31 janeiro 2007

Pronta

A estola vermelha está pronta.
Gosto do efeito visual.

À outra falta o acabamento final. Depois mostro.











28 janeiro 2007

Referendo II

Eu sou um defensor dos direitos humanos, por isso defendo o Não.

Alberto João Jardim, 28/1/2007



Mais uma boa boa razão para votar SIM!

A defesa da manutenção da hipocrisia está a provocar-me comichão.
É tão fácil fazer campanha pelo não - defesa da vida, da natalidade, blá,blá,..matar é pecado, e mais blá.
Incomodam-me os indiferentes, os deixa andar, os isso não é comigo.

Vejo poucos a exporem-se, a publicitarem posição. Isso incomoda-me.
O discutir em voz baixa, não vá o vizinho da mesa do lado, descobrir a nossa opinião. É assunto tabu. Ainda. Sexo versus procriação é assunto do leito. Privado. Calado. Silenciado.

Até quando, porra*?

*primeira asneira escrita em letra de forma neste blog

25 janeiro 2007

Estola(s)


Eu andava a pensar fazer um aquece-pescoço mais original, fora do vulgar
A Filomena deu-me a ideia.

E porque quem faz uma faz duas, a amiga M. tem a prenda de aniversário decidida.



Com este frio apetece mesmo tricotar com lãs, um chá quentinho de lúcia-lima do meu mini-quintal, a acompanhar uma torrada com doce de abóbora e groselha feito no domingo passado.



24 janeiro 2007

23 janeiro 2007

22 janeiro 2007

Saldos


















Sábado de saldos.

Umas botas para mim, um casaquito para T. e uma visita à minha retrosaria preferida - Casa Africana. Encontrei aí estes retalhos de chita. A mim não me parece chita mas sim 2 cretones e uma chita. O sr. garantiu-me que sim, que são das antigas. Só o retalho verde tem mais de um metro.

As caixinhas estava a ser saldadas numa casa ao lado por o,50€. Não resisti.

13 janeiro 2007

Da série A minha cozinha 7 em 1

Parede de exposição


11 janeiro 2007

Arco-íris

Acabadas oficialmente as festas, arrumadas as meias e os enfeites.
Pró ano há mais!

Toca de ir arrumar as lãs. Uma caixa de restos, acumulados nestes últimos anos. Que fazer?
Estas ondas seria uma ideia gira... Ou talvez...
uma manta arco-íris?


09 janeiro 2007

Ano Novo - coisas novas



Um pufe acabadinho de fazer.
Para a minha cozinha/sala de estar/estúdio/escritório, ou seja uma cozinha 7 em 1.
Quando escolhemos esta casa a cozinha foi um factor determinante. É grande, tem acesso ao pequeno jardim, uma lareira/recuperador. Verdadeiramente acolhedora. A única coisa que não gosto muito são os azulejos das paredes que já cá estavam e ainda não houve disponib€lidade para a mudança.
Serve para tudo. Até para as sonecas inesperadas do A.

A Olly parece pedir permissão para se deitar. Até agora resistiu. O treino está a resultar. Se tudo correr como até aqui será um excelente cão-guia.

08 janeiro 2007

Eu hoje sinto-me assim



foto surripiada na net (peço desculpa por não identificar autor mas, na altura não gravei o nome nem origem)

Ler, para combater a demagogia

02 janeiro 2007

Formas de terrorismo ou uma ajudinha pró referendo?

Bento XVI na sua homilia natalícia:
«Junto com as vítimas dos conflitos armados, do terrorismo e das mais diversas formas de violência, temos as mortes silenciosas provocadas pela fome, pelo aborto, pelas pesquisas sobre os embriões e pela eutanásia».

Eu permito-me outra comparação ao terrorismo: a proibição do preservativo depois dos milhões de mortos provocados pela Sida.

Prendas de Natal - III


Outra amostra. Algumas não fotografei, mas o importante é que agradaram.
Agora que observo as fotos, constato que este ano, mesclei quase todas as lãs.


Ainda a TLEBS: assinem um pedido para que reconsiderem.

31 dezembro 2006

2007

Os nossos melhores dias estão à nossa frente.

Olhar muito para trás não é solução.

29 dezembro 2006

Fim

Viseu, Senhora da Beira...
Do alto da Sé, à luz dos valores do herói lusitano, um olhar critico, independente e exigente sobre as terras e gentes da região de Viriato. Com as referências do passado, as preocupações do presente e a esperança no futuro, olha-se para esta encruzilhada de gentes e vontades beirãs nesta nova dimensão social da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS)...


Um fim que me deixa saudades.
Nestes 2 anos,fui deixando de ler jornais locais, sabia que teria as notícias todas ali, à mão e com humor.
A imprensa local é chata, lambe-botas, conotada com este ou o outro lado. Sem imaginação.
No Viseu, Senhora da Beira, havia opinião pessoal mas com ecos de vox populi, servida com inteligência.

Viseu fica mais pobre. E é pena.

22 dezembro 2006

Boas Festas!


As meias estão a postos.
Aceitam-se prendas.
Pode ser esta carteirinha.

18 dezembro 2006

Contagem decrescente

7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0

11 cachecois, 3 notebooks, 4 cadernos, 3 gorros, 2 aventais, 2 castiçais e 3 porta-fotos depois, a Grande Noite pode vir.

Falta arranjar a árvore, enfeitar a casa e planear a ceia.



(De que é que me estarei a esquecer?)



Bill Watterson, terminou a série Calvin&Hobbes a 31 de Dezembro de 1995

15 dezembro 2006

Mamã, tu és a flor do meu coração


Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal.
As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. Às meninas e meninos da sua preferência.
Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.

E aqui está esta gaja, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.

Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.

14 dezembro 2006

Mamã, tu és a flor do meu coração


Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal. As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. À meninas e meninos da sua preferência. Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.

E aqui está esta melher, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.

Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.

...

Talejornal da Sic das 20h.
Reportagem sobre uma vigarice perpetrada por uma velhota da 80 e tal anos, com o seu próprio testamento.
No final eu ria tanto, na sala, que vieram todos os filhotes saber o porquê. Não conseguia parar de gargalhar.
Por mim, fazia um abaixo-assinado ao S. Pedro, para condecorar a senhora com a medalha suprema da nação celestial.

A ganância e o o mais baixo instinto da raça humana no seu melhor, ou pior, conforme os ângulos, levou dezenas de pessoas "de bem" a acreditarem numa imensa fortuna vista da janela de um taxi ou dum passeio duma qualquer rua lisboeta.
Fortuna que ele, só ele, herdaria por sua morte.
Enquanto esperavam pela fortuna, foram passando cheques chorudos à velhota, dando-lhe banho, massajando-lhe os pés.
Morreu, placidamente durante o sono, aos 87 anos. Herdaram dívidas e conheceram uma dezena de interesseiros, como eles.

Hilariante.
O melhor do pior
ou
O pior do melhor.