14 maio 2008
Actrizes
Já por aqui tinha falado de algumas actividades das escolas dos filhos mais novos.Uma de que ainda não falei foi uma peça de teatro, inteiramente feita por mães e filhas. O Zé das Moscas, história do António Torrado.
Apresentámos a peça, na escola da Teresa, há um mês atrás. Correu bastante bem, e fomos convidadas para a apresentar na sede do Agrupamento de Escolas para os alunos mais velhos e, pasme-se, com a presença do autor.
Como a foto não deixa mentir- até com os seus aplausos.
Vou ali limpar a baba....
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11 maio 2008
09 maio 2008
04 maio 2008
Falta de chá
Fiquei a saber pela Ler que António Lobo Antunes nunca leu nenhum livro de José Saramago. Segundo consta (sem confirmação oficial) o contrário também é verdade.
Custa-me um pouco a acreditar - vaidosos como poucos, que não se leiam às escondidas...
Eu, leitora fiel e apaixonada de ambos, fico triste. A escrita fina de Lobo Antunes encantou-me durante anos, os livros recentes nem tanto. De Saramago adoro a imaginação e, sempre que termino mais um livro fica-me a pergunta: onde vai ele buscar a inspiração?
Custa-me um pouco a acreditar - vaidosos como poucos, que não se leiam às escondidas...
Eu, leitora fiel e apaixonada de ambos, fico triste. A escrita fina de Lobo Antunes encantou-me durante anos, os livros recentes nem tanto. De Saramago adoro a imaginação e, sempre que termino mais um livro fica-me a pergunta: onde vai ele buscar a inspiração?
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opinião e má língua
25 abril 2008
25 de Abril


"Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim"
Chico Buarque - Tanto mar
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coisas boas
24 abril 2008
Casaco desencalhado
Finalmente pronto e a uso. Como já relatei, fiz, desfiz e voltei a fazer, as mangas e o decote/debrum. Gosto do resultado e a lã (brancal) é muito fofa e agradável. A pregadeira é feita duma camisola velha feltrada e com centro em crochet. Coloquei para a foto.

Agora estou dedicada à máquina de costura.
No infantário do Alexandre vão fazer uma feira de chás e ervas aromáticas, oferecidas pelos pais e depois de ensacadas vendidas.
Só que os pais, avós, etc, ofereceram tantos chás que as educadoras, estagiárias e demais pessoal não conseguiam fazer tanto saco. Pediram ajuda e duas mães (eu e outra alma caridosa/parva/activa) fizemos cerca de 80 sacos de diversos tamanhos. Os tecidos foram oferecidos, restos duma loja de cortinados e duma fábrica de batas.
Prometo fotos com os sacos cheios.
Na escola da Teresa preparam a festa do final do ano que, tradicionalmente, é organizada pelos pais dos alunos finalistas. Também me calha a mim. É necessário angariar fundos e, como as carteiras andam com fundo vazio, toca de fazer uma barraquinha nas festas do bairro (início de Maio). A minha companheira dos sacos de chá também tem aqui uma finalista logo pensámos em dar uso ao resto dos retalhos e, com outra amiga destas andanças manuais e, também mãe de finalista, deitámos mãos e pés à máquina.
A minha contribução actual

Agora estou dedicada à máquina de costura.
No infantário do Alexandre vão fazer uma feira de chás e ervas aromáticas, oferecidas pelos pais e depois de ensacadas vendidas.
Só que os pais, avós, etc, ofereceram tantos chás que as educadoras, estagiárias e demais pessoal não conseguiam fazer tanto saco. Pediram ajuda e duas mães (eu e outra alma caridosa/parva/activa) fizemos cerca de 80 sacos de diversos tamanhos. Os tecidos foram oferecidos, restos duma loja de cortinados e duma fábrica de batas.
Prometo fotos com os sacos cheios.
Na escola da Teresa preparam a festa do final do ano que, tradicionalmente, é organizada pelos pais dos alunos finalistas. Também me calha a mim. É necessário angariar fundos e, como as carteiras andam com fundo vazio, toca de fazer uma barraquinha nas festas do bairro (início de Maio). A minha companheira dos sacos de chá também tem aqui uma finalista logo pensámos em dar uso ao resto dos retalhos e, com outra amiga destas andanças manuais e, também mãe de finalista, deitámos mãos e pés à máquina.
A minha contribução actual
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tricot
23 abril 2008
20 abril 2008
život je čudo - A vida é um Milagre

Decidida a pôr em dia o bom cinema que perdi nestes últimos anos, lá encontrei "A Vida é um Milagre" de Emir Kusturica (do Gato preto gato branco) em formato DVD.
Uma história sobre o amor e a esperança, nos intervalos da morte.
Uma banda sonora excelente (como sempre nos filmes de Kusturica)e um optimismo delirante.
A reter: a morte não dói, custa é viver.
Consegui acabar o meu casaco encalhado, com um bocado de Inverno ainda lhe dou bastante uso. Quando conseguir uma foto decente mostro.
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17 abril 2008
A não esquecer
Ler com muita atenção. Também eu me revi neste texto, a mesma escola salazarenta, a mesma vara, uma régua de cem olhos, o mesmo medo. Diferente apenas o ser numa pequena aldeia,
Megalómanos?
Viseu tem menos de 50 000 habitantes, não chegando aos 70 000 no seu perímetro urbano.
Dito isto ( parafraseando MRS), como se rentabiliza este investimento?
Expliquem -me lá isto sfv*:
No dia 15 de Abril foi inaugurado o segundo maior centro comercial do país, em Viseu. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Viseu, o Palácio do Gelo trará muito mais gente à cidade. Para Fernando Ruas, o vasto complexo criará, inclusivamente, uma nova centralidade. Aliás, o autarca sublinha que “todos os viseenses reconhecem que o Grupo Visabeira foi das coisas boas que nos aconteceram."
Dito isto ( parafraseando MRS), como se rentabiliza este investimento?
Expliquem -me lá isto sfv*:
No dia 15 de Abril foi inaugurado o segundo maior centro comercial do país, em Viseu. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Viseu, o Palácio do Gelo trará muito mais gente à cidade. Para Fernando Ruas, o vasto complexo criará, inclusivamente, uma nova centralidade. Aliás, o autarca sublinha que “todos os viseenses reconhecem que o Grupo Visabeira foi das coisas boas que nos aconteceram."
Recorde-se que o novo Palácio do Gelo com mais de 175 mil m² de área total, irá albergar, entre muitas (lojas, lojas e mais lojas) outras coisas, Hipermercado, Espaço de desporto e bem-estar (que inclui 4 piscinas sendo uma Olímpica), Spa, 6 salas de cinema com equipamento digital e 3D comercial, bem como uma Praça de Restauração com mais de 5 mil m² e uns fantásticos terraços exteriores com vista privilegiada para as Serras da Estrela e do Caramulo. O custo desta obra rondou os 120 milhões de euros.
*podem fazer um, ou vários, desenhos
Nota fora de tempo: gostava de trabalhar na Fnac de Viseu, haverá alguma vaga?
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13 abril 2008
Saídas
Na segunda actualizei-me cinematograficamente - ri e chorei com Nunca é Tarde Demais. Excelentes os septuagenários Jack e Morgan.
Descobri uma boa razão para não me tentar na compra do café mais caro do mundo - Kopi Luwak .
Na quarta revisitei o non sense no teatro com os Monthy Python em versão portuguesa. Gostei.
Descobri uma boa razão para não me tentar na compra do café mais caro do mundo - Kopi Luwak .
Na quarta revisitei o non sense no teatro com os Monthy Python em versão portuguesa. Gostei.
04 abril 2008

Recebi este prémio desta querida amiga :)
Obrigada pela distinção e que, apesar das dificuldades, consigas manter sempre esse espírito lutador e generoso.
1) Este prémio deverá ser atribuído aos blogs que considera bons e aqueles que costuma visitar regularmente e deixa comentários;
2) Quando o prémio é recebido deverá fazer um post indicando a pessoa que lhe atribuiu o prémio e a respectiva ligação ao blog;
3) Indicar 7 blogs para atribuição do prémio;
4) Deverás ser exibido orgulhosamente o selo do prémio, de preferência com ligação ao local onde é falado dele.
Os nomeados do dia são:
* Os meus meninos - o cantinho da minha mana muito querida (impossível deixar para trás) :)
* Laços de ternura - cantinho de uma amiga muito querida e especial, uma lutadora que nunca perdeu a capacidade de sonhar;
* Pequenos Grandes Amores - uma amiga e mulher linda, por quem sinto muito carinho, e os seus dois amores
* Bichinho Feio - porque gosto muito de ler as aventuras e desventuras destes bichinhos e sua mamã :)
* Filhos&Cadilhos - uma mulher/mamã com quem aprendo e simpatizo bastante e com um dom de mãos fabuloso :)
Há outros mais, que gosto MUITO de visitar, alguns deles já receberam este prémio, mas como é suposto nomear apenas 7... Fica um beijo enorme para todos :)
30 março 2008
Passeio
Onze anos depois, com a segunda ninhada de filhos, sempre a descobrir novos encantos.
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25 março 2008
22 março 2008
O meu primeiro folar
500 gr de farinha, 3 ovos, 125 gr de açúcar, 2 colheres de sopa (cs) de azeite, raspa dum limão, 30 gr de fermento de padeiro, uma pitada de sal, 1 cs de vinho do Porto, água morna qb.

Bater com vara de arames o fermento num pouco de água morna, juntar os ovos, o azeite, a raspa de limão e o vinho do Porto.
A farinha coloca-se na bancada, abre-se um buraco no meio onde se verte o líquido anterior.
Amassa-se muito bem.

Deixa-se levedar 2 horas.

Cozem-se os ovos em água com cascas de cebola.

Tendem-se os folares, colocam-se os ovos sobre cada folar e cruzam-se fitas da massa sobre os ovos.

Cozem-se em forno a 210º cca 35-40 minutos.

Ficou muito bom. A família (numerosa, eu sei) devorou um inteiro, a seguir ao jantar. Simples e com manteiga, mnham...
A receita é adaptada do folar tradicional da região de Aveiro (não aprecio o de Viseu que é salgado e não doce) e deu-me para dois folares pequenos. No meu forno caberia outro tanto.
Boa Páscoa

Bater com vara de arames o fermento num pouco de água morna, juntar os ovos, o azeite, a raspa de limão e o vinho do Porto.
A farinha coloca-se na bancada, abre-se um buraco no meio onde se verte o líquido anterior.
Amassa-se muito bem.

Deixa-se levedar 2 horas.

Cozem-se os ovos em água com cascas de cebola.

Tendem-se os folares, colocam-se os ovos sobre cada folar e cruzam-se fitas da massa sobre os ovos.

Cozem-se em forno a 210º cca 35-40 minutos.

Ficou muito bom. A família (numerosa, eu sei) devorou um inteiro, a seguir ao jantar. Simples e com manteiga, mnham...
A receita é adaptada do folar tradicional da região de Aveiro (não aprecio o de Viseu que é salgado e não doce) e deu-me para dois folares pequenos. No meu forno caberia outro tanto.
Boa Páscoa
21 março 2008
14 março 2008
A revolta dos professores versus ensino dos meus filhos
Já muito escrevi neste blog sobre a escola pública : as boas experiência, as más, as assim-assim e as péssimas. Sobre o preço/política do livro escolar, os ATL, as extra-curriculares, etc, etc.
Sobre os últimos acontecimentos (ou guerra aberta) tenho mantido o silêncio, por não estar abertamente de nenhum lado. Deixo aqui a opinião do Francisco José Viegas por ser quase, quase a minha. Num português mais bonito, claro.
A guerra das escolas. Um ponto da situação. As queixas sobre a educação encontraram agora um argumento político de força, graças à manifestação dos professores. A avaliação iria pôr termo a todos os males e levar-nos ao caminho da civilização. Mas, na verdade, a guerra contra os professores e os pedidos para que as autoridades actuem sem recuo faz esquecer o pormenor: avaliem o trabalho do Ministério nos últimos vinte anos. Não dos proprietários ou ocupantes temporários da pasta, mas dos verdadeiros donos do ME, uma classe de experimentalistas que elaboraram programas, preâmbulos a programas, ordens burocráticas e documentos sobre procedimentos burocráticos, escalas de reuniões e curricula absurdos (e que, inclusive, autorizou curricula ainda mais absurdos para valorização «profissional» de professores hábeis, muito hábeis), ausência de razoabilidade em processos disciplinares, reformas e contra-reformas curriculares ao sabor de pantomineirices (como a TLEBS, a imbecilização no ensino da Matemática, da História e da Ciência) que favoreceram a falta de cultura científica e de hábitos de trabalho dos estudantes. Esses são os verdadeiros responsáveis. Meter na escola – essa arena onde o ME sempre esteve impune e sempre defendeu a sua autoridade para impor regras e princípios sem discussão e sem participação – pais, autarquias, estatísticas, julgamentos pelos pares, inspectores sem competência científica e até gente analfabeta mas com todo o conhecimento da novilíngua ministerial providenciada por génios que raramente ou nunca deram aulas ou estiveram mais de dois anos seguidos numa escola, não é o melhor método de nos levar ao caminho da civilização.
Claro que se pode questionar uma avaliação feita contra os professores, mas essa é uma guerra fácil e cheia de armadilhas. Basta ver os blogs, de esquerda e de direita, pedindo autoridade, disciplina e avaliação. Avaliam-se resultados, sim; mas com que instrumentos, com que programas escolares, com que linguagem técnica?
A questão, aqui, não é a de dar crédito aos sindicatos ou às multidões, a de apoiar a ministra (mais uma vez, aliás, é o secretário de Estado Jorge Pedreira que vem salvar a nau...) ou a de considerar que qualquer recuo é uma derrota de José Sócrates. Outras equipas optaram por outro caminho: primeiro, tratar da matéria educativa, dos programas, dos curricula, de um estatuto do aluno sério e capaz, da chegada do rigor (esse sim) ao ensino das ciências e das humanidades – depois, tratar também da avaliação dos professores. Estranho, por isso, que tanta gente caia na armadilha.
Na verdade, esta ministra não tratou de reformar a escola, nem o ensino, nem a educação; tratou, isso sim, e com razoável eficácia, de melhorar as estatísticas e de disciplinar o funcionamento da rede ministerial (desde os célebres corredores da Av. 5 de Outubro às regras para auxiliares administrativos, comportamento de professores e de sindicalistas). Fez bem. Era um ponto. Mas a verdadeira reforma, aquela que este sistema de avaliação há-de esconder, essa não me parece que esteja a ser feita. Coisas simples: o que defende o ME sobre a utilização de calculadoras no ensino básico?; o que diz o ME sobre o programa de ensino de Português?; por que razão entrega de mão beijada o ensino da Literatura e da Filosofia?; por que razão se continua a autorizar o aumento do preço do livro escolar (vem aí, vem aí, preparem-se...)?; foram os professores ouvidos sobre as reformas curriculares? Eu queria um ME que se preocupasse com isso. Argumentarão que a avaliação é o primeiro passo para que o ME deixe de tratar todos os professores como «os professores» e passe a distinguir os bons, os maus e os outros. Mas a fazer o quê, nas escolas?
Sobre os últimos acontecimentos (ou guerra aberta) tenho mantido o silêncio, por não estar abertamente de nenhum lado. Deixo aqui a opinião do Francisco José Viegas por ser quase, quase a minha. Num português mais bonito, claro.
A guerra das escolas. Um ponto da situação. As queixas sobre a educação encontraram agora um argumento político de força, graças à manifestação dos professores. A avaliação iria pôr termo a todos os males e levar-nos ao caminho da civilização. Mas, na verdade, a guerra contra os professores e os pedidos para que as autoridades actuem sem recuo faz esquecer o pormenor: avaliem o trabalho do Ministério nos últimos vinte anos. Não dos proprietários ou ocupantes temporários da pasta, mas dos verdadeiros donos do ME, uma classe de experimentalistas que elaboraram programas, preâmbulos a programas, ordens burocráticas e documentos sobre procedimentos burocráticos, escalas de reuniões e curricula absurdos (e que, inclusive, autorizou curricula ainda mais absurdos para valorização «profissional» de professores hábeis, muito hábeis), ausência de razoabilidade em processos disciplinares, reformas e contra-reformas curriculares ao sabor de pantomineirices (como a TLEBS, a imbecilização no ensino da Matemática, da História e da Ciência) que favoreceram a falta de cultura científica e de hábitos de trabalho dos estudantes. Esses são os verdadeiros responsáveis. Meter na escola – essa arena onde o ME sempre esteve impune e sempre defendeu a sua autoridade para impor regras e princípios sem discussão e sem participação – pais, autarquias, estatísticas, julgamentos pelos pares, inspectores sem competência científica e até gente analfabeta mas com todo o conhecimento da novilíngua ministerial providenciada por génios que raramente ou nunca deram aulas ou estiveram mais de dois anos seguidos numa escola, não é o melhor método de nos levar ao caminho da civilização.
Claro que se pode questionar uma avaliação feita contra os professores, mas essa é uma guerra fácil e cheia de armadilhas. Basta ver os blogs, de esquerda e de direita, pedindo autoridade, disciplina e avaliação. Avaliam-se resultados, sim; mas com que instrumentos, com que programas escolares, com que linguagem técnica?
A questão, aqui, não é a de dar crédito aos sindicatos ou às multidões, a de apoiar a ministra (mais uma vez, aliás, é o secretário de Estado Jorge Pedreira que vem salvar a nau...) ou a de considerar que qualquer recuo é uma derrota de José Sócrates. Outras equipas optaram por outro caminho: primeiro, tratar da matéria educativa, dos programas, dos curricula, de um estatuto do aluno sério e capaz, da chegada do rigor (esse sim) ao ensino das ciências e das humanidades – depois, tratar também da avaliação dos professores. Estranho, por isso, que tanta gente caia na armadilha.
Na verdade, esta ministra não tratou de reformar a escola, nem o ensino, nem a educação; tratou, isso sim, e com razoável eficácia, de melhorar as estatísticas e de disciplinar o funcionamento da rede ministerial (desde os célebres corredores da Av. 5 de Outubro às regras para auxiliares administrativos, comportamento de professores e de sindicalistas). Fez bem. Era um ponto. Mas a verdadeira reforma, aquela que este sistema de avaliação há-de esconder, essa não me parece que esteja a ser feita. Coisas simples: o que defende o ME sobre a utilização de calculadoras no ensino básico?; o que diz o ME sobre o programa de ensino de Português?; por que razão entrega de mão beijada o ensino da Literatura e da Filosofia?; por que razão se continua a autorizar o aumento do preço do livro escolar (vem aí, vem aí, preparem-se...)?; foram os professores ouvidos sobre as reformas curriculares? Eu queria um ME que se preocupasse com isso. Argumentarão que a avaliação é o primeiro passo para que o ME deixe de tratar todos os professores como «os professores» e passe a distinguir os bons, os maus e os outros. Mas a fazer o quê, nas escolas?
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opinião
13 março 2008
O barril de petróleo atingiu os 110 dólares
Imaginem se fosse barato.
Portugal é o país onde menos se anda a pé, no conjunto da UE a 15. Em média um português fez 342 quilómetros no ano de 2000, segundo os dados da Eurostat (gabinete de estatística europeu) citados no relatório “Climate for a transport change" . Os alemães e os luxemburgueses são os que mais caminham: fazem a pé 431 e 457 quilómetros por ano, respectivamente. A média europeia é de 382 quilómetros anuais.
A bicicleta é o meio de transporte mais menosprezado pelos portugueses. Em média, um português fez 29 quilómetros por ano. Mais uma vez, estes dados colocam Portugal no fim da tabela juntamente com Espanha e Luxemburgo. Os dinamarqueses e os holandeses são os que mais pedalam: 936 e 848 quilómetros por ano, respectivamente. "
Portugal é o país onde menos se anda a pé, no conjunto da UE a 15. Em média um português fez 342 quilómetros no ano de 2000, segundo os dados da Eurostat (gabinete de estatística europeu) citados no relatório “Climate for a transport change" . Os alemães e os luxemburgueses são os que mais caminham: fazem a pé 431 e 457 quilómetros por ano, respectivamente. A média europeia é de 382 quilómetros anuais.
A bicicleta é o meio de transporte mais menosprezado pelos portugueses. Em média, um português fez 29 quilómetros por ano. Mais uma vez, estes dados colocam Portugal no fim da tabela juntamente com Espanha e Luxemburgo. Os dinamarqueses e os holandeses são os que mais pedalam: 936 e 848 quilómetros por ano, respectivamente. "
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