embora não muito).
Está explicado o motivo por não ter aparecido por aqui e por não ter novidades das manualidades.
Prometo manter alguma regularidade na escrita.
Introdução feita passo aos factos: Depois duns meses de desemprego decidi iniciar uma actividade nova. Uma área completamente nova para mim onde tenho que aprender o bé-á-bá como se tivesse 5 anos. Não está a ser fácil. Além da tão falada crise é uma actividade por conta própria o que significa que de início não entra nada, só sai (embora não muito).
Está explicado o motivo por não ter aparecido por aqui e por não ter novidades das manualidades.
Prometo manter alguma regularidade na escrita.
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vida
01 novembro 2010
Pedido de divulgação de uma boa causa
Olá a todos!
Trazemo-vos hoje uma notícia que nos enche de alegria: o nascimento do Núcleo de Viseu da Animais de Rua!
O Núcleo acaba de nascer e conta ainda com muito poucos apoiantes e voluntários, por isso contamos convosco para conseguirmos dar ao Núcleo condições para começar a por a "mão na massa" e agendar as primeiras capturas do seu programa CED!
Aqui fica uma lista das necessidades mais urgentes do Núcleo:
- duas armadilhas, no valor de 100€ cada;
- oito transportadoras, no valor de 20€ cada;
- uma jaula para pós-operatórios prolongados, no valor de 80€;
- padrinhos de esterilização para os primeiros animais candidatados, no valor de 30€ por cada gata e 15€ por cada gato;
- voluntários para as capturas, pós-operatórios e boleias para as clínicas veterinárias, trabalho administrativo e participação em campanhas.
Caso viva ou visite regularmente a cidade de Viseu e queira oferecer algum do seu tempo ao Núcleo de Lagos em regime de voluntariado, por favor escreva para lara.teixeira@animaisderua.org.
Caso queira contribuir financeiramente para a aquisição de material para o Núcleo, por favor transfira o seu donativo para o NIB: 0065 0921 00201240009 31 e envie um email com o montante transferido para o geral@animaisderua.org
Esta é a primeira colónia candidata a esterilização pelo Núcleo de Viseu:
Agradecemos ajuda na divulgação deste apelo.
Muito obrigada a todos!
A equipa da Animais de RUA
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20 outubro 2010
Ajuda de Berço
Vi uma reportagem na SIC sobre as dificuldades financeiras da Associação Ajuda de Berço e fiquei a fazer contas de cabeça e de máquina na mão.
Segundo esta a Ajuda de Berço gasta 1 000 000€ por ano para acolher 40 crianças. Pelas minhas contas rápidas dá 2083€ por criança/mês. Isto não é economicamente sustentável em lugar nenhum do mundo. De boas intenções está o inferno cheio... fazer caridade com o dinheiro (a rodo) dos outros é muito fácil, fácil demais. Todas as instituições têm que ser geridas com cabeça e coração.
Acho que os jornalistas devia investigar a fundo as contas desta instituição. Não é possível pedir dinheiro a privados e ao estado (ajudas estas pagas com os meus impostos) para depois se gerir duma forma absolutamente desrespeitosa para com os doadores.
O que daria eu aos meus 4 filhos se tivesse esse dinheiro disponível ( 4*2.083=11.332€)?
Segundo esta a Ajuda de Berço gasta 1 000 000€ por ano para acolher 40 crianças. Pelas minhas contas rápidas dá 2083€ por criança/mês. Isto não é economicamente sustentável em lugar nenhum do mundo. De boas intenções está o inferno cheio... fazer caridade com o dinheiro (a rodo) dos outros é muito fácil, fácil demais. Todas as instituições têm que ser geridas com cabeça e coração.
Acho que os jornalistas devia investigar a fundo as contas desta instituição. Não é possível pedir dinheiro a privados e ao estado (ajudas estas pagas com os meus impostos) para depois se gerir duma forma absolutamente desrespeitosa para com os doadores.
O que daria eu aos meus 4 filhos se tivesse esse dinheiro disponível ( 4*2.083=11.332€)?
05 outubro 2010
30 setembro 2010
Olhó nível!
Palavras de José Junqueiro, secretário de Estado, ex chefe da concelhia de Viseu do PS, sobre o deputado viseense, presidente da Assembleia Municipal eleito pelo PSD.
Com políticos deste nível vamos longe, vamos...
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coisas más
25 setembro 2010
13 setembro 2010
A colheita
Depois de férias, nada melhor que uma colheita farta.
Deu trabalho a semear e tratar mas o resultado vale a pena.
As amoras deram trabalho a apanhar, tenho as mãos todas picadas.
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coisas boas
11 setembro 2010
08 setembro 2010
01 setembro 2010
18 agosto 2010
Fim de tarde
Chego a casa (vazia de filhos em férias fora) cansada do calor, do fumo persistente dos fogos que teimam em queimar-nos os pinhais e a paciência, e a costeleta, previamente grelhada , a pensar num almoço tardio, tinha sido alarvemente almoçada pelo felino cá de casa. A sacaninha deixou a dona sem almoço.
Revirei furiosa o frigorífico e ao ver as courgettes (ou será zuchini?)apanhadas na horta da aldeia durante o fim de semana, lembrei-me duma receita descoberta neste blog
Não tinha queijo de cabra, usei um resto de mozzarela e levei a gratinar.
Receita a repetir: saborosa, leve e combina bem com um vinho verde fresquinho.
Nota: todos os ingredientes são da nossa mini horta que este ano experimentámos na aldeia.
Revirei furiosa o frigorífico e ao ver as courgettes (ou será zuchini?)apanhadas na horta da aldeia durante o fim de semana, lembrei-me duma receita descoberta neste blog
Não tinha queijo de cabra, usei um resto de mozzarela e levei a gratinar.
Receita a repetir: saborosa, leve e combina bem com um vinho verde fresquinho.
Nota: todos os ingredientes são da nossa mini horta que este ano experimentámos na aldeia.
12 agosto 2010
Mantas
Tenho feito alguns trabalhos mas ando sem paciência para o blog, o meu e dos outros. Deve ser do calor e dos incêndios que cercam Viseu.
Manta para o ovo, à espera da pequena E.
Nova manta do Alex
20 julho 2010
Será?
A velhice não nos dá nenhuma sabedoria, simplesmente autoriza outras loucuras.
Mia Couto in A Varanda do Frangipani
Mia Couto in A Varanda do Frangipani
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livros
15 julho 2010
O estado das coisas
luz e sombras do Fontelo
Ontem na televisão e hoje de manhã no carro, ouço inúmeras opiniões nos painéis de ouvintes e telespectadores, sobre a situação da pátria. 99% acusa os políticos e dirigentes dos últimos 36 anos de tudo e mais alguma coisa. Ninguém refere a situação herdada do fascismo, de um terço do país da época nunca ter entrado numa escola, da falta de estradas, luz eléctrica, água canalizada ou assistência médica. Ninguém fala da mortalidade infantil.
Oh falta de memória!
Não fomos nós que elegemos estes políticos, agora tão vilipendiados? Não votámos sempre naqueles que mais prometeram? E não vale dizer que não votamos, deixar a escolha para os outros não resolve nada.
Não me sai da cabeça o ditado mais repetido pela minha avó materna: casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
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