é o que chamo a isto. Árvores decepadas.
Elas incomodam-vos? Então seria melhor cortá-las! ISTO NÃO!
Já escrevi variadas vezes , neste blog, como gosto de Viseu, do seu cheiro, calma, jardins e verdes.
Tinha orgulho em mostrar aos amigos forasteiros os bonitos e bem cuidados jardins, e agora fazem isto às árvores do meu bairro?
Mas de que cabeça &%#&§ saiu isto? Reparem que, além de amputadas, estão esgalhadas!!!
06 março 2007
05 março 2007
Agulhas em riste
Para esquecer o jardim semi-escavado, os vasos semi-mudados, a relva musgosa, o frio.
Para relembrar que a seguir ao Inverno vem sempre uma Primavera
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tricot
28 fevereiro 2007
Ainda MEC
Afinal o casamento é a maior ajuda que se pode receber. Passa-se a pertencer. E, em troca, passa-se a possuir. A pertencer e a possuir mesmo. Fica-se, por troca, sossegadamente apropriado e violentamente proprietário.
Não me venham com modernismos de meia-tijela*, liberalices sem fundamente humano, tretas de quem não ama, de quem não aspira ser de outro, amado, que nos ama. Casar é trocar. Casar é trocar a liberdade podre, que é a de cada um, pela posse rica, de é a de quem se quer. E casando se passa a ter, absolutamente, por vontade de quem se dá e de quem recebe.
Explicações de Português, página 158
*o erro (meia-tigela) está assim no livro que eu paguei!!! O revisor precisa de explicações...
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livros
27 fevereiro 2007
Onde pára o nexo?
Nos últimos tempos não me tem apetecido escrever.
A vida tem altos, baixos, ressaltos e cambalhotas e às vezes apetece falar sobre isso, outras não.
Estou na fase do não. Não me apetece comunicar, expor.
Mas,
a T. ainda gosta muito que lhe leiam histórias ao deitar. A história do momento é A Alice no País das Maravilhas, a versão integral, a verdadeira, de Lewis Carroll. Está a ser uma verdadeira delícia para mim. Descobri que nunca tinha lido a versão original. Esta edição, de 1977, comprada na feira das velharias, tem as ilustrações da 1ª edição;
ontem tentei, com o filho grande, ver o novo programa do Herman José.
O filhão aguentou 5 minutos mal medidos, eu forcei-me a ver um pouco mais. Era impossível ser pior - afinal não. Meu deus, aquilo é pior que os malucos do riso!
Herman, por favor, despinta o cabelo!!!!
A vida tem altos, baixos, ressaltos e cambalhotas e às vezes apetece falar sobre isso, outras não.
Estou na fase do não. Não me apetece comunicar, expor.
Mas,
a T. ainda gosta muito que lhe leiam histórias ao deitar. A história do momento é A Alice no País das Maravilhas, a versão integral, a verdadeira, de Lewis Carroll. Está a ser uma verdadeira delícia para mim. Descobri que nunca tinha lido a versão original. Esta edição, de 1977, comprada na feira das velharias, tem as ilustrações da 1ª edição;
ontem tentei, com o filho grande, ver o novo programa do Herman José.
O filhão aguentou 5 minutos mal medidos, eu forcei-me a ver um pouco mais. Era impossível ser pior - afinal não. Meu deus, aquilo é pior que os malucos do riso!
Herman, por favor, despinta o cabelo!!!!
24 fevereiro 2007
23 fevereiro 2007
22 fevereiro 2007
20 fevereiro 2007
Manta arco-íris
Finalmente está pronta e muito solicitada a uso. É macia, grande e fica muito bem na nossa sala.
Para o sofá da cozinha também tem sido requisistada.
Fiz o debrum em tecido de algodão tipo cretone. Foi uma tarefa árdua acertar as costuras. A malha é maleável e o tecido nem por isso. A minha pouca habilidade com a máquina de costura também não ajudou muito. O raio da máquina teima em ter vontade própria!
Ainda me sobraram lãs e tenho-as gasto em quadradinhos, rectângulos e outros polígonos. Depois mostro. Prometi a mim própria acabar com todas as lãs, que tenham mais de 3 anos e menos de 50 g.
O avesso também faz um efeito bonito.
Estes mochos e os da Hilda renovam a minha paixão por eles.
16 fevereiro 2007
15 fevereiro 2007
Carnaval

Confesso que o carnaval nunca foi um evento que me entusiasmasse.
Fazia o frete de arranjar uns fatitos para satisfazer os filhotes. Quando podia utilizava os das respectivas escolas.
Os corsos carnavalescos não me enchem as medidas.
Mas...
Este ano os filhotes caçulas têm uns fatos FANTÁSTICOS.
Uma princesa e um pirata - pirata bom, como frisou o Alexandre, não usa arma...
Totalmente concebidos (do desenho à confecção) pela amiga C.
Nunca tinha publicado aqui fotos dos meus filhos, por achar que não devo transpor a sua privacidade, desta vez abro uma excepção.Atentem nos pormenores dos fatos.
Obrigada Cristina
última hora: o pirata arrecadou a medalha de 2º classificado no concurso de máscaras da escolinha
12 fevereiro 2007
Poncho

A filhota T. pediu um poncho, a mãe construiu.
Reinventei este modelo com os meus amados desenhos nórdicos ou noruegueses.
Tenho pilhas de gráficos destes, e é um dos trabalhos de tricotadeira que me dá mais prazer. Trabalhar com várias lãs ao mesmo tempo, contando e recontando, a desenhar geometrias que se querem perfeitas e contidas. Lembram flocos de neve deslizando nos fiordes. Dias de isolamento.
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tricot
05 fevereiro 2007
02 fevereiro 2007
Estola II
Esta vai ser entregue amanhã à M. É feita em fio duplo (usei um com pêlo amarelo e um castanho claro), o que a tornou mais encorpada (como um vinho!) mas muito fofa, suave ao toque.
Quanto à gata Kate foi um desgosto grande vê-la morrer lentamente durante 2 semanas. Por altura do Natal desapareceu (desconfiamos que roubada). Procurámos por todo o lado, colocámos panfletos, avisámos o Cantinho dos Animais. Foi uma voluntária do Cantinho que a encontrou. Vinha em estado deplorável. Magríssima e doente. Durante 2 semanas tomou antibióticos, mas não resistiu.
01 fevereiro 2007
31 janeiro 2007
28 janeiro 2007
Referendo II
Eu sou um defensor dos direitos humanos, por isso defendo o Não.
Alberto João Jardim, 28/1/2007
Mais uma boa boa razão para votar SIM!
A defesa da manutenção da hipocrisia está a provocar-me comichão.
É tão fácil fazer campanha pelo não - defesa da vida, da natalidade, blá,blá,..matar é pecado, e mais blá.
Incomodam-me os indiferentes, os deixa andar, os isso não é comigo.
Vejo poucos a exporem-se, a publicitarem posição. Isso incomoda-me.
O discutir em voz baixa, não vá o vizinho da mesa do lado, descobrir a nossa opinião. É assunto tabu. Ainda. Sexo versus procriação é assunto do leito. Privado. Calado. Silenciado.
Até quando, porra*?
*primeira asneira escrita em letra de forma neste blog
Alberto João Jardim, 28/1/2007
Mais uma boa boa razão para votar SIM!
A defesa da manutenção da hipocrisia está a provocar-me comichão.
É tão fácil fazer campanha pelo não - defesa da vida, da natalidade, blá,blá,..matar é pecado, e mais blá.
Incomodam-me os indiferentes, os deixa andar, os isso não é comigo.
Vejo poucos a exporem-se, a publicitarem posição. Isso incomoda-me.
O discutir em voz baixa, não vá o vizinho da mesa do lado, descobrir a nossa opinião. É assunto tabu. Ainda. Sexo versus procriação é assunto do leito. Privado. Calado. Silenciado.
Até quando, porra*?
*primeira asneira escrita em letra de forma neste blog
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opinião
25 janeiro 2007
Estola(s)

Eu andava a pensar fazer um aquece-pescoço mais original, fora do vulgar

A Filomena deu-me a ideia.
E porque quem faz uma faz duas, a amiga M. tem a prenda de aniversário decidida.
Com este frio apetece mesmo tricotar com lãs, um chá quentinho de lúcia-lima do meu mini-quintal, a acompanhar uma torrada com doce de abóbora e groselha feito no domingo passado.

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tricot
24 janeiro 2007
23 janeiro 2007
22 janeiro 2007
Saldos

Sábado de saldos.
Umas botas para mim, um casaquito para T. e uma visita à minha retrosaria preferida - Casa Africana. Encontrei aí estes retalhos de chita. A mim não me parece chita mas sim 2 cretones e uma chita. O sr. garantiu-me que sim, que são das antigas. Só o retalho verde tem mais de um metro.
As caixinhas estava a ser saldadas numa casa ao lado por o,50€. Não resisti.
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tecidos
13 janeiro 2007
11 janeiro 2007
09 janeiro 2007
Ano Novo - coisas novas

Um pufe acabadinho de fazer.
Para a minha cozinha/sala de estar/estúdio/escritório, ou seja uma cozinha 7 em 1.
Quando escolhemos esta casa a cozinha foi um factor determinante. É grande, tem acesso ao pequeno jardim, uma lareira/recuperador. Verdadeiramente acolhedora. A única coisa que não gosto muito são os azulejos das paredes que já cá estavam e ainda não houve disponib€lidade para a mudança.
Serve para tudo. Até para as sonecas inesperadas do A.
A Olly parece pedir permissão para se deitar. Até agora resistiu. O treino está a resultar. Se tudo correr como até aqui será um excelente cão-guia.
08 janeiro 2007
Eu hoje sinto-me assim

foto surripiada na net (peço desculpa por não identificar autor mas, na altura não gravei o nome nem origem)
Ler, para combater a demagogia
02 janeiro 2007
Formas de terrorismo ou uma ajudinha pró referendo?
Bento XVI na sua homilia natalícia:
«Junto com as vítimas dos conflitos armados, do terrorismo e das mais diversas formas de violência, temos as mortes silenciosas provocadas pela fome, pelo aborto, pelas pesquisas sobre os embriões e pela eutanásia».
Eu permito-me outra comparação ao terrorismo: a proibição do preservativo depois dos milhões de mortos provocados pela Sida.
«Junto com as vítimas dos conflitos armados, do terrorismo e das mais diversas formas de violência, temos as mortes silenciosas provocadas pela fome, pelo aborto, pelas pesquisas sobre os embriões e pela eutanásia».
Eu permito-me outra comparação ao terrorismo: a proibição do preservativo depois dos milhões de mortos provocados pela Sida.
Prendas de Natal - III
31 dezembro 2006
29 dezembro 2006
Fim
Viseu, Senhora da Beira...
Do alto da Sé, à luz dos valores do herói lusitano, um olhar critico, independente e exigente sobre as terras e gentes da região de Viriato. Com as referências do passado, as preocupações do presente e a esperança no futuro, olha-se para esta encruzilhada de gentes e vontades beirãs nesta nova dimensão social da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS)...
Um fim que me deixa saudades.
Nestes 2 anos,fui deixando de ler jornais locais, sabia que teria as notícias todas ali, à mão e com humor.
A imprensa local é chata, lambe-botas, conotada com este ou o outro lado. Sem imaginação.
No Viseu, Senhora da Beira, havia opinião pessoal mas com ecos de vox populi, servida com inteligência.
Viseu fica mais pobre. E é pena.
Do alto da Sé, à luz dos valores do herói lusitano, um olhar critico, independente e exigente sobre as terras e gentes da região de Viriato. Com as referências do passado, as preocupações do presente e a esperança no futuro, olha-se para esta encruzilhada de gentes e vontades beirãs nesta nova dimensão social da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS)...
Um fim que me deixa saudades.
Nestes 2 anos,fui deixando de ler jornais locais, sabia que teria as notícias todas ali, à mão e com humor.
A imprensa local é chata, lambe-botas, conotada com este ou o outro lado. Sem imaginação.
No Viseu, Senhora da Beira, havia opinião pessoal mas com ecos de vox populi, servida com inteligência.
Viseu fica mais pobre. E é pena.
28 dezembro 2006
22 dezembro 2006
18 dezembro 2006
Contagem decrescente
7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0
11 cachecois, 3 notebooks, 4 cadernos, 3 gorros, 2 aventais, 2 castiçais e 3 porta-fotos depois, a Grande Noite pode vir.
Falta arranjar a árvore, enfeitar a casa e planear a ceia.
(De que é que me estarei a esquecer?)

Bill Watterson, terminou a série Calvin&Hobbes a 31 de Dezembro de 1995
11 cachecois, 3 notebooks, 4 cadernos, 3 gorros, 2 aventais, 2 castiçais e 3 porta-fotos depois, a Grande Noite pode vir.
Falta arranjar a árvore, enfeitar a casa e planear a ceia.
(De que é que me estarei a esquecer?)

Bill Watterson, terminou a série Calvin&Hobbes a 31 de Dezembro de 1995
15 dezembro 2006
Mamã, tu és a flor do meu coração

Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal.
As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. Às meninas e meninos da sua preferência.
Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.
E aqui está esta gaja, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.
Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.
14 dezembro 2006
Mamã, tu és a flor do meu coração

Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal. As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. À meninas e meninos da sua preferência. Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.
E aqui está esta melher, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.
Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.
...
Talejornal da Sic das 20h.
Reportagem sobre uma vigarice perpetrada por uma velhota da 80 e tal anos, com o seu próprio testamento.
No final eu ria tanto, na sala, que vieram todos os filhotes saber o porquê. Não conseguia parar de gargalhar.
Por mim, fazia um abaixo-assinado ao S. Pedro, para condecorar a senhora com a medalha suprema da nação celestial.
A ganância e o o mais baixo instinto da raça humana no seu melhor, ou pior, conforme os ângulos, levou dezenas de pessoas "de bem" a acreditarem numa imensa fortuna vista da janela de um taxi ou dum passeio duma qualquer rua lisboeta.
Fortuna que ele, só ele, herdaria por sua morte.
Enquanto esperavam pela fortuna, foram passando cheques chorudos à velhota, dando-lhe banho, massajando-lhe os pés.
Morreu, placidamente durante o sono, aos 87 anos. Herdaram dívidas e conheceram uma dezena de interesseiros, como eles.
Hilariante.
O melhor do pior
ou
O pior do melhor.
Reportagem sobre uma vigarice perpetrada por uma velhota da 80 e tal anos, com o seu próprio testamento.
No final eu ria tanto, na sala, que vieram todos os filhotes saber o porquê. Não conseguia parar de gargalhar.
Por mim, fazia um abaixo-assinado ao S. Pedro, para condecorar a senhora com a medalha suprema da nação celestial.
A ganância e o o mais baixo instinto da raça humana no seu melhor, ou pior, conforme os ângulos, levou dezenas de pessoas "de bem" a acreditarem numa imensa fortuna vista da janela de um taxi ou dum passeio duma qualquer rua lisboeta.
Fortuna que ele, só ele, herdaria por sua morte.
Enquanto esperavam pela fortuna, foram passando cheques chorudos à velhota, dando-lhe banho, massajando-lhe os pés.
Morreu, placidamente durante o sono, aos 87 anos. Herdaram dívidas e conheceram uma dezena de interesseiros, como eles.
Hilariante.
O melhor do pior
ou
O pior do melhor.
09 dezembro 2006
Este blog já não aguenta mais Floribela
já só sonha com:
apertar-lhe o pescoço;
esgadanhá-la;
rapar-lhe o cabelo;
plantar-lhe um bigode farfalhudo à tuga;
congelar o príncipe e mandá-lo prá Sibéria,
e...
declara-se blog anti Floribela

© Helena Miranda 2006 (daqui)
apertar-lhe o pescoço;
esgadanhá-la;
rapar-lhe o cabelo;
plantar-lhe um bigode farfalhudo à tuga;
congelar o príncipe e mandá-lo prá Sibéria,
e...
declara-se blog anti Floribela

© Helena Miranda 2006 (daqui)
05 dezembro 2006
Dia de temporal
A NÃO perder!
Gosto particularmente dos slogan das candidatas a ortopedistas:
"Eles podem não ter cérebro, mas pelo menos têm ossos. Siga ortopedia."
"Para uma mulher, nenhum osso é duro de roer. Siga ortopedia."

foto surripiada daqui.
Gosto particularmente dos slogan das candidatas a ortopedistas:
"Eles podem não ter cérebro, mas pelo menos têm ossos. Siga ortopedia."
"Para uma mulher, nenhum osso é duro de roer. Siga ortopedia."

foto surripiada daqui.
03 dezembro 2006
30 novembro 2006
Prendas de Natal em progresso - 2006 I
A primeira é para mim. Sim, porque eu mereço.
Modernizei o meu livro de culinária inteligente - nome dado ao meu caderno onde, há anos, aponto as receitas que gosto de comer e/ou confeccionar.

As amigas podem esperar modelos destes

Páginas interiores com citações. Capas em tecido de algodão, bordados, fitas e botões.

Modernizei o meu livro de culinária inteligente - nome dado ao meu caderno onde, há anos, aponto as receitas que gosto de comer e/ou confeccionar.

As amigas podem esperar modelos destes

Páginas interiores com citações. Capas em tecido de algodão, bordados, fitas e botões.

29 novembro 2006
27 novembro 2006
O salto
22 novembro 2006
Para arrancar um sorriso

Um palhaço na loja.
Igual, em desenho, a um que fiz para a minha filha mais velha há uns bons 16 anos. Na altura inspirei-me numa revista alemã. Como não sei uma palavra de alemão e, na altura, não havia google, fui fazendo e desfazendo até ficar como eu queria.
21 novembro 2006
Porta-bijou
Pela manhã.
Vestir à pressa a roupa preparada de véspera (ou não).
Ponho os brincos e abro a gaveta onde se amontoam os colares. Escolho, puxo o colar eleito e... opsss, estão todos emaranhados. Puxo, uma vez, duas e ouço (a esta hora ainda não tenho a visão nítida) o característico som de corais a soltarem-se, a rebolarem pelo fundo da gaveta.
Mais um colar partido, mais um dia que começa enervado, sem colar, sem jeito.
Até ao dia que tropeço na tricocheteira, nesta ideia genial!
Uma visita à loja de ferragens, escolho uma rede de galinheiro, uma lata de tinta branca em spray. Em casa namoro uma moldura feita pelo maridão de que ele não gostou particularmente.

Pinto-a com tapa poros, depois com tinta branca acrílica. A seguir aplico dois elementos na técnica do guardanapo para dar um toque de côr. Prego (na verdade o marido pregou) a rede já pintada com o spray e faço uns alelos para pendurar, em arame fino.

Fácil, barato e bonito.
E os colares estão sempre à mão!

(Talvez precise de outro porque tenho mesmo muitos colares e brincos)
Vestir à pressa a roupa preparada de véspera (ou não).
Ponho os brincos e abro a gaveta onde se amontoam os colares. Escolho, puxo o colar eleito e... opsss, estão todos emaranhados. Puxo, uma vez, duas e ouço (a esta hora ainda não tenho a visão nítida) o característico som de corais a soltarem-se, a rebolarem pelo fundo da gaveta.
Mais um colar partido, mais um dia que começa enervado, sem colar, sem jeito.
Até ao dia que tropeço na tricocheteira, nesta ideia genial!
Uma visita à loja de ferragens, escolho uma rede de galinheiro, uma lata de tinta branca em spray. Em casa namoro uma moldura feita pelo maridão de que ele não gostou particularmente.

Pinto-a com tapa poros, depois com tinta branca acrílica. A seguir aplico dois elementos na técnica do guardanapo para dar um toque de côr. Prego (na verdade o marido pregou) a rede já pintada com o spray e faço uns alelos para pendurar, em arame fino.

Fácil, barato e bonito.
E os colares estão sempre à mão!

(Talvez precise de outro porque tenho mesmo muitos colares e brincos)
16 novembro 2006
Feira do comércio justo em Viseu
Viseu não é só pedras nem pedradas.
Fernando Figueiredo explicou, em conferência de imprensa como decorrerá a Feira em Viseu.
Ficam todos convidados para visitarem Viseu a 1 e 2 de Dezembro, e comprarem umas prendas diferentes para o Natal.
Fernando Figueiredo explicou, em conferência de imprensa como decorrerá a Feira em Viseu.
Ficam todos convidados para visitarem Viseu a 1 e 2 de Dezembro, e comprarem umas prendas diferentes para o Natal.
15 novembro 2006
Porta individuais

Os individuais cá de casa arrumavam-se numa gaveta,as bases de copos também, os tabuleiros na despensa. Não dava jeito nenhum.
Vai daí pensei nesta solução. Ficam pendurados ao lado do frigorífico, sempre à mão. As bases de copos ficam no bolso.
Fiz dois iguais. Como só preciso de um o outro está à vossa disposição na loja.
Boa notícia: o mon tricot voltou! Bom regresso Solange!
14 novembro 2006
TLEBS ou a insustentável leveza da irracionalidade
Os nossos meninos passam a aprender uma nova gramática ou terminologia dela - TLEBS.
Onde havia substantivos passa a haver nomes. As orações passam a frases.
Os advérbios mudam de nome e talvez de sexo.
O meu favorito é o advérbio de modo que passa a "advérbio disjunto restritivo da verdade da asserção".
É caso para dizer: ESTA GENTE NÃO SE ENXERGA!
Asserção - do Lat. assertione
s. f.,
proposição que se apresenta como verdadeira;
afirmação;
asseveração;
alegação.
fonte:priberam
Onde havia substantivos passa a haver nomes. As orações passam a frases.
Os advérbios mudam de nome e talvez de sexo.
O meu favorito é o advérbio de modo que passa a "advérbio disjunto restritivo da verdade da asserção".
É caso para dizer: ESTA GENTE NÃO SE ENXERGA!
Asserção - do Lat. assertione
s. f.,
proposição que se apresenta como verdadeira;
afirmação;
asseveração;
alegação.
fonte:priberam
13 novembro 2006
Oração da manhã
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