Uma coisa bela que me anima todos os dias, um cacho de cor e um super-frasco de perfume.
15 abril 2009
30 março 2009
27 março 2009
19 março 2009
Porta agulhas
17 março 2009
09 março 2009
De balanço

Ando sempre com algum atraso e como tal deu-me agora para balançar 2008.
Em família houve mudanças, os filhos grandes iniciaram o seu percurso profissional, os filhos pequenos iniciaram novos ciclos escolares. O pai e a mãe mantêm-se à tona de água, sempre de mão na mão, a puxar e a apoiar.
Pessoalmente o que me ficou/deixou marca de 2008?
Um filme - A Culpa é de Fidel - eu sei que é um filme de 2006, mas eu só o vi em 2008.
Um livro - O Vendedor de Passados.
Um disco - Deolinda.
Resumindo e concluindo: foi um bom ano. Enquanto me deslumbrar com coisas belas, será sempre um bom ano.
05 março 2009
01 março 2009
20 fevereiro 2009
O pão nosso de cada dia

Ando ainda encantada com minha máquina de fazer pão. Acordar e sentir o cheiro do pão acabado de fazer é bom. Muito bom.
Não foi fácil acertar nas receitas de bom pão, as que vêm com a máquina não nos agradaram, saía um pão seco e desenxabido. Parece que o segredo está no fermento. O melhor é o de padeiro, comprado nas padarias ou o da padaria do Continente (1/3 para cada pão). Já consegui fazer pão de todos os sabores - com farinha integral, sementes de girassol, sésamo e linhaça, de farinha de centeio, ou misturas de farinha saborosas.
Para amassar e levedar massas de bolos, biscoitos e até pão d'avó também já está aprovada.
13 fevereiro 2009
Sacos fresquinhos
Resolvi dar uso a alguns tecidos guardados durante anos. Restos de rolos de retrosarias por onde fui passando.
saco reversível "abarbatado" imediatamente pela T.


Outro reversível, mais pequeno, disponível na loja.
saco reversível "abarbatado" imediatamente pela T.

Outro reversível, mais pequeno, disponível na loja.
06 fevereiro 2009
04 fevereiro 2009
02 fevereiro 2009
31 janeiro 2009
Laranjas e tangerinas

Mais um respigo de época: laranjas e tangerinas caídas no chão a apodrecerem com esta chuva.
Deram óptimo sumo e um delicioso doce.
Partilho a receita feita, a olho, segundo dicas de uma amiga.
800 gr de laranjas e tangerinas, umas descascadas (a maioria) e outras com casca. A casca serve para dar aquele gostinho amargo-doce típico do doce inglês.
1,5 l de água
1kg de açúcar
sumo de 1/2 limão
Cortam-se as laranjas e tangerinas em aos quartos e depois em fatias muito finas.Junta-se a água e deixa-se repousar durante a noite. Depois põe-se a ferver cerca de 40 minutos (a casca tem que estar cozida), junta-se o açúcar e o limão e deixa-se apurar até estar em ponto de doce (+/- 1,5 hora).
Nunca tinha feito mas gostei do resultado.

Outra boa ideia, para quem não está de dieta, está aqui. Saíram-me umas bolachinhas de chorar por mais.
26 janeiro 2009
Organizador de carteira
As minhas carteiras são tão organizadas, tão organizadas, que nem eu encontro nada à primeira. É as chaves, a agenda, a carteira, o telemóvel... enfim é mais um tudo ao molho e fé... na mão que procura.
Vai daí, das ideias anteriormente publicitadas surgiu a luz.
Cabem a carteira, agenda, óculos, telemóvel e máquina fotográfica ou o mp4. Pode-se fechar ou não e cabe em todas as carteiras. Quando mudo de carteira já está tudo (ou quase) junto para levar.



Quanto ao outro assunto, não sou propriamente uma vítima da moda e não costumo comprar roupa por impulso, tento limitar as compras ao realmente necessário. As roupas dos filhos vão passando duns para os outros e trocando entre amigos. Mas foi muito difícil resistir quando entrei na Zara, com uma amiga e vi (choquei com os olhos) numas saias lindas, lindas, lindas para a Teresa a 5,95€. Comprei 3. Made in Marocos, Turquia e Vietnam. São saias bastante elaboradas e em bons tecidos, como é possível este preço? Só pode ser com trabalho semi-escravo.
Tão depressa não volto a entrar em centros comerciais.
Vai daí, das ideias anteriormente publicitadas surgiu a luz.
Cabem a carteira, agenda, óculos, telemóvel e máquina fotográfica ou o mp4. Pode-se fechar ou não e cabe em todas as carteiras. Quando mudo de carteira já está tudo (ou quase) junto para levar.



Quanto ao outro assunto, não sou propriamente uma vítima da moda e não costumo comprar roupa por impulso, tento limitar as compras ao realmente necessário. As roupas dos filhos vão passando duns para os outros e trocando entre amigos. Mas foi muito difícil resistir quando entrei na Zara, com uma amiga e vi (choquei com os olhos) numas saias lindas, lindas, lindas para a Teresa a 5,95€. Comprei 3. Made in Marocos, Turquia e Vietnam. São saias bastante elaboradas e em bons tecidos, como é possível este preço? Só pode ser com trabalho semi-escravo.
Tão depressa não volto a entrar em centros comerciais.
20 janeiro 2009
tchec-tchec
Batem leve, levemente... pois, neva.
Com este frio e o quentinho do aquecimento central há coisa melhor que tricot? Naahhh
Sai uma menina de carrapito.

Um saco para a máquina fotográfica

E novidades para a loja
Excelentes ideias: aqui, aqui e um manisfesto a ponderar, via Rosa.
Com este frio e o quentinho do aquecimento central há coisa melhor que tricot? Naahhh
Sai uma menina de carrapito.

Um saco para a máquina fotográfica

E novidades para a loja
Excelentes ideias: aqui, aqui e um manisfesto a ponderar, via Rosa.
16 janeiro 2009
Um pouco de humor
Recebida via mail (bem abençoada seja a internet).
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em
gozar com os erros dos alunos.
- Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o
professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o
humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971),
mais conhecido como o 'Barão de Itararé'
.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro:
dois meus e dois seus.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.
A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou
acreditarem que o tem,
acham-se no direito de subestimar os outros... Haja feno!
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em
gozar com os erros dos alunos.
- Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o
professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o
humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971),
mais conhecido como o 'Barão de Itararé'
.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro:
dois meus e dois seus.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.
A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou
acreditarem que o tem,
acham-se no direito de subestimar os outros... Haja feno!
15 janeiro 2009
Nunca pensei
Nunca pensei, como ateísta convicta e militante, encontrar-me no papel de defensora do cardeal patriarca. Parece que há mesmo uma primeira vez para tudo.
As palavras do sr. cardeal não só não me espantaram, como concordo com elas.
Em primeiro lugar o sr. tem todo o direito de exprimir, em público ou em privado, a sua opinião. Depois não disse nada que 99% dos portugueses não pensem. Talvez não tenham é a ombridade de o reconhecerem.
Em segundo lugar o sr. não disse nenhuma mentira. Pode realmente trazer sarilhos enormes casar com um muçulmano. Pode. Não é obrigatório acontecer.
O que disse pode não ser politicamente correcto mas não deixa de ser verdade.
Durante o meu percurso académico convivi com muitos árabes muçulmanos e ateus e muçulmanos não árabes. Conheci afegãos, palestinianos de várias facções, jordanos, sírios, libaneses, iraquianos pró e anti Sadam (assisti a uma manifestação de estudantes anti-Sadam com uma contra manifestação pró Sadam) e muçulmanos de origem africana. Posso dizer que sei, mais ou menos, do que falo.
Tenho uma colega e amiga que casou com um jordano, ateu e de família bem posicionada socialmente no seu país. Tentaram fazer vida na Jordânia mas desistiram pois a família e os costumes fizeram-lhe a vida num inferno. Fixaram-se na Europa (junto da família dela) e continuam casados e felizes.
É verdade que o islão impõe regras muito rígidas e precisas às mulheres (aos homens menos) de conduta, vestuário, direitos paternais, etc.
Ainda alguém se lembra do escacaréu que os muçulmanos fizeram por causa das caricaturas? Eles não toleram opiniões sobre a sua religião mas podem permanentemente lançar fatah's contra praticantes de outras religiões. Instando ao assassínio em nome de deus. Estas posições têm que ser militantemente combatidas, por ateus, católicos, protestantes, judeus e muçulmanos amantes da tolerância.
As palavras do sr. cardeal não só não me espantaram, como concordo com elas.
Em primeiro lugar o sr. tem todo o direito de exprimir, em público ou em privado, a sua opinião. Depois não disse nada que 99% dos portugueses não pensem. Talvez não tenham é a ombridade de o reconhecerem.
Em segundo lugar o sr. não disse nenhuma mentira. Pode realmente trazer sarilhos enormes casar com um muçulmano. Pode. Não é obrigatório acontecer.
O que disse pode não ser politicamente correcto mas não deixa de ser verdade.
Durante o meu percurso académico convivi com muitos árabes muçulmanos e ateus e muçulmanos não árabes. Conheci afegãos, palestinianos de várias facções, jordanos, sírios, libaneses, iraquianos pró e anti Sadam (assisti a uma manifestação de estudantes anti-Sadam com uma contra manifestação pró Sadam) e muçulmanos de origem africana. Posso dizer que sei, mais ou menos, do que falo.
Tenho uma colega e amiga que casou com um jordano, ateu e de família bem posicionada socialmente no seu país. Tentaram fazer vida na Jordânia mas desistiram pois a família e os costumes fizeram-lhe a vida num inferno. Fixaram-se na Europa (junto da família dela) e continuam casados e felizes.
É verdade que o islão impõe regras muito rígidas e precisas às mulheres (aos homens menos) de conduta, vestuário, direitos paternais, etc.
Ainda alguém se lembra do escacaréu que os muçulmanos fizeram por causa das caricaturas? Eles não toleram opiniões sobre a sua religião mas podem permanentemente lançar fatah's contra praticantes de outras religiões. Instando ao assassínio em nome de deus. Estas posições têm que ser militantemente combatidas, por ateus, católicos, protestantes, judeus e muçulmanos amantes da tolerância.
10 janeiro 2009
Saia reciclada em saco novo
09 janeiro 2009
03 janeiro 2009
Ainda do Natal
Ganhei uma máquina fotográfica nova, uma misturadora,uma máquina de fazer pão e vários livros ( o do elefante Salomão já vai a meio).
A minha família adora-me.
Gilbardeira
A minha família adora-me.
Gilbardeira Amanhã voltam as rotinas - levar, trazer,levar, trazer,levar, trazer,levar, trazer, óóóó mããiiiííí onde stá o meu casaco/luvas/caderno/chave/livro/ténis????
31 dezembro 2008
Gola torcida ou cachecol multifunções
150 malhas em agulhas redondas, 4m meia+4m tricot a "descair" em cada carreira, na 1ª carreira torcer as agulhas e sai uma estola/cachecol/gola quentinha, prática e gira.
O único problema é ter sido feita a pensar em mim e ainda não a conseguir usar. É no que dá ter 2 filhas.




Um 2009 com bom humor e poucas depressões!
O único problema é ter sido feita a pensar em mim e ainda não a conseguir usar. É no que dá ter 2 filhas.




Um 2009 com bom humor e poucas depressões!
30 dezembro 2008
2008
Fechou como abriu: com um mau discurso do sr. Silva. Do sr. prof. Silva.
Nota-se muito a minha embirração com aquela figura de figo ressequído?
Nota-se muito a minha embirração com aquela figura de figo ressequído?
23 dezembro 2008
21 dezembro 2008
17 dezembro 2008
1, 2, 3...a treinar o Natal
A treinar os biscoitos natalícios

A treinar o trabalho infantil (vulgarmente apelidado de ocupação de férias)

A treinar as prendas

A treinar o trabalho infantil (vulgarmente apelidado de ocupação de férias)

A treinar as prendas
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10 dezembro 2008
27 novembro 2008
Saco em tishrt

Frequentemente tenho a sensação que a roupa se reproduz cá por casa. Para lavar, para passar, dobrar,arrumar. Depois aquela que não serve arruma-se para a amiga, ou talvez sirva para o ano que vem. A da filha mais velha guarda-se para a mais nova, o mesmo para os rapazes e ainda aquela que pode ser aproveitada, talvez, para qualquer coisa. Com isto tenho um sótão ocupado quase em exclusividade com roupas.
Hoje procurei camisolas e calças que possam servir ao Alexandre pois ele deu um grande pulo e, de repente, tudo lhe fica curto e os saldos ainda estão longe.
Com as calças e camisolas do filhote veio esta tishrt minha, quase nova mas não vestida há uns bons 4 anos.
Virou saco de compras e já foi ao mini-preço. Prática, barata e ecológica duas vezes.
24 novembro 2008
Finalmente descobri a razão de nunca ter sido convidada para o conselho de estado pelo sr. Presidente Cavaco Silva
Não faço ideia onde estava às 4 da tarde de 19 de Abril de 2001. Em ponto.
Também não preciso de álibi.
Também não preciso de álibi.
23 novembro 2008
17 novembro 2008
06 novembro 2008
Tempo relativo

Levanto-me às 7 e raramente me deito antes da uma da manhã. Poucas vezes me deito com a sensação de ter feito tudo o que queria ou precisava. Aquelas roupas, aquela gaveta, aquele livro, aquele telefonema, aquela conversa, aquele beijo... que ficaram em espera. Há sempre algo em modo de espera.
Ontem o mundo deu um pulo em frente. O discurso de vitória deixou-me de lágrima no olho.
Li a entrevista de Miguel Esteves Cardoso à revista Sábado (já saída em Outubro mas o tempo em espera...) e
a sua descrição das orgias de álcool, cocaína e anfetaminas no Independente deixou-me de cara à banda.
Há muito tempo que não falo dos meus filhos, não por não haver o que dizer.
É mais por não saber por onde começar, com tanta coisa nova sempre a acontecer. No Domingo fizemos uma sessão de cinema com a filha grande, vimos as modas, rimos e adorei um tempinho só nós duas, qual meninas crescidas onde homem não entra. A repetir. Não perdemos juntas, todas as segundas, a nossa série favorita.
Está cada vez mais parecida com a mãe, em gostos e mau feitio.
Um blog com desenhos muito bonitos. A menina talentosa é de Viseu.
29 outubro 2008
Dúvidas existenciais

Durante mais de um século encharcaram-nos os ouvidos com o papão das nacionalizações. Só a livre concorrência e tal garantia postos de trabalho, riqueza e coisas mais. Que só os bancos privados conseguiriam gerar mais valias que, por sua vez, levariam à riqueza de todos nós, ou quase.
Atão e agora é aqui a Lili Papaaçorda que tem que emprestar o tostãozinho para os banqueiros não se afundarem? São os meus a€rios que vão salvar os bancos e ainda me afundam a mão no bolso por forma do empréstimo à habitação?
Ai a minha vida!
27 outubro 2008
22 outubro 2008
Trabalho em progresso

Com o outono estou de volta ao tricot. Já tinha saudades do tec-tec das agulhas e de combinar cores. Ainda não decidimos se será um casaco ou um colete para a filhota pequena.
Nos intervalos fiz um boneco.
15 outubro 2008
14 outubro 2008
O Cavaquinho
Os Gato Fedorento regressaram. Em forma, para nos alegrar os dias e levarmos com melhor humor a subida da prestação da casa, da gasosa e da carcaça. E mais importante, para mim, mobiliza toda a família para o sofá frente à tv. Serão em família.
13 outubro 2008
08 outubro 2008
Caixas e caixotes

Todos os meios de comunicação nos impingem, a cada segundo, uma parafernália de bens. Hoje em dia raramente se entra numa loja, centro comercial, bancas de rua, que não se compre qualquer coisa. Por mim falo. Embora não me seduza passear em centros comerciais nem tenha tempo para "andar por aí a ver montras", de cada vez que arrumo a fundo os armários cá de casa (tento que seja uma vez por ano!), descubro sempre coisas compradas que nunca serviram. Nesses dias o contentor do lixo da minha rua fica a ganhar.
Vem isto a propósito da última grande brincadeira dominical dos meus filhotes mais pequenos. Provaram-me, mais uma vez, que o que é importante é a imaginação e a alegria da brincadeira e não a complexidade ou o preço do brinquedo.
Uma caixa de papelão. Uma caixa que estava na garagem à espera de ir para o papelão.
Ocupou toda a tarde.
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