São recantos destes que nos resfrescam o corpo e, essencialmente, a alma. Não entendo aqueles que preferem passar os poucos momentos de lazer encafuados em centros comerciais ou a disputarem um quadrado de areia numa praia apinhada.
13 julho 2010
09 julho 2010
18 junho 2010
De viagem
A filha do meio, em viagem com o pai por terras da Boémia, envia foto de obra em crochet. Talvez inspirada em Joana Vasconcelos?
14 junho 2010
De(pressa)
A feira foi cancelada por ameaça de chuva.
Dediquei o dia às colheitas. Ervas aromáticas a secar, morangos, dos meus jardins suspensos, docinhos a saborear.
manjericão e cebolinho
manjerona, orégãos e cidreira
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coisas boas
11 junho 2010
04 junho 2010
31 maio 2010
28 maio 2010
Gordura não é formosura
Hoje sinto-me assim. Não é de hoje, já dura há uns tempitos.
Como diz a minha amiga Anna, cresci uns centímetros para o lado errado.
Hoje começa a dieta.
Fujam-me da frente!!!!
24 maio 2010
Mãos em movimento
No intervalo duma festa de anos com muitos pré-adolescentes, aproveitei para descansar do barulho e das baboseiras a fazer quatro descansa-canecas em forma de folha e com cores do outono, e esta flor-alfinete que me tinha encantado no blog da Vanessa.
20 maio 2010
Colete kimono
Acabado no domingo à noite, depois de dois meses a dar às agulhas pelas noites dentro. O modelo foi inspirado num da Rowan (não encontrei o link), o original tinha a gola no mesmo ponto do resto do colete,eu achei que ficaria melhor com um ponto rendado simples.
Não gosto muito, depois de vestido, do cair das cavas, que são feitas a direito. Num futuro projecto/colete farei as cavas com remates idênticos às mangas.
Usei fio da Brancal e agulhas 3,5.
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tricot
19 maio 2010
12
Pois é, a nossa força da natureza faz 12 anos. A terrível idade do armário está aí...vou esperar que passe.
Parabéns filhota linda!
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coisas boas,
filhos
17 maio 2010
12 maio 2010
Livros
Nestes cinco anos de blog tenho aqui falado de tudo, assuntos banais, do meu dia a dia, do meu espanto permanente pela vida. Das coisas importantes, das embirrações e das paixões da minha vida.
De livros tenho falado pouco embora a leitura seja uma das minhas paixões. Sou leitora compulsiva, leio tudo, até as bulas de medicamentos. Uso carteiras grandes porque tenha lá sempre um livro e um caderninho. Tenho sempre vários livros em leitura- um ou dois na mesinha de cabeceira, outro na carteira, outro na cozinha. Leio em qualquer lugar, do WC à cadeira do dentista, se me deixar em espera.
Compro (ai o rombo no orçamento), peço emprestado, de bibliotecas (a de Viseu é bem fraquinha) e perco-me em alfarrabistas. Marcha tudo, até os policiais a que faltam folhas. No estrangeiro tenho preferência por traduções de autores portugueses, assim adquiri Os Lusíadas, um Aquilino e dois Namora.
Vem isto a propósito dum livro velhinho -edição de 1959, que tenho há bastantes anos e de que gosto bastante. Contos ciganos recolhidos na Boémia nos anos 50. Segundo a autora - Marie Voříšková, os ciganos não contam histórias às crianças em particular mas sentam famílias inteiras e contam histórias antigas.
Foram estas histórias orais que ela compilou e editou em livro dando-lhe o título Histórias Ciganas.
Em tradução não muito cuidada deixo aqui a primeira deste livro de quinze histórias.
Histórias Ciganas
A criação do mundo ou como os ciganos perderam a sua pátria
Quando Deus criou o mundo - tão simples como uma criança sopra uma bola de sabão, não criou só um. Como o sete é o número divino, soprou sete balões celestiais.
Depois colocou estes sete mundos em fila, uns em cima dos outros, como andares dum prédio, separou-os entre si com abóbadas celestiais e amparou-os com montanhas altíssimas, para não caírem.
Estes mundos acabados de criar estavam ainda inacabados. Tudo neles era vivo, mexia crescia, até as pedras e as montanhas.E assim aconteceu que uma grande montanha, sobre a qual assentava uma abóbada celestial, continuou a crescer , devagar mas sem parar, até furar a abóbada.
Passado um tempo Deus deu conta que a sua abóbada tinha uns furitos aqui e ali, e apercebeu-se que precisava de reparações mas como eram tempos intensos de criação dos seres vivos - animais e plantas, não tinha mãos a medir e foi adiando a reparação dos buracos da sua abóbada celestial.
O primeiro destes mundos, o que ficou mais abaixo, foi o mais conseguido por Deus nosso senhor. Calhou ser aquele o nosso mundo. Deus gostou tanto dele que decidiu instalar-se no céu por cima dele. Por isso fez o céu sobre o nosso mundo baixo, para não Lhe ficar longe nas suas idas e vindas constantes cá baixo para ver como tudo florescia e crescia alegremente.
Naquele tempo o céu sobre a Terra estava tão baixo, que bastava esticar o braço para se tocar nas nuvens. As rochas e penedos eram tão macios que as pessoas, embora andassem descalças, não magoavam os pés. Todos os povos eram ricos e tinham terras.
Deus deu a cada povo uma pátria. Os ciganos tinham a sua pátria que era linda e rica. A terra era fértil e tudo nela crescia abundantemente não sendo preciso trabalhar muito. Embora fosse necessário , aqui e ali, meter a mão na massa e os ciganos gostassem muito de mandriar. Não lhes apetecia fazer nem aquele pouquinho necessário. O Nosso Senhor ficava muito triste com isso e frequentemente, a quando das Suas descidas à terra, ralhava-lhes:
„Sois tão preguiçosos“ dizia-lhes, „que nem vos lavais! Olhem bem para vocês como estão sujos.“
„Isto não é sujidade,“ desculpavam-se os ciganos, „é a pele escura que nos destes.“
„Vão ao rio lavar-se e ficarão bem mais claros!“ aconselhava Deus. Mas os ciganos não foram lavar-se e quando a sujidade formou crostas que provocaram comichão até para se coçar tiveram preguiça.
Quando Deus viu tamanha moleza zangou-se e, para os castigar, criou as moscas, melgas e mosquitos.”Isto vai obrigá-los a levantar o braço para se coçarem e enxotar os insectos!” pensou.
Ajudou um pouco, mas não muito. Os ciganos continuaram a mandriar.
Num daqueles dias em que Deus desceu à terra para observar a Sua criação, encontrou uma cigana meio nua deitada debaixo duma figueira, com o filho pequeno. Ao ouvir passos a mulher levantou lentamente a cabeça para ver quem passava e, ao ver quem era, cumprimentou o Senhor mas não se levantou.
Aborrecido e de sobrancelhas franzidas seguiu adiante sem nada dizer até sentir um cheiro intenso. Volta atrás e repara na criança toda borrada. Pára e vocifera: “Não podes limpar um pouco esse menino? Não vês o que aconteceu?”
A cigana respondeu-lhe a rir. “Isto não é nada, está sempre a acontecer, já está habituado. Não posso estar sempre de plantão a limpá-lo.”
“Limpa imediatamente essa criança!” gritou Deus. “É uma vergonha, uma mãe deixar o seu próprio filho nesta imundice!”
A cigana levantou-se de má vontade e procurou algo com que pudesse limpar o miúdo. As folhas da figueira estavam muito altas, seria preciso saltar ou trepar e isso era um esforço grande. Então reparou numa nuvem muito branquinha a deslizar suavemente no céu baixinho, mesmo por cima da sua cabeça. Parecia mesmo uma fralda. A cigana levantou a mão, rasgou um pedaço de nuvem e limpou com ela o rabo do miúdo.
O nosso Senhor Deus nem queria acreditar no que via e gritou enraivecido:
“Seus preguiçosos, é assim que vocês ciganos usam as minhas nuvens? Como ficaria o céu se toda a gente fizesse o mesmo? E se encostar o meu manto divino a uma nuvem dessas? Estou farto de vós! Saiam daqui e vão vaguear pelo mundo até aprenderem a trabalhar e a respeitar o trabalho dos outros!”
E foi graças àquela cigana preguiçosa, que os ciganos perderam a sua pátria. Deus expulsou-os da terra que lhes tinha dado e deu-a a outro povo. E como toda a terra já estava atribuída, os ciganos foram obrigados a andar de terra em terra à procura dum lugar de onde ninguém os expulsasse. Uma terra sem dono.
Muitos ainda hoje a procuram.
Cikánské pohádky – Marie Voříšková
editora Mladá Fronta – 1959
De livros tenho falado pouco embora a leitura seja uma das minhas paixões. Sou leitora compulsiva, leio tudo, até as bulas de medicamentos. Uso carteiras grandes porque tenha lá sempre um livro e um caderninho. Tenho sempre vários livros em leitura- um ou dois na mesinha de cabeceira, outro na carteira, outro na cozinha. Leio em qualquer lugar, do WC à cadeira do dentista, se me deixar em espera.
Compro (ai o rombo no orçamento), peço emprestado, de bibliotecas (a de Viseu é bem fraquinha) e perco-me em alfarrabistas. Marcha tudo, até os policiais a que faltam folhas. No estrangeiro tenho preferência por traduções de autores portugueses, assim adquiri Os Lusíadas, um Aquilino e dois Namora.
Vem isto a propósito dum livro velhinho -edição de 1959, que tenho há bastantes anos e de que gosto bastante. Contos ciganos recolhidos na Boémia nos anos 50. Segundo a autora - Marie Voříšková, os ciganos não contam histórias às crianças em particular mas sentam famílias inteiras e contam histórias antigas.
Foram estas histórias orais que ela compilou e editou em livro dando-lhe o título Histórias Ciganas.
Em tradução não muito cuidada deixo aqui a primeira deste livro de quinze histórias.
Histórias Ciganas
A criação do mundo ou como os ciganos perderam a sua pátria
Quando Deus criou o mundo - tão simples como uma criança sopra uma bola de sabão, não criou só um. Como o sete é o número divino, soprou sete balões celestiais.
Depois colocou estes sete mundos em fila, uns em cima dos outros, como andares dum prédio, separou-os entre si com abóbadas celestiais e amparou-os com montanhas altíssimas, para não caírem.
Estes mundos acabados de criar estavam ainda inacabados. Tudo neles era vivo, mexia crescia, até as pedras e as montanhas.E assim aconteceu que uma grande montanha, sobre a qual assentava uma abóbada celestial, continuou a crescer , devagar mas sem parar, até furar a abóbada.
Passado um tempo Deus deu conta que a sua abóbada tinha uns furitos aqui e ali, e apercebeu-se que precisava de reparações mas como eram tempos intensos de criação dos seres vivos - animais e plantas, não tinha mãos a medir e foi adiando a reparação dos buracos da sua abóbada celestial.
O primeiro destes mundos, o que ficou mais abaixo, foi o mais conseguido por Deus nosso senhor. Calhou ser aquele o nosso mundo. Deus gostou tanto dele que decidiu instalar-se no céu por cima dele. Por isso fez o céu sobre o nosso mundo baixo, para não Lhe ficar longe nas suas idas e vindas constantes cá baixo para ver como tudo florescia e crescia alegremente.
Naquele tempo o céu sobre a Terra estava tão baixo, que bastava esticar o braço para se tocar nas nuvens. As rochas e penedos eram tão macios que as pessoas, embora andassem descalças, não magoavam os pés. Todos os povos eram ricos e tinham terras.
Deus deu a cada povo uma pátria. Os ciganos tinham a sua pátria que era linda e rica. A terra era fértil e tudo nela crescia abundantemente não sendo preciso trabalhar muito. Embora fosse necessário , aqui e ali, meter a mão na massa e os ciganos gostassem muito de mandriar. Não lhes apetecia fazer nem aquele pouquinho necessário. O Nosso Senhor ficava muito triste com isso e frequentemente, a quando das Suas descidas à terra, ralhava-lhes:
„Sois tão preguiçosos“ dizia-lhes, „que nem vos lavais! Olhem bem para vocês como estão sujos.“
„Isto não é sujidade,“ desculpavam-se os ciganos, „é a pele escura que nos destes.“
„Vão ao rio lavar-se e ficarão bem mais claros!“ aconselhava Deus. Mas os ciganos não foram lavar-se e quando a sujidade formou crostas que provocaram comichão até para se coçar tiveram preguiça.
Quando Deus viu tamanha moleza zangou-se e, para os castigar, criou as moscas, melgas e mosquitos.”Isto vai obrigá-los a levantar o braço para se coçarem e enxotar os insectos!” pensou.
Ajudou um pouco, mas não muito. Os ciganos continuaram a mandriar.
Num daqueles dias em que Deus desceu à terra para observar a Sua criação, encontrou uma cigana meio nua deitada debaixo duma figueira, com o filho pequeno. Ao ouvir passos a mulher levantou lentamente a cabeça para ver quem passava e, ao ver quem era, cumprimentou o Senhor mas não se levantou.
Aborrecido e de sobrancelhas franzidas seguiu adiante sem nada dizer até sentir um cheiro intenso. Volta atrás e repara na criança toda borrada. Pára e vocifera: “Não podes limpar um pouco esse menino? Não vês o que aconteceu?”
A cigana respondeu-lhe a rir. “Isto não é nada, está sempre a acontecer, já está habituado. Não posso estar sempre de plantão a limpá-lo.”
“Limpa imediatamente essa criança!” gritou Deus. “É uma vergonha, uma mãe deixar o seu próprio filho nesta imundice!”
A cigana levantou-se de má vontade e procurou algo com que pudesse limpar o miúdo. As folhas da figueira estavam muito altas, seria preciso saltar ou trepar e isso era um esforço grande. Então reparou numa nuvem muito branquinha a deslizar suavemente no céu baixinho, mesmo por cima da sua cabeça. Parecia mesmo uma fralda. A cigana levantou a mão, rasgou um pedaço de nuvem e limpou com ela o rabo do miúdo.
O nosso Senhor Deus nem queria acreditar no que via e gritou enraivecido:
“Seus preguiçosos, é assim que vocês ciganos usam as minhas nuvens? Como ficaria o céu se toda a gente fizesse o mesmo? E se encostar o meu manto divino a uma nuvem dessas? Estou farto de vós! Saiam daqui e vão vaguear pelo mundo até aprenderem a trabalhar e a respeitar o trabalho dos outros!”
E foi graças àquela cigana preguiçosa, que os ciganos perderam a sua pátria. Deus expulsou-os da terra que lhes tinha dado e deu-a a outro povo. E como toda a terra já estava atribuída, os ciganos foram obrigados a andar de terra em terra à procura dum lugar de onde ninguém os expulsasse. Uma terra sem dono.
Muitos ainda hoje a procuram.
Cikánské pohádky – Marie Voříšková
editora Mladá Fronta – 1959
Ser frugal (continuação)
Ainda na onda do post anterior:
Ninguém precisa realmente duma nova universidade em Portugal, seja em Viseu, Lisboa ou em Freixo de Espada à Cinta, como ninguém precisa duma nova auto-estrada.
Em contraste vale a pena ler/ver a Helena e registar o que realmente pode fazer a diferença no outro lado do mundo.
Ninguém precisa realmente duma nova universidade em Portugal, seja em Viseu, Lisboa ou em Freixo de Espada à Cinta, como ninguém precisa duma nova auto-estrada.
Em contraste vale a pena ler/ver a Helena e registar o que realmente pode fazer a diferença no outro lado do mundo.
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cadilhos
10 maio 2010
Isto vai...
daqui, com o devido respeito
O Benfica é campeão,o papa vem abençoar-nos, segue-se o campeonato do mundo, depois são as férias de verão seguidas das presidenciais.
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tretas
07 maio 2010
Ser frugal *
foto surripiada da net e sem origem identificável
Não podiam ser um pouquito mais específicos?
Nem uma palavra sobre anti-consumismo, o não poluir, nada de nada. Juntam-lhe reportagem duma grande superfície onde o gerente afirma que os plasmas (bons e caros) estão em alta.
Comprar plasmas é ser neofrugal?
Poupem os meus dois neurónios de serviço.
Frugalismo,com neo ou sem ele,tanto quanto sei, não é nada disso.
É a maneira consciente de estar no mundo: poupar recursos, consumir o mínimo, não sujar.
Os povos do norte da Europa praticam-no há muito. Já os nossos avós se regiam pela mesma sabedoria ancestral: no poupar é que está o ganho ou viver de acordo com as possibilidades.
Ninguém precisa realmente de 347 pares de sapatos, 126 calças, 3 telemóveis, trocar de carro todos os anos nem de o levar até à sala, comer uvas em Janeiro, vindas directamente do Chile ou Nova Zelândia, tomar o pequenpo almoço no café da esquina.
*sóbrio, comedido, moderado,contido .
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cadilhos
05 maio 2010
Dia D
cobra gozando o sol primaveril fotografada na caminhada do pai e filhos pequenos enquanto a mãe ficou a curar a gripe
Ontem, ao perguntar a uma colega da T. se já tinha estudado para as provas, levei com uma resposta que me deixou os cabelinhos todos em pé. Dizia a petiza que essas notas não contavam para nada, portanto... sem stress.
Serei só eu que vejo o saber e o aprender a ser pouco ou nada valorizado pelas crianças e jovens? Isto não preocupa ninguém? Pais, escola, país?
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filhos e etc
29 abril 2010
Crise, qual crise?
Portugal em peso prepara-se para um banho de fé.
O Portugal político, municipal e de estado prepara-se para esbanjar milhares de €€€'s na visita dum chefe de estado/igreja em troco duma massagem espiritual ao ego mirrado desta nação sem rumo definido.
É tolerável e justificável que o país, em crise económico profunda, pare mais de um dia, subjugado a uma religião? Religião que, embora maioritária, é uma crença e como tal do foro pessoal, individual e não questão de estado?
O Rui (d)escreveu exactamente o mesmo sentimento papal.
O Portugal político, municipal e de estado prepara-se para esbanjar milhares de €€€'s na visita dum chefe de estado/igreja em troco duma massagem espiritual ao ego mirrado desta nação sem rumo definido.
É tolerável e justificável que o país, em crise económico profunda, pare mais de um dia, subjugado a uma religião? Religião que, embora maioritária, é uma crença e como tal do foro pessoal, individual e não questão de estado?
O Rui (d)escreveu exactamente o mesmo sentimento papal.
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desabafos
20 abril 2010
Colar
A Teresa gostou do fio (algodão, comprado com a Mónica durante o nosso curto passeio por Viseu) e queria um colar. Montei cca de 200 malhas em agulhas circulares nº 6, fiz três carreiras e rematei, juntei uma folha existente cá em casa em filigrana de prata. Eu gosto e uso, a filha quer outro com missangas. Siga.
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