31 dezembro 2006

2007

Os nossos melhores dias estão à nossa frente.

Olhar muito para trás não é solução.

29 dezembro 2006

Fim

Viseu, Senhora da Beira...
Do alto da Sé, à luz dos valores do herói lusitano, um olhar critico, independente e exigente sobre as terras e gentes da região de Viriato. Com as referências do passado, as preocupações do presente e a esperança no futuro, olha-se para esta encruzilhada de gentes e vontades beirãs nesta nova dimensão social da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS)...


Um fim que me deixa saudades.
Nestes 2 anos,fui deixando de ler jornais locais, sabia que teria as notícias todas ali, à mão e com humor.
A imprensa local é chata, lambe-botas, conotada com este ou o outro lado. Sem imaginação.
No Viseu, Senhora da Beira, havia opinião pessoal mas com ecos de vox populi, servida com inteligência.

Viseu fica mais pobre. E é pena.

22 dezembro 2006

Boas Festas!


As meias estão a postos.
Aceitam-se prendas.
Pode ser esta carteirinha.

18 dezembro 2006

Contagem decrescente

7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0

11 cachecois, 3 notebooks, 4 cadernos, 3 gorros, 2 aventais, 2 castiçais e 3 porta-fotos depois, a Grande Noite pode vir.

Falta arranjar a árvore, enfeitar a casa e planear a ceia.



(De que é que me estarei a esquecer?)



Bill Watterson, terminou a série Calvin&Hobbes a 31 de Dezembro de 1995

15 dezembro 2006

Mamã, tu és a flor do meu coração


Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal.
As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. Às meninas e meninos da sua preferência.
Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.

E aqui está esta gaja, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.

Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.

14 dezembro 2006

Mamã, tu és a flor do meu coração


Flores de papel, restos dos enfeites da festinha de Natal. As educadoras distribuem uma a cada menino para se oferecerem mutuamente. À meninas e meninos da sua preferência. Uma menina oferece à educadora.
O Alex fica com ela na mão. Quando lhe perguntam a quem a quer dar (desconfiando de timidez), diz que é para guardar para a mamã.

E aqui está esta melher, mãe experimentada e veterana, de sorriso apalermado, a juntar uma flor de papel ao já bem preenchido frigorífico.

Até a educadora (veterana também) estava com os olhinhos brilhantes a contar-me o episódio.

...

Talejornal da Sic das 20h.
Reportagem sobre uma vigarice perpetrada por uma velhota da 80 e tal anos, com o seu próprio testamento.
No final eu ria tanto, na sala, que vieram todos os filhotes saber o porquê. Não conseguia parar de gargalhar.
Por mim, fazia um abaixo-assinado ao S. Pedro, para condecorar a senhora com a medalha suprema da nação celestial.

A ganância e o o mais baixo instinto da raça humana no seu melhor, ou pior, conforme os ângulos, levou dezenas de pessoas "de bem" a acreditarem numa imensa fortuna vista da janela de um taxi ou dum passeio duma qualquer rua lisboeta.
Fortuna que ele, só ele, herdaria por sua morte.
Enquanto esperavam pela fortuna, foram passando cheques chorudos à velhota, dando-lhe banho, massajando-lhe os pés.
Morreu, placidamente durante o sono, aos 87 anos. Herdaram dívidas e conheceram uma dezena de interesseiros, como eles.

Hilariante.
O melhor do pior
ou
O pior do melhor.

09 dezembro 2006

Este blog já não aguenta mais Floribela

já só sonha com:
apertar-lhe o pescoço;
esgadanhá-la;
rapar-lhe o cabelo;
plantar-lhe um bigode farfalhudo à tuga;
congelar o príncipe e mandá-lo prá Sibéria,
e...
declara-se blog anti Floribela













© Helena Miranda 2006 (daqui)

05 dezembro 2006

Dia de temporal

A NÃO perder!

Gosto particularmente dos slogan das candidatas a ortopedistas:
"Eles podem não ter cérebro, mas pelo menos têm ossos. Siga ortopedia."
"Para uma mulher, nenhum osso é duro de roer. Siga ortopedia."




foto surripiada daqui.

03 dezembro 2006

Contra as TLEBS, marchar, marchar!




Surripiado daqui


Não tem nada a ver, mas apreciem esta joia, este puf maravilhoso.

30 novembro 2006

Prendas de Natal em progresso - 2006 I

A primeira é para mim. Sim, porque eu mereço.
Modernizei o meu livro de culinária inteligente - nome dado ao meu caderno onde, há anos, aponto as receitas que gosto de comer e/ou confeccionar.




As amigas podem esperar modelos destes



Páginas interiores com citações. Capas em tecido de algodão, bordados, fitas e botões.

29 novembro 2006

Feira do Comércio Justo



Eu também vou lá ter algumas coisas.

Aproveitem para fazer compras de Natal um pouco diferentes.

27 novembro 2006

O salto


Está oficializada a entrada na pré-adolescência da minha princesa.
Pediu para furar as orelhas. Queria muito ter brincos.
Tem.

Exatamente na mesma idade, e também antes do Natal, da irmã mais velha.
Prontos pá, deixo de ter meninas. Folhos, laçarotes, fitas de cetim no cabelo....
Buáááá

22 novembro 2006

Para arrancar um sorriso




Um palhaço na loja.
Igual, em desenho, a um que fiz para a minha filha mais velha há uns bons 16 anos. Na altura inspirei-me numa revista alemã. Como não sei uma palavra de alemão e, na altura, não havia google, fui fazendo e desfazendo até ficar como eu queria.

21 novembro 2006

Porta-bijou

Pela manhã.
Vestir à pressa a roupa preparada de véspera (ou não).
Ponho os brincos e abro a gaveta onde se amontoam os colares. Escolho, puxo o colar eleito e... opsss, estão todos emaranhados. Puxo, uma vez, duas e ouço (a esta hora ainda não tenho a visão nítida) o característico som de corais a soltarem-se, a rebolarem pelo fundo da gaveta.
Mais um colar partido, mais um dia que começa enervado, sem colar, sem jeito.


Até ao dia que tropeço na tricocheteira, nesta ideia genial!
Uma visita à loja de ferragens, escolho uma rede de galinheiro, uma lata de tinta branca em spray. Em casa namoro uma moldura feita pelo maridão de que ele não gostou particularmente.



Pinto-a com tapa poros, depois com tinta branca acrílica. A seguir aplico dois elementos na técnica do guardanapo para dar um toque de côr. Prego (na verdade o marido pregou) a rede já pintada com o spray e faço uns alelos para pendurar, em arame fino.



Fácil, barato e bonito.
E os colares estão sempre à mão!



(Talvez precise de outro porque tenho mesmo muitos colares e brincos)

16 novembro 2006

Feira do comércio justo em Viseu

Viseu não é só pedras nem pedradas.

Fernando Figueiredo explicou, em conferência de imprensa como decorrerá a Feira em Viseu.

Ficam todos convidados para visitarem Viseu a 1 e 2 de Dezembro, e comprarem umas prendas diferentes para o Natal.

15 novembro 2006

Porta individuais


Os individuais cá de casa arrumavam-se numa gaveta,as bases de copos também, os tabuleiros na despensa. Não dava jeito nenhum.
Vai daí pensei nesta solução. Ficam pendurados ao lado do frigorífico, sempre à mão. As bases de copos ficam no bolso.

Fiz dois iguais. Como só preciso de um o outro está à vossa disposição na loja.



Boa notícia: o mon tricot voltou! Bom regresso Solange!

14 novembro 2006

TLEBS ou a insustentável leveza da irracionalidade

Os nossos meninos passam a aprender uma nova gramática ou terminologia dela - TLEBS.
Onde havia substantivos passa a haver nomes. As orações passam a frases.
Os advérbios mudam de nome e talvez de sexo.
O meu favorito é o advérbio de modo que passa a "advérbio disjunto restritivo da verdade da asserção".

É caso para dizer: ESTA GENTE NÃO SE ENXERGA!


Asserção - do Lat. assertione


s. f.,
proposição que se apresenta como verdadeira;

afirmação;

asseveração;

alegação.


fonte:priberam

13 novembro 2006

Oração da manhã


Obrigada dono pequeno, por teres saltado da caminha.
Obrigada pela cama quentinha, pelos raios de sol, por me poder esticar na tua cama.
Bem abençoada seja a escolinha para onde tens que ir.
Miaauauau!