10 março 2010
03 março 2010
De carro
- Então que fizeram hoje na escola?
ele - aprendemos os animais carnívoros, omnívoros.
ela sempre a interromper - e hervíboros
- herbívoros, lá por vivermos em Viseu não tens que trocar os b's
ele - e aprendemos os animais que nascem dos ovos e das barrigas
ela sempre a interromper- pois, tu nasceste dum ovo
ele furioso - eu nasci da barriga da mãe, tu é que nasceste do cu da galinha
ele - aprendemos os animais carnívoros, omnívoros.
ela sempre a interromper - e hervíboros
- herbívoros, lá por vivermos em Viseu não tens que trocar os b's
ele - e aprendemos os animais que nascem dos ovos e das barrigas
ela sempre a interromper- pois, tu nasceste dum ovo
ele furioso - eu nasci da barriga da mãe, tu é que nasceste do cu da galinha
01 março 2010
Amizades na Bloguilândia
Quando comecei este blog, já lá vão 5 anos, não tinha qualquer expectativa. Era mais um diário, um registo de desabafos. O que me trouxe aqui? Nem eu própria sei.
Gostava muito de ler a Rosa, nesse tempo em que era mais mãe e a artesã que tudo partilhava, a Rita que me fazia rir e pensar sobre o ser mãe, a Carla da ilha mágica, a Anna que troca de blog como alguns trocam de meias, a Sandra sempre pronta a ajudar esta naba informática, o Rui e todos os outros que estão ali nos links e muitos outros que já desapareceram.
Com o tempo fui conhecendo alguns bloggers pessoalmente, trocando informações, conselhos, outros que adoptaram os meus bonecos. Tudo isto na estreiteza das fronteiras portuguesas.
Claro que com a minha mania dos lavores (crafts seria mais in) acompanho vários blogs estrangeiros, da Austrália aos EUA, da República Checa à Turquia e claro os nossos amigos brasileiros. O que eu já aprendi de tricot com a Solange. Os pássaros que fizeram um lindo espanta-espíritos que a Carlinha me ensinou.
Mas nunca tinha recebido uma prenda (do estrangeiro) só porque deixei um comentário enaltecendo a beleza do produto. E mais, a prenda chegou antes de eu ler o email a anunciar o envio.
Surpresa mais linda é difícil. Obrigada Carlinha.
E agora onde arranjo a coragem para meter a tesoura?
Gostava muito de ler a Rosa, nesse tempo em que era mais mãe e a artesã que tudo partilhava, a Rita que me fazia rir e pensar sobre o ser mãe, a Carla da ilha mágica, a Anna que troca de blog como alguns trocam de meias, a Sandra sempre pronta a ajudar esta naba informática, o Rui e todos os outros que estão ali nos links e muitos outros que já desapareceram.
Com o tempo fui conhecendo alguns bloggers pessoalmente, trocando informações, conselhos, outros que adoptaram os meus bonecos. Tudo isto na estreiteza das fronteiras portuguesas.
Claro que com a minha mania dos lavores (crafts seria mais in) acompanho vários blogs estrangeiros, da Austrália aos EUA, da República Checa à Turquia e claro os nossos amigos brasileiros. O que eu já aprendi de tricot com a Solange. Os pássaros que fizeram um lindo espanta-espíritos que a Carlinha me ensinou.
Mas nunca tinha recebido uma prenda (do estrangeiro) só porque deixei um comentário enaltecendo a beleza do produto. E mais, a prenda chegou antes de eu ler o email a anunciar o envio.
Surpresa mais linda é difícil. Obrigada Carlinha.
E agora onde arranjo a coragem para meter a tesoura?
26 fevereiro 2010
Humor de Faro para o mundo
O país é Meo
Afinal eu também sabia, que o Sócrates queria mandar no país através da PT, só que não me tinha apercebido.
Quando pedi à PT para me instalarem o “Meo” o rapaz que lá a casa se deslocou teve uma conversa estranha sobre “box” e de “isto está tudo ligado”, outra que na altura não achei estranho e que agora compreendi foi “não temos ainda estes canais mas vamos tê-los”.
Quando lhe perguntei sobre se o sinal chegava em condições a todas as divisões ele respondeu-me que “é o Primeiro que espalha o sinal para os outros”, entretanto já depois de instalado e a funcionar de cada vez que telefonava a reclamar por qualquer falha a menina que me atendia dizia sempre “espere que vou falar com o Chefe”.
São demasiados indícios para não me ter apercebido, de certo que Manuela Ferreira Leite descobriu logo assim que o instalador da Meo lhe apareceu à porta vestido com um coletizinho com uma risquinha rosa, ou isso ou alguém lá dentro lhe ia passando informações, não sei.
Afinal eu também sabia, que o Sócrates queria mandar no país através da PT, só que não me tinha apercebido.
Quando pedi à PT para me instalarem o “Meo” o rapaz que lá a casa se deslocou teve uma conversa estranha sobre “box” e de “isto está tudo ligado”, outra que na altura não achei estranho e que agora compreendi foi “não temos ainda estes canais mas vamos tê-los”.
Quando lhe perguntei sobre se o sinal chegava em condições a todas as divisões ele respondeu-me que “é o Primeiro que espalha o sinal para os outros”, entretanto já depois de instalado e a funcionar de cada vez que telefonava a reclamar por qualquer falha a menina que me atendia dizia sempre “espere que vou falar com o Chefe”.
São demasiados indícios para não me ter apercebido, de certo que Manuela Ferreira Leite descobriu logo assim que o instalador da Meo lhe apareceu à porta vestido com um coletizinho com uma risquinha rosa, ou isso ou alguém lá dentro lhe ia passando informações, não sei.
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vizinhos
25 fevereiro 2010
19 fevereiro 2010
15 fevereiro 2010
08 fevereiro 2010
Estado da nação
Sai mais uma escuta telefónica para a mesa do canto, se faz favor
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coisas más,
enfado
02 fevereiro 2010
Pequenos momentos
faias - Fontelo
A forma verdadeira de apreciarmos a vida é vivermos cada pequeno momento intensamente.
Com o corre-corre diário esqueço-me de ver as pequenas coisas verdadeiramente importantes. Os sorrisos dos filhos, aquela letra daquela música, o raiar do sol entre as faias do Fontelo, o frio cortante das manhãs visienses, apreciar o almoço cozinhado pelo homem com quem partilho a vida, os dias dos últimos 26 anos.
Aquela piada da filha grande, aquele acepipe do filho maior.
De fazer aquele alfinete sonhado para aquela camisola, mas que o tempo não sobra porque a roupa espera para estender, passar, dobrar, o fato de palhaço para o carnaval escolar do filho menor que é preciso inventar (aceito inspiração), acompanhar o estudo da preparação para a ronda de testes da filha pequena.
Num momento zen costuro umas almofadas com os meus amados mochos.
E assim se vai vivendo Fevereiro, o mais pequeno.
almofadas com mochos em relevo - frente
verso
29 janeiro 2010
26 janeiro 2010
Tricotando
Não tenho mostrado coisas novas por aqui, o que não quer dizer que tenha estado parada.
Não consigo estar parada. Nem a ver televisão consigo ter as mãos quietas no regaço.
Depois de vários cachecois, boinas, gorros e etc e tal, iniciei uma camisola para o Alexandre em tricot "dinamarquês" ou "fair isle" ou nórdico ou como lhe quiserem chamar. Confesso que é dos trabalhos que eu mais gosto de fazer, ir inventando e acrescentando motivos.
Na blogosfera aparece como grande moda trabalhar fios que já fazem os motivos per si, mas assim onde fica a criatividade? É verdade que são bonitos e fáceis de fazer mas falta-lhes qualquer coisa, o elemento "eu" que é o que me dá o verdadeiro gozo nestas andanças do tricot e crochet.
Lindo exemplo
Não consigo estar parada. Nem a ver televisão consigo ter as mãos quietas no regaço.
Depois de vários cachecois, boinas, gorros e etc e tal, iniciei uma camisola para o Alexandre em tricot "dinamarquês" ou "fair isle" ou nórdico ou como lhe quiserem chamar. Confesso que é dos trabalhos que eu mais gosto de fazer, ir inventando e acrescentando motivos.
Na blogosfera aparece como grande moda trabalhar fios que já fazem os motivos per si, mas assim onde fica a criatividade? É verdade que são bonitos e fáceis de fazer mas falta-lhes qualquer coisa, o elemento "eu" que é o que me dá o verdadeiro gozo nestas andanças do tricot e crochet.
Lindo exemplo
18 janeiro 2010
24
18 de Janeiro de 1986, 23 horas
Finalmente nasceu! Após 26 horas de trabalho de parto. Cansada, dorida e... a pessoa mais feliz do mundo. A Marta nasceu e afirmou-se: berrou durante 2 horas. Nos intervalos tentou mamar. Era linda, moreninha com lábios carnudos. Depois levaram-na para o berçário e só voltei a vê-la de manhã.
Assim me fiz mãe. A mais babada!
A melhor? Tem dias. A filha também!
Parabéns filha grande! Amo-te muito.
Finalmente nasceu! Após 26 horas de trabalho de parto. Cansada, dorida e... a pessoa mais feliz do mundo. A Marta nasceu e afirmou-se: berrou durante 2 horas. Nos intervalos tentou mamar. Era linda, moreninha com lábios carnudos. Depois levaram-na para o berçário e só voltei a vê-la de manhã.
Assim me fiz mãe. A mais babada!
A melhor? Tem dias. A filha também!
Parabéns filha grande! Amo-te muito.
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coisas boas,
filhos
15 janeiro 2010
13 janeiro 2010
Rir é o melhor remédio (ou será o único?)
(...)Os outros povos curam a ressaca do fim de ano com café e sono, nós curamos com a mensagem de Cavaco Silva. Não há nada como recordar que estamos endividados, desempregados e na cauda da Europa para espantar uma embriaguez. Cavaco é o Guronsan de Portugal. (...)
Ricardo Araújo Pereira in Visão
Ricardo Araújo Pereira in Visão
11 janeiro 2010
Fim de semana
de frio, sorna e algum crochet e tricot.
Dois tamboretes com as almofadas já muitos gastas e vistas, reciclados com capa em crochet cosida na almofada original;
A Lala bem instalada no "seu" puf;
Um canto florido;
Manta quentinha em quadrados perfeitos, feita com restos de lã existentes cá por casa. Em progresso;
Um boneco de neve à porta de casa, obra dos filhos mais pequenos,que não se cansaram a andar de trenó;
Uma cadela que adorou comer bolas de neve.
Dois tamboretes com as almofadas já muitos gastas e vistas, reciclados com capa em crochet cosida na almofada original;
A Lala bem instalada no "seu" puf;
Um canto florido;
Manta quentinha em quadrados perfeitos, feita com restos de lã existentes cá por casa. Em progresso;
Um boneco de neve à porta de casa, obra dos filhos mais pequenos,que não se cansaram a andar de trenó;
Uma cadela que adorou comer bolas de neve.
03 janeiro 2010
2010
"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
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30 dezembro 2009
22 dezembro 2009
18 dezembro 2009
Paninhos frios
Em 2005 questionava eu o gosto dos pais natal trepadores. Eles continuam a subir pelas janelas, varandas e telhados de Portugal. Este ano acompanhados dum menino nu (ai que frio) em fundo escarlate. Dizem os organizadores que para divulgarem a fé e espírito do verdadeiro Natal.
Um objectivo já cumpriram: 20 000 paninhos a 15€ cada = 300.000€.
E vivó Natal. Simples e comedido como convém.
Um objectivo já cumpriram: 20 000 paninhos a 15€ cada = 300.000€.
E vivó Natal. Simples e comedido como convém.
16 dezembro 2009
Conversas de madrugada.
7 horas da manhã desta madrugada fria visiense.
A Ruby amanhece com cio, o 1º cio que será também o único por força das suas funções programadas.
Mãe e pai falam de quem contacta a escola para a levarem neste período, como é prática instituída.
E pergunta inevitável do petiz (7 anos) sobre o que é o cio.
Uma aula de educação sexual sobre reprodução animal e humana dada pelo pai. Incluiu cio, menstruação, bebés e controlo de natalidade. Às 7h e 45m o A. tinha todas as suas dúvidas esclarecidas, estava vestido, pequeno-almoçado e de saída para a escola.
Mais uma etapa dobrada.
A Ruby amanhece com cio, o 1º cio que será também o único por força das suas funções programadas.
Mãe e pai falam de quem contacta a escola para a levarem neste período, como é prática instituída.
E pergunta inevitável do petiz (7 anos) sobre o que é o cio.
Uma aula de educação sexual sobre reprodução animal e humana dada pelo pai. Incluiu cio, menstruação, bebés e controlo de natalidade. Às 7h e 45m o A. tinha todas as suas dúvidas esclarecidas, estava vestido, pequeno-almoçado e de saída para a escola.
Mais uma etapa dobrada.
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