
Agora estou dedicada à máquina de costura.
No infantário do Alexandre vão fazer uma feira de chás e ervas aromáticas, oferecidas pelos pais e depois de ensacadas vendidas.
Só que os pais, avós, etc, ofereceram tantos chás que as educadoras, estagiárias e demais pessoal não conseguiam fazer tanto saco. Pediram ajuda e duas mães (eu e outra alma caridosa/parva/activa) fizemos cerca de 80 sacos de diversos tamanhos. Os tecidos foram oferecidos, restos duma loja de cortinados e duma fábrica de batas.
Prometo fotos com os sacos cheios.
Na escola da Teresa preparam a festa do final do ano que, tradicionalmente, é organizada pelos pais dos alunos finalistas. Também me calha a mim. É necessário angariar fundos e, como as carteiras andam com fundo vazio, toca de fazer uma barraquinha nas festas do bairro (início de Maio). A minha companheira dos sacos de chá também tem aqui uma finalista logo pensámos em dar uso ao resto dos retalhos e, com outra amiga destas andanças manuais e, também mãe de finalista, deitámos mãos e pés à máquina.
A minha contribução actual


















































