07 julho 2008
Retemperando forças
Ora pois, meus queridos leitores, sobrevivi. Sem um pedaço de mim, um pedaço importante, porque regula humores e metabolismos vitais. Engula-se diariamente terapia de substituição e, ala que se faz tarde.
O que me leva a pedir um conselho:
Estando eu de baixa, com ordens médicas de repouso moderado, sem carregar pesos e afins, como vou fazer a partir de hoje, sem marido (fora em trabalho), sem filhos mais velhos (trabalho), e com dois (2) pikenos super activos e de férias?
Ah, também não posso apanhar sol nem é recomendável expor-me a possíveis contágios.
Para já rumámos à Biblioteca Municipal e trouxemos uns livros sobre origami e bonecos de fios, tecidos e papel.
Sugestões são bem vindas e, mais ainda, actividades a realizar em Viseu.
29 junho 2008
25 junho 2008
Telegráficas com horizonte

Reserva do Cambarinho
- A Teresa encerrou um ciclo (o 1º ou o pós pré?), com Muito Bom e com uma festa do mais piroso possível. Com livro e diplomas de finalistas benzidos numa missa cantada, com meninos vestidos todos de igual (meninos dum lado, meninas do outro) com ares e poses ensaiados.Salvou-se a sardinhada e o vinho tinto.
- O Alex finalista na sexta que vem com chapéu à maneira e outros segredos mais ou menos bem guardados.
Mais uns anitos e os crianços saem da maternidade com diplomas de finalistas após a demorada e difícil estadia de três dias...
- Os mais velhos, acabados de ingressar (o contrário de finalista?) no mercado de trabalho, não têm direito a férias este ano. Meus meninos grandes, que as vossas carreiras profissionais vos tragam muitas alegrias e algum tostãozinho.
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19 junho 2008
Porto

foto daqui
Depois dum dia passado na cidade do Porto, confesso que cada vez gosto mais da pronúncia deles. É genuína, verdadeira, sem peneiras. Falada pelo doutor e pelo arrumador.
Sem pedantismos beirões ou tiques de tias.
À tripeiro, pois então.
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16 junho 2008
Almofadão de retalhos

Pedaços de tecidos velhos, rasgados e recosidos na velha Oliva da minha mãe.
Muito longe desta beleza mas, cada pedaço de tecido tem uma história para mim. Pessoal e impossível de transmitir.
12 junho 2008
Mudanças superficiais
(...)
Já mudámos muito, desde os anos 30, ou não?
Muito pouco. Nos anos 30, as pessoas ainda iam, ao fim de semana, piquenicar para as hortas. Hoje não vão, mas vão para um Mcdonalds de um centro comercial e é exactamente a mesma coisa, a mesma ideia. As mudanças são superficiais.
(...)
Mário Claudio na Visão
Já mudámos muito, desde os anos 30, ou não?
Muito pouco. Nos anos 30, as pessoas ainda iam, ao fim de semana, piquenicar para as hortas. Hoje não vão, mas vão para um Mcdonalds de um centro comercial e é exactamente a mesma coisa, a mesma ideia. As mudanças são superficiais.
(...)
Mário Claudio na Visão
08 junho 2008
04 junho 2008
De quadradinho em quadradinho

Se fizer um quadradinho por dia (mais noite), daqui a uns 2 meses, os filhotes deixarão de disputar a outra.
O amigo Álvaro a lembrar que a coisa aqui está preta
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31 maio 2008
29 maio 2008
28 maio 2008
Desta Primavera sem início à vista
Ou será Verão?
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.
Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.

Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha

Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.
Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.

Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha

Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.
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25 maio 2008
...

O que leva centenas (a tv diz milhares) de pessoas a esperarem, debaixo de chuva torrencial, para verem passar um autocarro??????
Já agora, o anúncio diz, a páginas tantas, que Portugal é um país de sócios.
Será que eu podia deixar de pagar as quotas? IRS,IRC, IVA, IA, ISC, e o Imposto sobre o etc? Posso? Posso?
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20 maio 2008
18 maio 2008
16 maio 2008
Prova de Aferição versus Exame da 4ª classe
Em dia de Prova de Aferição a T. levantou-se antes do despertador, lavou-se, vestiu-se e pediu um menu diferente para o pequeno almoço.
Não evidenciava nervosismo e apenas pediu que fosse eu a levá-la à escola e um beijinho de boa sorte.
Tão diferente do meu Exame da 4ª classe!
Em 1969 (sim) eram o medo, a ansiedade e a vergonha perante o desconhecido que comandavam as nossas tripas. E quando digo nossas incluo a professora, tão ou mais nervosa que nós. Ela também estava em cheque.
A própria estrutura do exame era assustadora.
Fomos fazer o exame numa freguesia distante, alguns dos alunos foi a primeira vez que viajaram de carreira, ou seja de veículo motorizado. Todos de vestido domingueiro, lavadinhos e, de preferência, sem piolhos. Da minha classe apenas 4 prosseguiriam estudos, os outros queriam apenas o diploma da 4ª classe.
Da parte da manhã realizou-se a prova escrita e de tarde a prova oral. Recordo a prova oral, um pouco como uma coisa saída da idade das trevas. Uma menina de dez anos, lavadinha, de vestido a estrear costurado (muito bem) pela mãe,perante um júri, totalmente masculino (eu só conhecia 2 professoras), sentado debaixo do crucifixo com o Américo Tomaz à direita e o Marcelo Caetano à esquerda.A gaguejar as respostas.
Este país, felizmente, mudou muito!
Não evidenciava nervosismo e apenas pediu que fosse eu a levá-la à escola e um beijinho de boa sorte.
Tão diferente do meu Exame da 4ª classe!
Em 1969 (sim) eram o medo, a ansiedade e a vergonha perante o desconhecido que comandavam as nossas tripas. E quando digo nossas incluo a professora, tão ou mais nervosa que nós. Ela também estava em cheque.
A própria estrutura do exame era assustadora.
Fomos fazer o exame numa freguesia distante, alguns dos alunos foi a primeira vez que viajaram de carreira, ou seja de veículo motorizado. Todos de vestido domingueiro, lavadinhos e, de preferência, sem piolhos. Da minha classe apenas 4 prosseguiriam estudos, os outros queriam apenas o diploma da 4ª classe.
Da parte da manhã realizou-se a prova escrita e de tarde a prova oral. Recordo a prova oral, um pouco como uma coisa saída da idade das trevas. Uma menina de dez anos, lavadinha, de vestido a estrear costurado (muito bem) pela mãe,perante um júri, totalmente masculino (eu só conhecia 2 professoras), sentado debaixo do crucifixo com o Américo Tomaz à direita e o Marcelo Caetano à esquerda.A gaguejar as respostas.
Este país, felizmente, mudou muito!
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filhos e etc
14 maio 2008
Importância
- Na China morreram milhares de pessoas e há milhões de desalojados debaixo de chuva torrencial.
- Na Birmânia há milhares de mortos e milhão e meio de pessoas sem comida e água potável.
- Os combustíveis subiram outra vez.
O que faz as paragonas dos jornais? O que abre os noticiários?
Um cigarro fumado num avião.
Vão dar banho ao cão.
- Na Birmânia há milhares de mortos e milhão e meio de pessoas sem comida e água potável.
- Os combustíveis subiram outra vez.
O que faz as paragonas dos jornais? O que abre os noticiários?
Um cigarro fumado num avião.
Vão dar banho ao cão.
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opinião e má língua
Actrizes
Já por aqui tinha falado de algumas actividades das escolas dos filhos mais novos.Uma de que ainda não falei foi uma peça de teatro, inteiramente feita por mães e filhas. O Zé das Moscas, história do António Torrado.
Apresentámos a peça, na escola da Teresa, há um mês atrás. Correu bastante bem, e fomos convidadas para a apresentar na sede do Agrupamento de Escolas para os alunos mais velhos e, pasme-se, com a presença do autor.
Como a foto não deixa mentir- até com os seus aplausos.
Vou ali limpar a baba....
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11 maio 2008
09 maio 2008
04 maio 2008
Falta de chá
Fiquei a saber pela Ler que António Lobo Antunes nunca leu nenhum livro de José Saramago. Segundo consta (sem confirmação oficial) o contrário também é verdade.
Custa-me um pouco a acreditar - vaidosos como poucos, que não se leiam às escondidas...
Eu, leitora fiel e apaixonada de ambos, fico triste. A escrita fina de Lobo Antunes encantou-me durante anos, os livros recentes nem tanto. De Saramago adoro a imaginação e, sempre que termino mais um livro fica-me a pergunta: onde vai ele buscar a inspiração?
Custa-me um pouco a acreditar - vaidosos como poucos, que não se leiam às escondidas...
Eu, leitora fiel e apaixonada de ambos, fico triste. A escrita fina de Lobo Antunes encantou-me durante anos, os livros recentes nem tanto. De Saramago adoro a imaginação e, sempre que termino mais um livro fica-me a pergunta: onde vai ele buscar a inspiração?
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25 abril 2008
25 de Abril


"Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim"
Chico Buarque - Tanto mar
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24 abril 2008
Casaco desencalhado
Finalmente pronto e a uso. Como já relatei, fiz, desfiz e voltei a fazer, as mangas e o decote/debrum. Gosto do resultado e a lã (brancal) é muito fofa e agradável. A pregadeira é feita duma camisola velha feltrada e com centro em crochet. Coloquei para a foto.

Agora estou dedicada à máquina de costura.
No infantário do Alexandre vão fazer uma feira de chás e ervas aromáticas, oferecidas pelos pais e depois de ensacadas vendidas.
Só que os pais, avós, etc, ofereceram tantos chás que as educadoras, estagiárias e demais pessoal não conseguiam fazer tanto saco. Pediram ajuda e duas mães (eu e outra alma caridosa/parva/activa) fizemos cerca de 80 sacos de diversos tamanhos. Os tecidos foram oferecidos, restos duma loja de cortinados e duma fábrica de batas.
Prometo fotos com os sacos cheios.
Na escola da Teresa preparam a festa do final do ano que, tradicionalmente, é organizada pelos pais dos alunos finalistas. Também me calha a mim. É necessário angariar fundos e, como as carteiras andam com fundo vazio, toca de fazer uma barraquinha nas festas do bairro (início de Maio). A minha companheira dos sacos de chá também tem aqui uma finalista logo pensámos em dar uso ao resto dos retalhos e, com outra amiga destas andanças manuais e, também mãe de finalista, deitámos mãos e pés à máquina.
A minha contribução actual

Agora estou dedicada à máquina de costura.
No infantário do Alexandre vão fazer uma feira de chás e ervas aromáticas, oferecidas pelos pais e depois de ensacadas vendidas.
Só que os pais, avós, etc, ofereceram tantos chás que as educadoras, estagiárias e demais pessoal não conseguiam fazer tanto saco. Pediram ajuda e duas mães (eu e outra alma caridosa/parva/activa) fizemos cerca de 80 sacos de diversos tamanhos. Os tecidos foram oferecidos, restos duma loja de cortinados e duma fábrica de batas.
Prometo fotos com os sacos cheios.
Na escola da Teresa preparam a festa do final do ano que, tradicionalmente, é organizada pelos pais dos alunos finalistas. Também me calha a mim. É necessário angariar fundos e, como as carteiras andam com fundo vazio, toca de fazer uma barraquinha nas festas do bairro (início de Maio). A minha companheira dos sacos de chá também tem aqui uma finalista logo pensámos em dar uso ao resto dos retalhos e, com outra amiga destas andanças manuais e, também mãe de finalista, deitámos mãos e pés à máquina.
A minha contribução actual
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23 abril 2008
20 abril 2008
život je čudo - A vida é um Milagre

Decidida a pôr em dia o bom cinema que perdi nestes últimos anos, lá encontrei "A Vida é um Milagre" de Emir Kusturica (do Gato preto gato branco) em formato DVD.
Uma história sobre o amor e a esperança, nos intervalos da morte.
Uma banda sonora excelente (como sempre nos filmes de Kusturica)e um optimismo delirante.
A reter: a morte não dói, custa é viver.
Consegui acabar o meu casaco encalhado, com um bocado de Inverno ainda lhe dou bastante uso. Quando conseguir uma foto decente mostro.
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17 abril 2008
A não esquecer
Ler com muita atenção. Também eu me revi neste texto, a mesma escola salazarenta, a mesma vara, uma régua de cem olhos, o mesmo medo. Diferente apenas o ser numa pequena aldeia,
Megalómanos?
Viseu tem menos de 50 000 habitantes, não chegando aos 70 000 no seu perímetro urbano.
Dito isto ( parafraseando MRS), como se rentabiliza este investimento?
Expliquem -me lá isto sfv*:
No dia 15 de Abril foi inaugurado o segundo maior centro comercial do país, em Viseu. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Viseu, o Palácio do Gelo trará muito mais gente à cidade. Para Fernando Ruas, o vasto complexo criará, inclusivamente, uma nova centralidade. Aliás, o autarca sublinha que “todos os viseenses reconhecem que o Grupo Visabeira foi das coisas boas que nos aconteceram."
Dito isto ( parafraseando MRS), como se rentabiliza este investimento?
Expliquem -me lá isto sfv*:
No dia 15 de Abril foi inaugurado o segundo maior centro comercial do país, em Viseu. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Viseu, o Palácio do Gelo trará muito mais gente à cidade. Para Fernando Ruas, o vasto complexo criará, inclusivamente, uma nova centralidade. Aliás, o autarca sublinha que “todos os viseenses reconhecem que o Grupo Visabeira foi das coisas boas que nos aconteceram."
Recorde-se que o novo Palácio do Gelo com mais de 175 mil m² de área total, irá albergar, entre muitas (lojas, lojas e mais lojas) outras coisas, Hipermercado, Espaço de desporto e bem-estar (que inclui 4 piscinas sendo uma Olímpica), Spa, 6 salas de cinema com equipamento digital e 3D comercial, bem como uma Praça de Restauração com mais de 5 mil m² e uns fantásticos terraços exteriores com vista privilegiada para as Serras da Estrela e do Caramulo. O custo desta obra rondou os 120 milhões de euros.
*podem fazer um, ou vários, desenhos
Nota fora de tempo: gostava de trabalhar na Fnac de Viseu, haverá alguma vaga?
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13 abril 2008
Saídas
Na segunda actualizei-me cinematograficamente - ri e chorei com Nunca é Tarde Demais. Excelentes os septuagenários Jack e Morgan.
Descobri uma boa razão para não me tentar na compra do café mais caro do mundo - Kopi Luwak .
Na quarta revisitei o non sense no teatro com os Monthy Python em versão portuguesa. Gostei.
Descobri uma boa razão para não me tentar na compra do café mais caro do mundo - Kopi Luwak .
Na quarta revisitei o non sense no teatro com os Monthy Python em versão portuguesa. Gostei.
04 abril 2008

Recebi este prémio desta querida amiga :)
Obrigada pela distinção e que, apesar das dificuldades, consigas manter sempre esse espírito lutador e generoso.
1) Este prémio deverá ser atribuído aos blogs que considera bons e aqueles que costuma visitar regularmente e deixa comentários;
2) Quando o prémio é recebido deverá fazer um post indicando a pessoa que lhe atribuiu o prémio e a respectiva ligação ao blog;
3) Indicar 7 blogs para atribuição do prémio;
4) Deverás ser exibido orgulhosamente o selo do prémio, de preferência com ligação ao local onde é falado dele.
Os nomeados do dia são:
* Os meus meninos - o cantinho da minha mana muito querida (impossível deixar para trás) :)
* Laços de ternura - cantinho de uma amiga muito querida e especial, uma lutadora que nunca perdeu a capacidade de sonhar;
* Pequenos Grandes Amores - uma amiga e mulher linda, por quem sinto muito carinho, e os seus dois amores
* Bichinho Feio - porque gosto muito de ler as aventuras e desventuras destes bichinhos e sua mamã :)
* Filhos&Cadilhos - uma mulher/mamã com quem aprendo e simpatizo bastante e com um dom de mãos fabuloso :)
Há outros mais, que gosto MUITO de visitar, alguns deles já receberam este prémio, mas como é suposto nomear apenas 7... Fica um beijo enorme para todos :)
30 março 2008
Passeio
Onze anos depois, com a segunda ninhada de filhos, sempre a descobrir novos encantos.
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família
25 março 2008
22 março 2008
O meu primeiro folar
500 gr de farinha, 3 ovos, 125 gr de açúcar, 2 colheres de sopa (cs) de azeite, raspa dum limão, 30 gr de fermento de padeiro, uma pitada de sal, 1 cs de vinho do Porto, água morna qb.

Bater com vara de arames o fermento num pouco de água morna, juntar os ovos, o azeite, a raspa de limão e o vinho do Porto.
A farinha coloca-se na bancada, abre-se um buraco no meio onde se verte o líquido anterior.
Amassa-se muito bem.

Deixa-se levedar 2 horas.

Cozem-se os ovos em água com cascas de cebola.

Tendem-se os folares, colocam-se os ovos sobre cada folar e cruzam-se fitas da massa sobre os ovos.

Cozem-se em forno a 210º cca 35-40 minutos.

Ficou muito bom. A família (numerosa, eu sei) devorou um inteiro, a seguir ao jantar. Simples e com manteiga, mnham...
A receita é adaptada do folar tradicional da região de Aveiro (não aprecio o de Viseu que é salgado e não doce) e deu-me para dois folares pequenos. No meu forno caberia outro tanto.
Boa Páscoa

Bater com vara de arames o fermento num pouco de água morna, juntar os ovos, o azeite, a raspa de limão e o vinho do Porto.
A farinha coloca-se na bancada, abre-se um buraco no meio onde se verte o líquido anterior.
Amassa-se muito bem.

Deixa-se levedar 2 horas.

Cozem-se os ovos em água com cascas de cebola.

Tendem-se os folares, colocam-se os ovos sobre cada folar e cruzam-se fitas da massa sobre os ovos.

Cozem-se em forno a 210º cca 35-40 minutos.

Ficou muito bom. A família (numerosa, eu sei) devorou um inteiro, a seguir ao jantar. Simples e com manteiga, mnham...
A receita é adaptada do folar tradicional da região de Aveiro (não aprecio o de Viseu que é salgado e não doce) e deu-me para dois folares pequenos. No meu forno caberia outro tanto.
Boa Páscoa
21 março 2008
14 março 2008
A revolta dos professores versus ensino dos meus filhos
Já muito escrevi neste blog sobre a escola pública : as boas experiência, as más, as assim-assim e as péssimas. Sobre o preço/política do livro escolar, os ATL, as extra-curriculares, etc, etc.
Sobre os últimos acontecimentos (ou guerra aberta) tenho mantido o silêncio, por não estar abertamente de nenhum lado. Deixo aqui a opinião do Francisco José Viegas por ser quase, quase a minha. Num português mais bonito, claro.
A guerra das escolas. Um ponto da situação. As queixas sobre a educação encontraram agora um argumento político de força, graças à manifestação dos professores. A avaliação iria pôr termo a todos os males e levar-nos ao caminho da civilização. Mas, na verdade, a guerra contra os professores e os pedidos para que as autoridades actuem sem recuo faz esquecer o pormenor: avaliem o trabalho do Ministério nos últimos vinte anos. Não dos proprietários ou ocupantes temporários da pasta, mas dos verdadeiros donos do ME, uma classe de experimentalistas que elaboraram programas, preâmbulos a programas, ordens burocráticas e documentos sobre procedimentos burocráticos, escalas de reuniões e curricula absurdos (e que, inclusive, autorizou curricula ainda mais absurdos para valorização «profissional» de professores hábeis, muito hábeis), ausência de razoabilidade em processos disciplinares, reformas e contra-reformas curriculares ao sabor de pantomineirices (como a TLEBS, a imbecilização no ensino da Matemática, da História e da Ciência) que favoreceram a falta de cultura científica e de hábitos de trabalho dos estudantes. Esses são os verdadeiros responsáveis. Meter na escola – essa arena onde o ME sempre esteve impune e sempre defendeu a sua autoridade para impor regras e princípios sem discussão e sem participação – pais, autarquias, estatísticas, julgamentos pelos pares, inspectores sem competência científica e até gente analfabeta mas com todo o conhecimento da novilíngua ministerial providenciada por génios que raramente ou nunca deram aulas ou estiveram mais de dois anos seguidos numa escola, não é o melhor método de nos levar ao caminho da civilização.
Claro que se pode questionar uma avaliação feita contra os professores, mas essa é uma guerra fácil e cheia de armadilhas. Basta ver os blogs, de esquerda e de direita, pedindo autoridade, disciplina e avaliação. Avaliam-se resultados, sim; mas com que instrumentos, com que programas escolares, com que linguagem técnica?
A questão, aqui, não é a de dar crédito aos sindicatos ou às multidões, a de apoiar a ministra (mais uma vez, aliás, é o secretário de Estado Jorge Pedreira que vem salvar a nau...) ou a de considerar que qualquer recuo é uma derrota de José Sócrates. Outras equipas optaram por outro caminho: primeiro, tratar da matéria educativa, dos programas, dos curricula, de um estatuto do aluno sério e capaz, da chegada do rigor (esse sim) ao ensino das ciências e das humanidades – depois, tratar também da avaliação dos professores. Estranho, por isso, que tanta gente caia na armadilha.
Na verdade, esta ministra não tratou de reformar a escola, nem o ensino, nem a educação; tratou, isso sim, e com razoável eficácia, de melhorar as estatísticas e de disciplinar o funcionamento da rede ministerial (desde os célebres corredores da Av. 5 de Outubro às regras para auxiliares administrativos, comportamento de professores e de sindicalistas). Fez bem. Era um ponto. Mas a verdadeira reforma, aquela que este sistema de avaliação há-de esconder, essa não me parece que esteja a ser feita. Coisas simples: o que defende o ME sobre a utilização de calculadoras no ensino básico?; o que diz o ME sobre o programa de ensino de Português?; por que razão entrega de mão beijada o ensino da Literatura e da Filosofia?; por que razão se continua a autorizar o aumento do preço do livro escolar (vem aí, vem aí, preparem-se...)?; foram os professores ouvidos sobre as reformas curriculares? Eu queria um ME que se preocupasse com isso. Argumentarão que a avaliação é o primeiro passo para que o ME deixe de tratar todos os professores como «os professores» e passe a distinguir os bons, os maus e os outros. Mas a fazer o quê, nas escolas?
Sobre os últimos acontecimentos (ou guerra aberta) tenho mantido o silêncio, por não estar abertamente de nenhum lado. Deixo aqui a opinião do Francisco José Viegas por ser quase, quase a minha. Num português mais bonito, claro.
A guerra das escolas. Um ponto da situação. As queixas sobre a educação encontraram agora um argumento político de força, graças à manifestação dos professores. A avaliação iria pôr termo a todos os males e levar-nos ao caminho da civilização. Mas, na verdade, a guerra contra os professores e os pedidos para que as autoridades actuem sem recuo faz esquecer o pormenor: avaliem o trabalho do Ministério nos últimos vinte anos. Não dos proprietários ou ocupantes temporários da pasta, mas dos verdadeiros donos do ME, uma classe de experimentalistas que elaboraram programas, preâmbulos a programas, ordens burocráticas e documentos sobre procedimentos burocráticos, escalas de reuniões e curricula absurdos (e que, inclusive, autorizou curricula ainda mais absurdos para valorização «profissional» de professores hábeis, muito hábeis), ausência de razoabilidade em processos disciplinares, reformas e contra-reformas curriculares ao sabor de pantomineirices (como a TLEBS, a imbecilização no ensino da Matemática, da História e da Ciência) que favoreceram a falta de cultura científica e de hábitos de trabalho dos estudantes. Esses são os verdadeiros responsáveis. Meter na escola – essa arena onde o ME sempre esteve impune e sempre defendeu a sua autoridade para impor regras e princípios sem discussão e sem participação – pais, autarquias, estatísticas, julgamentos pelos pares, inspectores sem competência científica e até gente analfabeta mas com todo o conhecimento da novilíngua ministerial providenciada por génios que raramente ou nunca deram aulas ou estiveram mais de dois anos seguidos numa escola, não é o melhor método de nos levar ao caminho da civilização.
Claro que se pode questionar uma avaliação feita contra os professores, mas essa é uma guerra fácil e cheia de armadilhas. Basta ver os blogs, de esquerda e de direita, pedindo autoridade, disciplina e avaliação. Avaliam-se resultados, sim; mas com que instrumentos, com que programas escolares, com que linguagem técnica?
A questão, aqui, não é a de dar crédito aos sindicatos ou às multidões, a de apoiar a ministra (mais uma vez, aliás, é o secretário de Estado Jorge Pedreira que vem salvar a nau...) ou a de considerar que qualquer recuo é uma derrota de José Sócrates. Outras equipas optaram por outro caminho: primeiro, tratar da matéria educativa, dos programas, dos curricula, de um estatuto do aluno sério e capaz, da chegada do rigor (esse sim) ao ensino das ciências e das humanidades – depois, tratar também da avaliação dos professores. Estranho, por isso, que tanta gente caia na armadilha.
Na verdade, esta ministra não tratou de reformar a escola, nem o ensino, nem a educação; tratou, isso sim, e com razoável eficácia, de melhorar as estatísticas e de disciplinar o funcionamento da rede ministerial (desde os célebres corredores da Av. 5 de Outubro às regras para auxiliares administrativos, comportamento de professores e de sindicalistas). Fez bem. Era um ponto. Mas a verdadeira reforma, aquela que este sistema de avaliação há-de esconder, essa não me parece que esteja a ser feita. Coisas simples: o que defende o ME sobre a utilização de calculadoras no ensino básico?; o que diz o ME sobre o programa de ensino de Português?; por que razão entrega de mão beijada o ensino da Literatura e da Filosofia?; por que razão se continua a autorizar o aumento do preço do livro escolar (vem aí, vem aí, preparem-se...)?; foram os professores ouvidos sobre as reformas curriculares? Eu queria um ME que se preocupasse com isso. Argumentarão que a avaliação é o primeiro passo para que o ME deixe de tratar todos os professores como «os professores» e passe a distinguir os bons, os maus e os outros. Mas a fazer o quê, nas escolas?
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13 março 2008
O barril de petróleo atingiu os 110 dólares
Imaginem se fosse barato.
Portugal é o país onde menos se anda a pé, no conjunto da UE a 15. Em média um português fez 342 quilómetros no ano de 2000, segundo os dados da Eurostat (gabinete de estatística europeu) citados no relatório “Climate for a transport change" . Os alemães e os luxemburgueses são os que mais caminham: fazem a pé 431 e 457 quilómetros por ano, respectivamente. A média europeia é de 382 quilómetros anuais.
A bicicleta é o meio de transporte mais menosprezado pelos portugueses. Em média, um português fez 29 quilómetros por ano. Mais uma vez, estes dados colocam Portugal no fim da tabela juntamente com Espanha e Luxemburgo. Os dinamarqueses e os holandeses são os que mais pedalam: 936 e 848 quilómetros por ano, respectivamente. "
Portugal é o país onde menos se anda a pé, no conjunto da UE a 15. Em média um português fez 342 quilómetros no ano de 2000, segundo os dados da Eurostat (gabinete de estatística europeu) citados no relatório “Climate for a transport change" . Os alemães e os luxemburgueses são os que mais caminham: fazem a pé 431 e 457 quilómetros por ano, respectivamente. A média europeia é de 382 quilómetros anuais.
A bicicleta é o meio de transporte mais menosprezado pelos portugueses. Em média, um português fez 29 quilómetros por ano. Mais uma vez, estes dados colocam Portugal no fim da tabela juntamente com Espanha e Luxemburgo. Os dinamarqueses e os holandeses são os que mais pedalam: 936 e 848 quilómetros por ano, respectivamente. "
Estarei só?

A figurinha que dá pelo nome de Ribau Esteves provoca-me urticária!
O Santana também mas, pelo menos, não é sopinha de massa.
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11 março 2008
Em resumo
Ultimamente não tenho falado em manualidades mas, não significa que tenha estado parada.
Tenho uns quantos trabalhos começados, que nem atam nem desatam.
O casaco tem-me dado algumas dores de cabeça. Não consigo que fique como eu quero, já desmanchei as mangas, para voltar a fazer. O debrum já desmanchei duas vezes e nem à terceira está como eu idealizei.

Fiz uma manta para a filha duma amiga (nasceu ontem - parabéns Beatriz)), usei um fio da Rosários4, muito suave ao toque e com cores originais. O fio que comprei não chegou e, quando quis comprar mais, já não encontrei o mesmo tinto. Improvisei um debrum em crochet rosa. Não ficou feio mas não era o que eu queria.

Com estes imbróglios todos seguidos, mais uns problemitas de saúde que, além das dores, fazem-me passar demasiado tempo em salas de espera - onde se espera e desespera, vi o desafio da Solange Como não sou grande fã do Brad virei-me para mala. A bem dizer também não sou fã de cópias , logo toca de criar uma.
Usei pura lã da Serra da Estrela (comprada há uns 8 anos) e uma pega duma mala sem uso.

Um forro com muitos bolsos - onde se arrume a tralha toda sem ser ao molho, e fecho magnético.

Posso não ter a figura da Angeline mas vou fazer um figurão com esta mala.
Nota: ainda tenho lã para mais uma mala se alguém estiver interessado apite.
Tenho uns quantos trabalhos começados, que nem atam nem desatam.
O casaco tem-me dado algumas dores de cabeça. Não consigo que fique como eu quero, já desmanchei as mangas, para voltar a fazer. O debrum já desmanchei duas vezes e nem à terceira está como eu idealizei.

Fiz uma manta para a filha duma amiga (nasceu ontem - parabéns Beatriz)), usei um fio da Rosários4, muito suave ao toque e com cores originais. O fio que comprei não chegou e, quando quis comprar mais, já não encontrei o mesmo tinto. Improvisei um debrum em crochet rosa. Não ficou feio mas não era o que eu queria.

Com estes imbróglios todos seguidos, mais uns problemitas de saúde que, além das dores, fazem-me passar demasiado tempo em salas de espera - onde se espera e desespera, vi o desafio da Solange Como não sou grande fã do Brad virei-me para mala. A bem dizer também não sou fã de cópias , logo toca de criar uma.
Usei pura lã da Serra da Estrela (comprada há uns 8 anos) e uma pega duma mala sem uso.

Um forro com muitos bolsos - onde se arrume a tralha toda sem ser ao molho, e fecho magnético.

Posso não ter a figura da Angeline mas vou fazer um figurão com esta mala.
Nota: ainda tenho lã para mais uma mala se alguém estiver interessado apite.
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tricot
06 março 2008
28 fevereiro 2008
Notas avulso
Kosovo - que futuro para um país com 2 milhões de habitantes, onde o desemprego é de 57% e a única "indútria" conhecida é o tráfico de armas e droga com cheiro a Al qaeda?
Bexiga - levou uma tareia e ainda vai acabar condenado?
Medvedev - com um presidente urso (tradução literal do nome) a Rússia dá mais um passo. Falta saber para onde.
Óscares - não conheço nenhum filme dos galardoados. Que me lembre, nunca tinha acontecido.
Bexiga - levou uma tareia e ainda vai acabar condenado?
Medvedev - com um presidente urso (tradução literal do nome) a Rússia dá mais um passo. Falta saber para onde.
Óscares - não conheço nenhum filme dos galardoados. Que me lembre, nunca tinha acontecido.
25 fevereiro 2008
23 fevereiro 2008
22 fevereiro 2008
Bicharada
Início do jantar. O filho maior (19) convenientemente vestido e penteado para sair logo a seguir.
Entre colheres de sopa, a filha menor (9) atira:
- Ólha o meu irmão parece um ouriço-cacheiro!
As minhas filhas são boas observadoras e têm línguas afiadas
Entre colheres de sopa, a filha menor (9) atira:
- Ólha o meu irmão parece um ouriço-cacheiro!
As minhas filhas são boas observadoras e têm línguas afiadas
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filhos
14 fevereiro 2008
Congratulo-me
A Casa da Música está de parabéns por ter, a partir de agora, Dalila Rodrigues nos seus quadros.
Sei que Dalila Rodrigues fará, como lhe é habitual, um bom trabalho.
Aproveito para deixar uma pequena achega:
Dalila Rodrigues mudou-se de Viseu para Lisboa e mimetisou a pronúncia da linha (à tia), espero que com esta mudança para o Porto, não comece a falar à tripeiro. Não que eu gostasse de a ouvir falar à Zé Cesário... mas nem oito nem oitenta!
Sei que Dalila Rodrigues fará, como lhe é habitual, um bom trabalho.
Aproveito para deixar uma pequena achega:
Dalila Rodrigues mudou-se de Viseu para Lisboa e mimetisou a pronúncia da linha (à tia), espero que com esta mudança para o Porto, não comece a falar à tripeiro. Não que eu gostasse de a ouvir falar à Zé Cesário... mas nem oito nem oitenta!
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coisas boas,
viseu
08 fevereiro 2008
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