Recebida via mail (bem abençoada seja a internet).
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em
gozar com os erros dos alunos.
- Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o
professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o
humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971),
mais conhecido como o 'Barão de Itararé'
.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro:
dois meus e dois seus.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.
A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou
acreditarem que o tem,
acham-se no direito de subestimar os outros... Haja feno!
16 janeiro 2009
15 janeiro 2009
Nunca pensei
Nunca pensei, como ateísta convicta e militante, encontrar-me no papel de defensora do cardeal patriarca. Parece que há mesmo uma primeira vez para tudo.
As palavras do sr. cardeal não só não me espantaram, como concordo com elas.
Em primeiro lugar o sr. tem todo o direito de exprimir, em público ou em privado, a sua opinião. Depois não disse nada que 99% dos portugueses não pensem. Talvez não tenham é a ombridade de o reconhecerem.
Em segundo lugar o sr. não disse nenhuma mentira. Pode realmente trazer sarilhos enormes casar com um muçulmano. Pode. Não é obrigatório acontecer.
O que disse pode não ser politicamente correcto mas não deixa de ser verdade.
Durante o meu percurso académico convivi com muitos árabes muçulmanos e ateus e muçulmanos não árabes. Conheci afegãos, palestinianos de várias facções, jordanos, sírios, libaneses, iraquianos pró e anti Sadam (assisti a uma manifestação de estudantes anti-Sadam com uma contra manifestação pró Sadam) e muçulmanos de origem africana. Posso dizer que sei, mais ou menos, do que falo.
Tenho uma colega e amiga que casou com um jordano, ateu e de família bem posicionada socialmente no seu país. Tentaram fazer vida na Jordânia mas desistiram pois a família e os costumes fizeram-lhe a vida num inferno. Fixaram-se na Europa (junto da família dela) e continuam casados e felizes.
É verdade que o islão impõe regras muito rígidas e precisas às mulheres (aos homens menos) de conduta, vestuário, direitos paternais, etc.
Ainda alguém se lembra do escacaréu que os muçulmanos fizeram por causa das caricaturas? Eles não toleram opiniões sobre a sua religião mas podem permanentemente lançar fatah's contra praticantes de outras religiões. Instando ao assassínio em nome de deus. Estas posições têm que ser militantemente combatidas, por ateus, católicos, protestantes, judeus e muçulmanos amantes da tolerância.
As palavras do sr. cardeal não só não me espantaram, como concordo com elas.
Em primeiro lugar o sr. tem todo o direito de exprimir, em público ou em privado, a sua opinião. Depois não disse nada que 99% dos portugueses não pensem. Talvez não tenham é a ombridade de o reconhecerem.
Em segundo lugar o sr. não disse nenhuma mentira. Pode realmente trazer sarilhos enormes casar com um muçulmano. Pode. Não é obrigatório acontecer.
O que disse pode não ser politicamente correcto mas não deixa de ser verdade.
Durante o meu percurso académico convivi com muitos árabes muçulmanos e ateus e muçulmanos não árabes. Conheci afegãos, palestinianos de várias facções, jordanos, sírios, libaneses, iraquianos pró e anti Sadam (assisti a uma manifestação de estudantes anti-Sadam com uma contra manifestação pró Sadam) e muçulmanos de origem africana. Posso dizer que sei, mais ou menos, do que falo.
Tenho uma colega e amiga que casou com um jordano, ateu e de família bem posicionada socialmente no seu país. Tentaram fazer vida na Jordânia mas desistiram pois a família e os costumes fizeram-lhe a vida num inferno. Fixaram-se na Europa (junto da família dela) e continuam casados e felizes.
É verdade que o islão impõe regras muito rígidas e precisas às mulheres (aos homens menos) de conduta, vestuário, direitos paternais, etc.
Ainda alguém se lembra do escacaréu que os muçulmanos fizeram por causa das caricaturas? Eles não toleram opiniões sobre a sua religião mas podem permanentemente lançar fatah's contra praticantes de outras religiões. Instando ao assassínio em nome de deus. Estas posições têm que ser militantemente combatidas, por ateus, católicos, protestantes, judeus e muçulmanos amantes da tolerância.
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opinião
10 janeiro 2009
Saia reciclada em saco novo

Ingredientes:
um saco com alça rasgada;
uma mini saia em 2ª mão, oferecida às filhas.
Preparação:
descoser as alças e o fecho do saco, coser o fundo da saia, coser as alças e o fecho à saia.
Usar
09 janeiro 2009
03 janeiro 2009
Ainda do Natal
Ganhei uma máquina fotográfica nova, uma misturadora,uma máquina de fazer pão e vários livros ( o do elefante Salomão já vai a meio).
A minha família adora-me.
Gilbardeira
A minha família adora-me.
Gilbardeira Amanhã voltam as rotinas - levar, trazer,levar, trazer,levar, trazer,levar, trazer, óóóó mããiiiííí onde stá o meu casaco/luvas/caderno/chave/livro/ténis????
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31 dezembro 2008
Gola torcida ou cachecol multifunções
150 malhas em agulhas redondas, 4m meia+4m tricot a "descair" em cada carreira, na 1ª carreira torcer as agulhas e sai uma estola/cachecol/gola quentinha, prática e gira.
O único problema é ter sido feita a pensar em mim e ainda não a conseguir usar. É no que dá ter 2 filhas.




Um 2009 com bom humor e poucas depressões!
O único problema é ter sido feita a pensar em mim e ainda não a conseguir usar. É no que dá ter 2 filhas.




Um 2009 com bom humor e poucas depressões!
30 dezembro 2008
2008
Fechou como abriu: com um mau discurso do sr. Silva. Do sr. prof. Silva.
Nota-se muito a minha embirração com aquela figura de figo ressequído?
Nota-se muito a minha embirração com aquela figura de figo ressequído?
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opinião e má língua
23 dezembro 2008
21 dezembro 2008
17 dezembro 2008
1, 2, 3...a treinar o Natal
A treinar os biscoitos natalícios

A treinar o trabalho infantil (vulgarmente apelidado de ocupação de férias)

A treinar as prendas

A treinar o trabalho infantil (vulgarmente apelidado de ocupação de férias)

A treinar as prendas
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10 dezembro 2008
27 novembro 2008
Saco em tishrt

Frequentemente tenho a sensação que a roupa se reproduz cá por casa. Para lavar, para passar, dobrar,arrumar. Depois aquela que não serve arruma-se para a amiga, ou talvez sirva para o ano que vem. A da filha mais velha guarda-se para a mais nova, o mesmo para os rapazes e ainda aquela que pode ser aproveitada, talvez, para qualquer coisa. Com isto tenho um sótão ocupado quase em exclusividade com roupas.
Hoje procurei camisolas e calças que possam servir ao Alexandre pois ele deu um grande pulo e, de repente, tudo lhe fica curto e os saldos ainda estão longe.
Com as calças e camisolas do filhote veio esta tishrt minha, quase nova mas não vestida há uns bons 4 anos.
Virou saco de compras e já foi ao mini-preço. Prática, barata e ecológica duas vezes.
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24 novembro 2008
Finalmente descobri a razão de nunca ter sido convidada para o conselho de estado pelo sr. Presidente Cavaco Silva
Não faço ideia onde estava às 4 da tarde de 19 de Abril de 2001. Em ponto.
Também não preciso de álibi.
Também não preciso de álibi.
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má língua
23 novembro 2008
06 novembro 2008
Tempo relativo

Levanto-me às 7 e raramente me deito antes da uma da manhã. Poucas vezes me deito com a sensação de ter feito tudo o que queria ou precisava. Aquelas roupas, aquela gaveta, aquele livro, aquele telefonema, aquela conversa, aquele beijo... que ficaram em espera. Há sempre algo em modo de espera.
Ontem o mundo deu um pulo em frente. O discurso de vitória deixou-me de lágrima no olho.
Li a entrevista de Miguel Esteves Cardoso à revista Sábado (já saída em Outubro mas o tempo em espera...) e
a sua descrição das orgias de álcool, cocaína e anfetaminas no Independente deixou-me de cara à banda.
Há muito tempo que não falo dos meus filhos, não por não haver o que dizer.
É mais por não saber por onde começar, com tanta coisa nova sempre a acontecer. No Domingo fizemos uma sessão de cinema com a filha grande, vimos as modas, rimos e adorei um tempinho só nós duas, qual meninas crescidas onde homem não entra. A repetir. Não perdemos juntas, todas as segundas, a nossa série favorita.
Está cada vez mais parecida com a mãe, em gostos e mau feitio.
Um blog com desenhos muito bonitos. A menina talentosa é de Viseu.
29 outubro 2008
Dúvidas existenciais

Durante mais de um século encharcaram-nos os ouvidos com o papão das nacionalizações. Só a livre concorrência e tal garantia postos de trabalho, riqueza e coisas mais. Que só os bancos privados conseguiriam gerar mais valias que, por sua vez, levariam à riqueza de todos nós, ou quase.
Atão e agora é aqui a Lili Papaaçorda que tem que emprestar o tostãozinho para os banqueiros não se afundarem? São os meus a€rios que vão salvar os bancos e ainda me afundam a mão no bolso por forma do empréstimo à habitação?
Ai a minha vida!
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opinião e má língua
27 outubro 2008
Enigma
Leio na Visão
que Filomena Mónica considera que em Portugal não existem mais de três pessoas cultas Ponto
Ora deixa cá ver: uma será a própria, a segunda o marido - António Barreto, então quem raio será a terceira?
que Filomena Mónica considera que em Portugal não existem mais de três pessoas cultas Ponto
Ora deixa cá ver: uma será a própria, a segunda o marido - António Barreto, então quem raio será a terceira?
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opinião e má língua
22 outubro 2008
Trabalho em progresso

Com o outono estou de volta ao tricot. Já tinha saudades do tec-tec das agulhas e de combinar cores. Ainda não decidimos se será um casaco ou um colete para a filhota pequena.
Nos intervalos fiz um boneco.
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