13 outubro 2008
08 outubro 2008
Caixas e caixotes

Todos os meios de comunicação nos impingem, a cada segundo, uma parafernália de bens. Hoje em dia raramente se entra numa loja, centro comercial, bancas de rua, que não se compre qualquer coisa. Por mim falo. Embora não me seduza passear em centros comerciais nem tenha tempo para "andar por aí a ver montras", de cada vez que arrumo a fundo os armários cá de casa (tento que seja uma vez por ano!), descubro sempre coisas compradas que nunca serviram. Nesses dias o contentor do lixo da minha rua fica a ganhar.
Vem isto a propósito da última grande brincadeira dominical dos meus filhotes mais pequenos. Provaram-me, mais uma vez, que o que é importante é a imaginação e a alegria da brincadeira e não a complexidade ou o preço do brinquedo.
Uma caixa de papelão. Uma caixa que estava na garagem à espera de ir para o papelão.
Ocupou toda a tarde.
04 outubro 2008
O sr. Presidente se não tem nada interessante para dizer, além de descrever a espera das vaquinhas para a ordenha de 7 minutos(!), valia mais estar caladinho e dormir a sesta.
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opinião e má língua
03 outubro 2008
29 setembro 2008
Compota de Figo
Da série "eu respigo, ela respiga, nós aproveitamos os bens da natureza."

Escolhi 1,5kg dos figos maduros mas inteiros.Depois de lavados e escorridos mergulhei-os em água a ferver cerca de 5 minutos.

Deixei-os escorrer num pano e, entretanto, fiz uma calda de açúcar. Fervi 0,5kg de açúcar, durante 5 minutos com 2dl de água, um pau de canela e 3 cravinhos. Mergulhei os figos escorridos nesta calda e deixei cozer 20 minutos. Juntei o sumo dum limão grande e deixei apurar (+5 mn).

Depois de morno, tirei a canela e os cravinhos e deitei-os em frascos.
Pena ter feito apenas 1,5kg porque é uma compota deliciosa, não é demasiado doce e os figos ficam quase inteiros. Sozinha ou com gelado mnham...

Do resto dos figos apanhados fiz doce.

Escolhi 1,5kg dos figos maduros mas inteiros.Depois de lavados e escorridos mergulhei-os em água a ferver cerca de 5 minutos.

Deixei-os escorrer num pano e, entretanto, fiz uma calda de açúcar. Fervi 0,5kg de açúcar, durante 5 minutos com 2dl de água, um pau de canela e 3 cravinhos. Mergulhei os figos escorridos nesta calda e deixei cozer 20 minutos. Juntei o sumo dum limão grande e deixei apurar (+5 mn).

Depois de morno, tirei a canela e os cravinhos e deitei-os em frascos.
Pena ter feito apenas 1,5kg porque é uma compota deliciosa, não é demasiado doce e os figos ficam quase inteiros. Sozinha ou com gelado mnham...

Do resto dos figos apanhados fiz doce.
25 setembro 2008
23 setembro 2008
Outono

O Outono é a minha estação do ano favorita. Gosto das tonalidades da natureza, das colheitas, das vindimas.
As colheitas já chegaram à minha cozinha.
Vou ali fazer compota de figo, doce de figo, molhos de tomate variados para bases de pizza e massas, doce de amoras silvestres...
Depois volto.
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aproveitamento,
família
17 setembro 2008
Histórias de amor e tolerância
O Clermont treina-se afincadamente para a sua próxima função, cão-guia.Este gatito está à procura de casa: na semana passada, o meu vizinho tocou-me à campainha às 23h e 30 mn porque o nosso carro estava a miar. Pensou que nos tínhamos esquecido da Lala no carro. A Lala dormia descansada no cadeirão da cozinha, era um gatito pequenino, esfomeado, que estava enroscado no motor, para se aquecer. O 3 primeiros dias só comia, parecia uma bola com patas... Agora brinca com tudo e com todos, embora a Lala não lhe ache grande piada.
Por favor, por favor, por favor,não POSSO ter mais animais em casa. Quem se candidata?
De Famílias de Acolhimento está também muito necessitada a Escola de cães-guia, neste momento tem 5 cachorros (oferecidos) e não tem famílias onde colocá-los.
Se viver nas zonas de Viseu, Coimbra, Figueira da Foz ou Aveiro, ajude. É muito gratificante.
Estou sempre disponível para dar mais informações por e-mail.
16 setembro 2008
Inícios
Gosto de coisas novas. Gosto de começar, recomeçar. De provar novos sabores, de ler livros novos (adoro o cheiro do papel ao abrir um livro novo). Do cheiro dum bebé recém-nascido (saudades!).
Não gosto do início dos anos lectivos. Esta correria de taxista encartada, deixa-me exausta.
Não gosto do início dos anos lectivos. Esta correria de taxista encartada, deixa-me exausta.
08 setembro 2008
06 setembro 2008
22 agosto 2008
Olímpicos

foto daqui
Cheia de orgulho dele. Obrigada, Nelson.
Obrigada, Vanessa.
Obrigada, Obikwelu por teres escolhido representar, com tanto orgulho, este país (não sei bem porquê).
Coragem Naide, lá chegarás.
Já agora: haverá alguma ervinha nova a crescer na Jamaica?
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opinião e má língua
30 julho 2008
Guarda - Belmonte
Uma viagem a quatro, mais cão.
Guarda, a cidade dos f´s, onde a única coisa digna de ser vista - a catedral - estava fechada. Esperámos e nada, continuou trancada.
Seguimos para Belmonte. Valeu a pena. O castelo, o panteão dos Cabrais, o Museu Judaico, a Sinagoga, o museu do azeite.
Guarda, a cidade dos f´s, onde a única coisa digna de ser vista - a catedral - estava fechada. Esperámos e nada, continuou trancada.
Seguimos para Belmonte. Valeu a pena. O castelo, o panteão dos Cabrais, o Museu Judaico, a Sinagoga, o museu do azeite.
29 julho 2008
28 julho 2008
olá Carlinha,
espero que esteja tudo bem com toda a família, em especial com o bebé.
Peço desculpa pela demora mas o tempo não me sobra para tudo.
Bolo de cenoura
Ingredientes: 500 gr de cenoura 350gr de açucar, 4 ovos, 4 colheres de sopa de farinha com fermento, 1 laranja.
Cozer as cenouras e passá-las, deixar escorrer bem (importante), juntar o açúcar, a raspa e sumo da laranja, os ovos inteiros e bater. Juntar a farinha e bater.
Deitar o preparado num tabuleiro forrado com papel vegetal untado e enfarinhado. Cozer cerca de 20 mn em forno médio. Com cobertura de chocolate ´fica bom
espero que esteja tudo bem com toda a família, em especial com o bebé.
Peço desculpa pela demora mas o tempo não me sobra para tudo.
Bolo de cenoura
Ingredientes: 500 gr de cenoura 350gr de açucar, 4 ovos, 4 colheres de sopa de farinha com fermento, 1 laranja.
Cozer as cenouras e passá-las, deixar escorrer bem (importante), juntar o açúcar, a raspa e sumo da laranja, os ovos inteiros e bater. Juntar a farinha e bater.
Deitar o preparado num tabuleiro forrado com papel vegetal untado e enfarinhado. Cozer cerca de 20 mn em forno médio. Com cobertura de chocolate ´fica bom
25 julho 2008
Paraíso
Todos nós temos um cantinho, mesmo que imaginário, onde nos sentimos no céu.
O meu é uma aldeia (não divulgo o nome para não correr o risco de a ver invadida de curiosos) junto ao rio Paiva. Água límpida, relva,hortas, grandes carvalhos e castanheiros, amieiros e freixos.
Uma casa sem televisão e quase sem rede de telemóvel. Que mais se pode pedir?

O meu é uma aldeia (não divulgo o nome para não correr o risco de a ver invadida de curiosos) junto ao rio Paiva. Água límpida, relva,hortas, grandes carvalhos e castanheiros, amieiros e freixos.
Uma casa sem televisão e quase sem rede de telemóvel. Que mais se pode pedir?

21 julho 2008
18 julho 2008
Passeios e manualidades

Palácio do Gelo

Fontelo

Pulseiras e colares

Se há dez anos alguém me dissesse para plantar tomates (cereja) na varanda enviá-lo-ia para a consulta (do andar de cima) mais próxima.
17 julho 2008
15 julho 2008
Doce de groselha

O ingrediente principal - as groselhas - foi-me oferecido por uma das minhas amigas/abastecedoras, que sabem que cá em casa tudo tem aplicação e escoamento.
Pesavam, aproximadamente, um quilo. A que juntei outro kg de açucar.
Fervi em lume moderado mais ou menos uma hora.

Ficou uma delícia. Um frasco ficou muito desfalcado só ao lanche de hoje.Espero que as groselheiras produzam mais.
14 julho 2008
Assaltei uma fábrica de bibes...

ou como dos restos dos sacos de chá nasce uma manta destinada (pela pequenada) a manta de piquenique.

É a minha primeira manta de retalhos e estou encantada. Os filhotes pequenos adoram-na, baptizaram-na e inauguraram-na com um piquenique a lançar papagaios.
Ainda não está acolchoada porque não consegui atempadamente a baeta de algodão. Assim que a tiver quero substituir este batting sintético e acolchoá-la à mão.
08 julho 2008
De flor em flor
07 julho 2008
Retemperando forças
Ora pois, meus queridos leitores, sobrevivi. Sem um pedaço de mim, um pedaço importante, porque regula humores e metabolismos vitais. Engula-se diariamente terapia de substituição e, ala que se faz tarde.
O que me leva a pedir um conselho:
Estando eu de baixa, com ordens médicas de repouso moderado, sem carregar pesos e afins, como vou fazer a partir de hoje, sem marido (fora em trabalho), sem filhos mais velhos (trabalho), e com dois (2) pikenos super activos e de férias?
Ah, também não posso apanhar sol nem é recomendável expor-me a possíveis contágios.
Para já rumámos à Biblioteca Municipal e trouxemos uns livros sobre origami e bonecos de fios, tecidos e papel.
Sugestões são bem vindas e, mais ainda, actividades a realizar em Viseu.
29 junho 2008
25 junho 2008
Telegráficas com horizonte

Reserva do Cambarinho
- A Teresa encerrou um ciclo (o 1º ou o pós pré?), com Muito Bom e com uma festa do mais piroso possível. Com livro e diplomas de finalistas benzidos numa missa cantada, com meninos vestidos todos de igual (meninos dum lado, meninas do outro) com ares e poses ensaiados.Salvou-se a sardinhada e o vinho tinto.
- O Alex finalista na sexta que vem com chapéu à maneira e outros segredos mais ou menos bem guardados.
Mais uns anitos e os crianços saem da maternidade com diplomas de finalistas após a demorada e difícil estadia de três dias...
- Os mais velhos, acabados de ingressar (o contrário de finalista?) no mercado de trabalho, não têm direito a férias este ano. Meus meninos grandes, que as vossas carreiras profissionais vos tragam muitas alegrias e algum tostãozinho.
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filhos e etc
19 junho 2008
Porto

foto daqui
Depois dum dia passado na cidade do Porto, confesso que cada vez gosto mais da pronúncia deles. É genuína, verdadeira, sem peneiras. Falada pelo doutor e pelo arrumador.
Sem pedantismos beirões ou tiques de tias.
À tripeiro, pois então.
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coisas boas
16 junho 2008
Almofadão de retalhos

Pedaços de tecidos velhos, rasgados e recosidos na velha Oliva da minha mãe.
Muito longe desta beleza mas, cada pedaço de tecido tem uma história para mim. Pessoal e impossível de transmitir.
12 junho 2008
Mudanças superficiais
(...)
Já mudámos muito, desde os anos 30, ou não?
Muito pouco. Nos anos 30, as pessoas ainda iam, ao fim de semana, piquenicar para as hortas. Hoje não vão, mas vão para um Mcdonalds de um centro comercial e é exactamente a mesma coisa, a mesma ideia. As mudanças são superficiais.
(...)
Mário Claudio na Visão
Já mudámos muito, desde os anos 30, ou não?
Muito pouco. Nos anos 30, as pessoas ainda iam, ao fim de semana, piquenicar para as hortas. Hoje não vão, mas vão para um Mcdonalds de um centro comercial e é exactamente a mesma coisa, a mesma ideia. As mudanças são superficiais.
(...)
Mário Claudio na Visão
08 junho 2008
04 junho 2008
De quadradinho em quadradinho

Se fizer um quadradinho por dia (mais noite), daqui a uns 2 meses, os filhotes deixarão de disputar a outra.
O amigo Álvaro a lembrar que a coisa aqui está preta
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aproveitamento,
tricot
31 maio 2008
29 maio 2008
28 maio 2008
Desta Primavera sem início à vista
Ou será Verão?
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.
Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.

Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha

Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.
Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.

Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha

Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.
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