25 julho 2008

Leituras


Não ter tv intensifica o prazer da leitura. Quem não sabe ler, vê as figuras....

Paraíso

Todos nós temos um cantinho, mesmo que imaginário, onde nos sentimos no céu.
O meu é uma aldeia (não divulgo o nome para não correr o risco de a ver invadida de curiosos) junto ao rio Paiva. Água límpida, relva,hortas, grandes carvalhos e castanheiros, amieiros e freixos.
Uma casa sem televisão e quase sem rede de telemóvel. Que mais se pode pedir?





21 julho 2008

18 julho 2008

Passeios e manualidades



Palácio do Gelo





Fontelo




Pulseiras e colares





Se há dez anos alguém me dissesse para plantar tomates (cereja) na varanda enviá-lo-ia para a consulta (do andar de cima) mais próxima.

15 julho 2008

Doce de groselha


O ingrediente principal - as groselhas - foi-me oferecido por uma das minhas amigas/abastecedoras, que sabem que cá em casa tudo tem aplicação e escoamento.
Pesavam, aproximadamente, um quilo. A que juntei outro kg de açucar.


Fervi em lume moderado mais ou menos uma hora.



Ficou uma delícia. Um frasco ficou muito desfalcado só ao lanche de hoje.Espero que as groselheiras produzam mais.

14 julho 2008

Assaltei uma fábrica de bibes...



ou como dos restos dos sacos de chá nasce uma manta destinada (pela pequenada) a manta de piquenique.



É a minha primeira manta de retalhos e estou encantada. Os filhotes pequenos adoram-na, baptizaram-na e inauguraram-na com um piquenique a lançar papagaios.
Ainda não está acolchoada porque não consegui atempadamente a baeta de algodão. Assim que a tiver quero substituir este batting sintético e acolchoá-la à mão.

08 julho 2008

De flor em flor


Como não sei/não gosto/não quero estar parada, crochetei umas rosetas no hospital. Tenho um saco novo, com forro de linho, vários bolsos interiores e fecho de correr.
Roam-se de inveja!

07 julho 2008

Retemperando forças


Viseu

Ora pois, meus queridos leitores, sobrevivi. Sem um pedaço de mim, um pedaço importante, porque regula humores e metabolismos vitais. Engula-se diariamente terapia de substituição e, ala que se faz tarde.


O que me leva a pedir um conselho:
Estando eu de baixa, com ordens médicas de repouso moderado, sem carregar pesos e afins, como vou fazer a partir de hoje, sem marido (fora em trabalho), sem filhos mais velhos (trabalho), e com dois (2) pikenos super activos e de férias?
Ah, também não posso apanhar sol nem é recomendável expor-me a possíveis contágios.
Para já rumámos à Biblioteca Municipal e trouxemos uns livros sobre origami e bonecos de fios, tecidos e papel.
Sugestões são bem vindas e, mais ainda, actividades a realizar em Viseu.

primeiro cisne

29 junho 2008

Intervalo


Vou ali, tratar dum pequeno assunto, e já venho.

25 junho 2008

Telegráficas com horizonte


Reserva do Cambarinho

- A Teresa encerrou um ciclo (o 1º ou o pós pré?), com Muito Bom e com uma festa do mais piroso possível. Com livro e diplomas de finalistas benzidos numa missa cantada, com meninos vestidos todos de igual (meninos dum lado, meninas do outro) com ares e poses ensaiados.Salvou-se a sardinhada e o vinho tinto.

- O Alex finalista na sexta que vem com chapéu à maneira e outros segredos mais ou menos bem guardados.

Mais uns anitos e os crianços saem da maternidade com diplomas de finalistas após a demorada e difícil estadia de três dias...

- Os mais velhos, acabados de ingressar (o contrário de finalista?) no mercado de trabalho, não têm direito a férias este ano. Meus meninos grandes, que as vossas carreiras profissionais vos tragam muitas alegrias e algum tostãozinho.

19 junho 2008

Porto


foto daqui

Depois dum dia passado na cidade do Porto, confesso que cada vez gosto mais da pronúncia deles. É genuína, verdadeira, sem peneiras. Falada pelo doutor e pelo arrumador.
Sem pedantismos beirões ou tiques de tias.
À tripeiro, pois então.

16 junho 2008

Almofadão de retalhos



Pedaços de tecidos velhos, rasgados e recosidos na velha Oliva da minha mãe.
Muito longe desta beleza mas, cada pedaço de tecido tem uma história para mim. Pessoal e impossível de transmitir.

12 junho 2008

Inquilinos meus

Mudanças superficiais

(...)
Já mudámos muito, desde os anos 30, ou não?
Muito pouco. Nos anos 30, as pessoas ainda iam, ao fim de semana, piquenicar para as hortas. Hoje não vão, mas vão para um Mcdonalds de um centro comercial e é exactamente a mesma coisa, a mesma ideia. As mudanças são superficiais.
(...)

Mário Claudio na Visão

04 junho 2008

De quadradinho em quadradinho



Se fizer um quadradinho por dia (mais noite), daqui a uns 2 meses, os filhotes deixarão de disputar a outra.

O amigo Álvaro a lembrar que a coisa aqui está preta

31 maio 2008

28 maio 2008

Desta Primavera sem início à vista

Ou será Verão?
Estou farta de chuva (ao contrário da Rita), da dor nos ossos (da humidade, não da velhice), dos meus morangos doces a apodrecer, dos guardas-chuva perdidos, dos directos de tv da selessum, enfim, do meu mau humor.

Os filhotes pequenos crescem, também rasgam as calças e não há conjuntura para roupa nova. Vamos lá a reciclar, aproveitando o que a casa tem ou que as tias, emprestadas, oferecem.

Calças da Teresa que se esqueceram de crescer com ela.Apliquei tecido de ganga beje e galão da Rosa.



Calças rosa (curtas, muito curtas) com galão e espiguilha



Túnica que a T. se recusou a vestir para a foto com desculpa do frio. Fica-lhe bem.