02 julho 2006

E.T. fone home



















De volta às manualidades.

Novidades na loja.

Prometo mostrar, ainda esta semana, se alguém acertou na pergunta anterior.

28 junho 2006

23 junho 2006

Ano lectivo 20005/2006

O ano lectivo acabou. Ponto.
Vamos ao balanço.

No geral, foi o pior ano lectivo da minha vida de mãe. Pois isto de ser mãe não tem só coisa boas.

- A filhota grande não concluiu todas as cadeiras da faculdade. Provavelmente terá que repetir o 2º ano.

- O filhote grande anulou a matrícula do 12º ano. Nunca tinha tido negativas mas este ano começou logo mal. Não se encantou com a Física, juntou-lhe um namoro mal resolvido e foi vê-lo ir por aí a baixo.
Na Páscoa achámos que seria melhor repetir o ano.
Todos me dizem que não é problema de maior repetir um ano, que só tem 18 anos.
Provavelmente é verdade, mas a primeira vez é sempre difícil.

- A filhota mais pequena concluiu com êxito o 2º ano. Foi avaliada com uma bateria de muito bom's. No entender da sua excelente professora é uma aluna interessada, participativa, com uma capacidade muito superior à média, destacando-se pela seu carácter de liderança. (Não sei muito bem o que isto quer dizer: será o seu apurado gosto de mandar e dar opiniôes?)

- O filhote caçula termina o seu primeiro ano de infantário.
Com êxito?

Adaptou-se bem ao novo, sem conflitos de maior. Gostou da educadora e auxiliares.
Para meu espanto não contraiu nenhuma doença das habituais no primeiro ano de frequência escolar. Ao todo faltou 11 dias por viroses sem gravidade.

Eu não gostei!
Não gostei do infantário e reinscrevi-o em dois outros infantários para o próximo ano, um dos quais onde não teve vaga este ano e frequentado pela irmã durante três anos.
Não gostei das instalações e funcionamento. As educadoras (funcionárias do Ministério da Edudação) faltavam imenso, sempre a queixarem-se das condições e da ministra, mas todas as actividades realmente interessantes foram feitas pelas estagiárias. Inclusive não houve festa de fim de ano - o estágio já tinha acabado!
Assim que as estagiárias se foram embora aquilo mais parecia em estaleiro de crianças: tv, jogos sem orientação, dvd's.

Espero sinceramente que entre noutro infantário!


Para o ano há mais!

20 junho 2006

Como cheira bem a minha cidade



Paira sobre Viseu um suave aroma de flor de tília.
Aqui e ali juntam-se-lhe a flor do castanheiro, da laranjeira, do plátano.
Sabe bem passear pela cidade.
Para fazer um chá e não só.

A Feira do livro a não perder de 19/6 a 2/7


O meu pc foi restaurado, remodelado e salvou-se tudo. Obrigada maridão!

13 junho 2006

Estou fora...

... cá dentro.
O meu pc está em estado crítico. O disco rígido entrou em colapso.
Estou em risco de perder as minhas coisinhas todas que não estavam salvaguardadas!
Buá, snif, buáááá...

Estou fora...de mim.

Hasta la vista.

06 junho 2006

Bandeiras há muitas

Bandeiras Nacionais empoleiradas nas janelas, varandas, nos carros, com mastros, com molas da roupa.
Nada contra. Tenho pena que o patriotismo apareça apenas ligado ao futebol. Mas se isso contribuir para o aumento de auto-estima nacional, desfraldemos 7 milhões de bandeiras!
Só uma coisa peço aos patriotas bandeireiros: atentem na bandeira portuguesa.
O verde fica junto ao mastro;
No centro ficam 7 castelos e não pagodes chineses;
Os castelos ficam com as torres viradas para cima.

02 junho 2006

Viva a criança que devia haver em cada um de nós!

Estou um pouco farta dos dias de qualquer coisa. Hoje até foi proposto celebrar o dia do cão. Quando ouvi a notícia pensei que estavam a gozar.
Assim para o ano de 2007 iremos celebrar cá por casa:
- os 6 aniversários
- o dia do pai
- o dia da mãe
- o dia da criança
- o dia do cão
- o dia do gato
- o dia do peixe
- o dia da árvore

nos intervalos das comemorações iremos carpe diem.

A Rosa descobriu uma maneira de divertir a criançada.


Com restos de lã (enquanto o calor deixa trabalhá-la) umas pegas.



26 maio 2006

Eles estudam, estudam...

e nós pagamos, pagamos. Duplamente. Como pais e contribuintes.


Assino por baixo.

Foto daqui

(Des)inspiração

com ajuda



RESMAS DE ZITS
Jerry Scott
Jim Borgman
ed. Gradiva

19 maio 2006

17 maio 2006

Protesto, sr. Scolari!

Não, não é por causa do Quaresma. Esse até eu compreendo. Na minha terra é dito popular que "quando se leva um burro à feira tem que se estar de olho no burro e no cigano". Fiquei a saber que o sr. já tem falta de vista. Acontece a todos.
O meu protesto, sr. Scolari, é em nome da parte feminina deste país. Das gajas.
Depois de ver o plantel, além de ter constatado que não percebo nada de futebolês, logo não conheço a maioria dos jogadores, rendi-me às evidências: o plantel é fraquito. Muito fraquito.
Não há ali um gajo que valha a pena. Ninguém que preencha imaginários.
São feiítos, bolas! O Quim não salva a honra do convento.
O sr. não podia ter convocado o Jorge Costa, ou o Rui Costa? Já não jogam grande coisa? E que é que isso me interessa? Bastava ficarem no banco e já enchiam o olho!

Está mal, sr. Scolari!
Que interesse me resta em ver 11+3+11 gajos a correr pela relva?

Graças a deus a República Checa foi apurada!

15 maio 2006

Domingo em movimento

Aproveitando a inauguração dos "trilhos do Vouga" resolvemos fazer uma caminhada em família. Em família é como quem diz: com os filhos mais pequenos, que os grandes já não alinham com os "cotas".

Esteve um dia magnífico. Andámos muito e o local escolhido, Parque Biológico do Pisão, S. Pedro do Sul, é muito bonito.
O passeio inaugural foi acompanhado de explicações de um biólogo e de um zoólogo e finalizou com almoço.

Os filhotes foram uns heróis. Embora fosse bastante cansativo, não se queixaram. No fim do percurso o Alex foi levado às cavalitas pelo pai, mas depois do almoço estava pronto para continuar.
Experiência a repetir nos outros trilhos da região.




12 maio 2006

Este blog uinho fez 1 ano

a 24 de Março. Ontem lembrei-me de ir ver a data.
Ultimamente não tenho tido grande vontade de escrever. Não por me faltarem acontecimentos.


Entretanto acabei um top para moi-même


09 maio 2006

Hoje estamos assim...

muito mãe*




autora Maitena


*i.e. com nenhuma objectividade

06 maio 2006

Quero partilhar

dois blogs que acompanho diariamente. Diferentes mas que me têm aquecido.

O da Alexandra pela maneira simples, humana, desassombrada como relata o dia a dia (seu), do outro lado do mundo. Lá, onde há 6 horas de electricidade por dia e água uma vez por semana.
Lembrei-me dela (e da filha) hoje, na bomba de gasolina, enquanto direcionava palavrões ao Sócrates, Bush, Rafanjani e rei saudita, à vez, para nenhum se ficar a rir.

O outro porque me faz esquecer a conta do gás com pérolas destas:

Qual destas pragas chegará primeiro este Verão: a dos fogos ou a das bandeiras nas janelas?

Tomo a liberdade de responder: as reportagens sobre o desporto nacional - ir a Fátima a pé.

Encontro de bloggers

Nunca pensei meter-me nisto.
Não sou muito de confrarias, partidos de sentido único.
Sou mais causas, movimentos. Pensei, repensei, (o maridão empurrou) e concluí tratar-se dum movimento. Com Viseu como causa.

O encontro foi neste restaurante que, pela qualidade e simpatia, entrou directamente na lista de favoritos. Pena ser altura de dieta!

Conhecido, apenas o autor/dono da Livraria da Praça que nos brindou com a sua eloquência e sabedoria científica.
Gostei de conhecer os senhores:
O viseu, Viseu, senhora da beira, daqui viso eu e Viseu aldeia jardim.
Mulher, só eu. Nada de novo para quem já trabalhou numa empresa onde era a única mulher.

Gostei. Da troca de ideias, do gosto comum por esta cidade. Das orelhas que ficaram a arder.

03 maio 2006

"Eduquês"

Descobri-o num programa da RTPN do Francisco Viegas. Falou a minha linguagem, explicou o sistema de ensino português (tantas vezes aqui falado).
Comprei o livro, estou a lê-lo e a gostar.
Amanhã vou vê-lo e ouvi-lo na Livraria da Praça

26 abril 2006

Natividade

A Primavera trouxe esta prenda à nossa Lala.

No mesmo dia do Miguel.








Aceitam-se candidatos a donos

25 abril 2006

25 de Abril




«Era uma vez um país

onde entre o mar e a guerra

vivia o mais infeliz

dos povos à beira-terra.

(...)

Foi então que Abril abriu

as portas da claridade

e a nossa gente invadiu

a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra

na madrugada serena

um poeta que cantava

o povo é quem mais ordena.

(...)


Ary dos Santos.- As Portas que Abril Abriu. Lisboa, 1975.

22 abril 2006

Amigos, ajudem-nos a entrar na Europa


Viseu na linha do Futuro! Todos pelo Comboio

Viseu é a maior cidade da Europa continental que não é servida pelo caminho-de-ferro! Ligar Viseu à rede convencional e à Europa "deverá constituir um desígnio nacional nas políticas de obras públicas prioritárias nacionais, aproveitando-se o facto da região permanecer elegível para Fundos Europeus de Objectivo I, no próximo Quadro Comunitário de Apoio".
A linha do caminho de ferro representa para Viseu o investimento no futuro. Benefeciando a fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio, o menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental e social, uma ligação útil em Portugal e a mais fácil circulação de pessoas e bens com a Europa! O investimento é pequeno para os beneficios que acarreta. Vamos todos, sem excepção, lutar por esse direito. Viseu merece esta ligação!


Assinem esta petição, ajudem-nos a obrigar os políticos a pensar no futuro e não apenas nas próximas eleições.

21 abril 2006

Taraaam....



Gosto. É funcional para as brincadeiras porque é grosso e macio. É colorido e grande.
Agora vou descansar os pulsos durante uns dias.

Depois disto fiquei com vontade de bordar.

Mais uma a contribuir para o aumento (necessário) da natalidade portuguesa. Que seja tão talentosa/o como a mãe.

20 abril 2006

Mais uma boa pergunta

"Aiiii D. Eva, 4 filhos???? Credo! E trabalha?

Não, minha senhora, compro tudo feito!"


Já não há paciência.




Tapetão na forja para o quarto do Alexandre. Está quase.

18 abril 2006

Festejos




Uma Páscoa com tanta tradição eslava que até me levou a terras castelhanas.
Para não me esquecer do meu portuguesismo de nascimento.

Pintámos ovos, comemos gulaš e knedlíky.
Os filhotes mais pequenos adoraram, os maiores assim-assim.

13 abril 2006

Mochos e corujas


Gosto de mochos e corujas.
São animais misteriosos, bonitos, noctívagos.
Faço colecção de miniaturas há muitos anos. Não é bem colecção, são miniaturas oferecidas por quem sabe desta minha mania.

A filhota mais pequena sugeriu, naquele jeito de pedir, um boneco coruja.
A mãe inventou duas. Uma em tricot, outra em algodão e feltro.

Aqui fotografadas com a prenda do dia da mãe da filhota grande (do ano passado).
As quatro corujinhas desta mãe coruja de quatro.

Verdade, verdadinha*


Maitena

* tradução desnecessária.

12 abril 2006

Uma vela

A memória deve ser um atributo da humanidade. É necessário não esquecer. Para que não se repita.
Eu vou acender uma vela na minha varanda a 19 de Abril.
Em memória do pogrom de Lisboa e de todas as matanças. Dos Gulags ao Ruanda, passando por Shabra e Shatila.

05 abril 2006

Portugal turbo??!!

Pouco falta para se completar um ano deste meu desabafo.
Como foi resolvido? Pergunto eu e todos os pais envolvidos nesta triste situação.
Não foi. Ainda!!!!

Como escrevi na altura, veio uma inspectora que ouviu pais, presidente da Associação de pais, professores e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento.
Quando terminou disse aos pais queixosos que no início do ano lectivo os informariam do resultado.
O ano lectivo começou, passou mais um ou dois meses e apareceu novo inspector. Tinha sido apurada matéria disciplinar (não sei bem se são estes os termos)e, por isso, ia decorrer um processso. O inspector instalou-se durante semanas na escola, ouviu crianças, pais, professores. Ouviu os mesmos ouvidos anteriormente e outros.
A professora em causa não foi colocada nesta escola.

Depois o inspector foi-se embora e...nada. Até hoje os pais não receberam qualquer resposta. Que ainda está para deliberação.

Agora pergunto (e todos os pais responsáveis):
Se a professora tivesse sido colocada na escola e turma?
Os alunos é que tinham de "fugir"?
Será isto mais uma prova que neste país não se pode reclamar? Porque somos sempre os reclamantes os prejudicados?

Nem quando estão em perigo os direitos de crianças pequenas?

31 março 2006

Pois

Uma amiga costuma dizer que dar o braço a torcer é sinal de inteligência.


Eu devo ter um QI a rebentar a escala!

29 março 2006

Casa Pia

O tribunal decidiu indemnizar as VÍTIMAS da Casa Pia.
Não faz mais que o seu dever, afinal as crianças estavam à guarda do estado.

Mas agora levanta-se uma questão: para haver vítimas tem que haver abusadores.
Não é?

27 março 2006

Stanislaw Lem

Morreu. Um dos meus escritores favoritos de ficção científica. Autor do genial Solaris, Fiasco, Éden, etc.

Porque será

que me sobram despesas?

Vou sentir a falta.

25 março 2006

Mais uma razão para visitar Viseu

Tricotadeiras deste país, juntem-se a nós. Este bar, no centro da cidade, torna-se muito agradável com ou sem tricot.

Vamos tomar um copo e fazer tricot?

Texto de Fernando Giestas

Quero uma cerveja, um livro e as agulhas para tricotar mais um bocadinho do cachecol, por favor.
O pedido, embora ficcionado, faz sentido num bar da cidade de Viseu, denominado Solar das Tradições. Ou SDT, se lido como sigla e de uma forma mais moderna.
As agulhas e a lã, nas mãos dos clientes “artesãos”, estão a construir um cachecol gigante ou comunitário, desde o início do Inverno passado. Agora é Ondina Pinheiro, de 18 anos, que tricota. “Todos os dias faço um bocadinho”. A lã tricotada tem uns nove, dez metros, enrodilhados num cesto.
A estudante é presença frequente no SDT, ao Mercado 2 de Maio. Aprendeu a tricotar com a proprietária do bar, Manuela Moreira, e ela própria já ensinou “muita gente” no manejo das agulhas. “Já é uma moda. Muita gente vem cá de propósito para fazer tricot”. Daí que seja habitual os pedidos para passar a vez. “Olhe, se não se importa, daqui a um bocadinho gostava de tricotar um pouco”. E as cores da lã a utilizar, fornecida pelo bar, também ficam ao critério de quem tricota. “No outro dia estiveram cá umas raparigas que quiseram acabar o cor-de-laranja para mudar de cor”.
Na mesa de Ondina Pinheiro estão os amigos Filipa Ribeiro e Diogo Almeida, também de 18 anos. Ela é habitual “tricotadeira”, ele nem por isso. Mas “há mesmo muitos rapazes que fazem” tricot no bar. Manuela Moreira, autora da ideia, diz que “mulheres, homens, dos oito aos 80 anos, toda a gente pode fazer”, e faz, o cachecol gigante. A ilustrar as palavras estão fotografias, afixadas nas paredes e no tecto do bar, de alguns dos clientes artesãos. “Temos muita gente que vem de fora, Lisboa, Porto Coimbra, para entrar na brincadeira”.
Manuela Moreira gere um “bar um bocadinho diferente” dos demais, onde coabitam música moderna e menos moderna, produtos regionais e capuchas e alfaias agrícolas expostas nas paredes. Trata-se de “dar sequência a tradições antigas” num espaço “que não deixa de ser uma tradição actual”. E há os livros. Explique Manuela: É uma “biblioteca de clientes para clientes”. Um estímulo à leitura com livros dos próprios frequentadores do bar.
ed. 210, 24 de Março de 2006

24 março 2006

Tapetes (ou a falta deles)

Estava a precisar de tapetes novos nos WC's. Vai daí, meti mãos à obra.
Tricot e crochet em "trapos", que é como chamam a estas fitas de desperdício textil.
É bastante difícil de trabalhar - passível de provocar tendinites.

A Nita em novidade


23 março 2006

Novo blog em Viseu

Vão espreitar.
Os bonecos são muito bonitos e fofinhos.

Parabéns Pandora!

21 março 2006

Fica ou sai?

Não me lembro de alguma vez ter concordado com os ministros da agricultura deste país.
A nossa política agrícola sempre primou pela ausência de objectivos, de visão.
De ficar à espera para ver no que dá.
A adesão à CEE trouxe expectativas que não se aproveitaram a seu tempo. Os intervenientes estiveram mais preocupados em chupar subsídios.


Hoje gostei de ouvir Jaime Silva dizer que a nossa agricultura não podem ser subsidiodependente.

Eu diria mesmo mais: não pode haver agricultores que só existem porque há subsídios.

Novas exposições

Os meus bonecos estão, a partir de agora, em exposição/venda na Livraria da Praça e na Casa da Ribeira - Fundação da Câmara Municipal de Viseu para a Protecção do Artesanato onde estão, em exposição/venda permanente, peças de artesanato da região .

Fotografias dos locais serão publicadas assim que o Blogger o permita

19 março 2006

Livraria em festa

A Livraria da Praça comemorou o seu 1º aniversário.
Um fim de tarde muito agradável.
Ofereceram boa música e poesia, distribuindo pelos clientes/amigos a sua tradicional simpatia.
Parabéns por serem uma pedrada neste "charco" cultural viseense!



Os meus bonecos não quiseram faltar à festa

17 março 2006

Mais aniversários...



...e respectivas prendas.
Colegas das filhotas, trabalho da mãe!







Porque será que até a filhota de 7 anos tem uma vida social mais intensa que a minha?

15 março 2006

OPA

Ó pá, e se a Espanha fizer uma OPA à gente?

Cena possível
A batalha em vez de ser em Aljubarrota será na Bolsa de Valores de Lisboa (opção Madrid)

Cena alternativa
Oléééé*!

* de entusiasmo

14 março 2006

Dia de sol

Como hoje, amanheceu solarengo. Depois de uma semana de chuva, nessa Segunda-feira, brilharam os raios de sol.
Pelas sete da manhã acordei com uma moínha no baixo ventre. Levantei-me, tomei banho, preparei o pequeno almoço para a Marta (2 anos e 2 meses), acordei o pai.
Disse-lhe que tínhamos que ir para a maternidade. Não ficou muito convencido.

Faltavam 2 dias para as 40 semanas. Deixámos a Marta na avó e lá fomos. Às 9h entrei.
Na altura pai não entrava! Era apenas assunto da mãe!
Ao primeiro toque rebentaram as àguas.

Batiam as 12 h quando te conheci. Pequenino, muito branquinho, antes de chorares já estavas agarrado à maminha.

18 anos! A maioridade!
Já votas, já podes ser eleito, já podes ser julgado. És grande.
Para mim continuas a ser aquele pequenino que pedia: "fufuras mamã..."

Que a vida te brilhe, como o sol brilhou em 14 de Março de 1988, filhote!

12 março 2006

ai que susto!

1,52m por 55kg.

Há dez anos eram menos 5, há vinte menos 9.
Estou a descobrir um padrão. E não é bonito.

Pois é, aos vinte anos bastava uma noitada e lá se perdia um kg.
Hoje, depois dos 40, teria que correr todos os dias, uma hora no Fontelo, para perder... 500 gr.

E agora? Dieta?
Lá terá que ser.

FUJAM!
A partir de segunda vai haver por aqui uma mulher stressada...

09 março 2006

Há muito, muito tempo...

houve um projecto. Imaginei uma manta quentinha nos meus joelhos invernais. Em pura lã, quadrados trabalhados com tranças e desenhos sofisticados com agulhas nº 2, alternando com quadrados de igual tamanho com gatos estilizados bordados.
Os joelhos continuam sem manta e vão dando graças pelo aquecimento central. Os quadrados foram sendo arrumados numa caixa. Por lá ficaram, sem companhia, sem luz, com medo das traças...

Este transformou-se em almofada. Quentinha, fofinha. Sem gatos.


08 março 2006

Nascimento


Nasceu o bebé N. Filho de dois tripeiros, ferrenhos portistas, pais felizes.
Bons amigos desta amiga vossa.

A prenda foi sendo feita, devagarinho. Crochet escocês, uma técnica que fui aprendendo a fazer. Uma combinação entre o crochet e a tecelagem.

07 março 2006

Coisas dum quintal português...




É o santo que guarda o cogumelo (Amanita muscaria), ou será o contrário?

05 março 2006

04 março 2006

Amor é...

Arranjar e oferecer 12 episódios novos para o eu se deliciar este fim de semana;


Fazer um irmão lindo ao Anacleto;

01 março 2006

De génio e de louco...

Uma ideia loucamente genial.

Um filme que vale mesmo a pena ver!

24 fevereiro 2006

24 de Fevereiro de 2002, 14 25h

hora de chegada do Alexandre.

Muito planeado, esperado com ansiedade por toda a sua grande família.
Trouxe-me a ternura do ser mãe depois dos quarenta. Uma vivência maravilhosa.

O nosso sol, que conquista todos com a sua ternura e língua de trapos.


Quem se lembra de uma gravidez de alto risco, com internamentos e muitas visitas às urgências?
Eu, só me lembro do parto rápido e de o ver, loirinho e gorducho, nos meus braços.


Que o sol te acompanhe sempre, filhote.

20 fevereiro 2006

Segunda-feira



Encomenda acabada e entregue a uma mãe babada: Um Trombinhas com fita a condizer.





Na Loja uma suricata, segundo a filhota pequena.

12 fevereiro 2006

Afinal não somos uma família de extra-terrestres

Depois de ler esta entrevista a Paulo Azevedo, já me sinto menos bicho do mato.
Eu explico: a minha filhota mais pequena (7 anos), um dia destes, chegou da escola muito chateada. Os colegas tinham gozado com ela quando lhes disse que cá em casa só há uma televisão e que não tem televisão no quarto (nem ela nem ninguém).

10 fevereiro 2006

Quem quer casar com a carochinha?


Estes e outros bichos vão estar em exposição/venda no átrio do Hospital de Viseu, este fim de semana.

04 fevereiro 2006

Nota mental

não me deixar convencer a ir ver cinema português no próximo quinquénio.


Nota que faz bem ao ego: as top models também têm celulite!

31 janeiro 2006

Amélia dos olhos doces

na loja












Também estou zangada com o treinador do FCP. Eu, e todas as mulheres de bom gosto!
Porque mandou embora o Jorge Costa? Se calhar já não está na melhor forma mas sempre é um regalo para os olhos...eu também não vejo mais de 3 minutos de jogo.

Este continua no cimo do meu top10, e sem concorrentes à vista!

30 janeiro 2006

Ei-lo

Depois de lhe chamarmos Ozzie um dia, ligaram da Escola a dizer que houve um engano e o nome tem que começar por N.
Aceito sugestões.





O filhote mais pequeno deixou as fraldas há 2 meses.
Agora treinamos o cachorro...(que piada de mau gosto!)

26 janeiro 2006

A família vai aumentar

A nossa família vai ter, a partir de amanhã, mais um elemento.
Um cão. Um cachorro de três meses, Labrador Retriever.

Não, não é mais um satisfazer dum desejo-capricho dos meninos. Sobre isso já expliquei muito bem a minha posição.

Trata-se de um futuro cão-guia.
A Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual tem uma escola de cães-guia em Mortágua (perto de Viseu). Única no país. Forma anualmente cerca de dez duplas cego/cão-guia. Gratuitamente.

Esta escola necessita de colocar os cachorros dos 2 aos 14 meses em famílias de acolhimento para proporcionar ao cachorro a apreensão das regras elementares de obediência e o contacto com os diversos estímulos interiores (casa, ambiente familiar) e exteriores (trânsito, animais, cheiros, barulhos, locais públicos...etc).
A maioria destes cães não serão realmente cães-guia por diversas dificiências (temperamento, saúde, etc), é necessário criar e educar muitos para se chegar a entregar um cão-guia a um cego. Espera-se por um cão-guia alguns anos.

Neste momento a Escola tem uma grande necessidade de mais famílias de acolhimento.
A condição é gostar e querer aprender com os animais e residir na zona de Viseu até Coimbra. Maior distância é impraticável porque os cachorros são acompanhados semanalmente pelo treinador e a escola tem apenas três.

Além do acompanhamento técnico, a Escola proporciona toda a alimentação e assistência medico-veterinária durante todo o período de estadia, um seguro e, não menos importante, leva o cachorro para as instalações da Escola sempre que a família necessite: fins de semana fora, férias, etc.


Tive conhecimento disto há dois anos. Entretanto uma amiga teve uma cadela em acolhimento e disse-me que a Escola estava a ter muitas dificuldades em encontrar famílias de acolhimento e, como sabia que a nossa cadela tinha morrido, sugeriu-mo. Levei o assunto a conselho familiar e... foram unânimes: SIM.

Não podemos só queixarmo-nos das coisas más é preciso fazer algo, pequeno que seja, em direcção à mudança.


Amanhã chega um cachorro, macho, preto e com nome começado por O que temos que escolher. Não pode ser nome de pessoas! Aceito sugestões.

NOTA
: peço que divulguem a Associação e o seu trabalho. Labora com bastantes dificuldades financeiras (vive de um apoio da Segurança Social, dos donativos e da venda de cães não aptos para cão-guia) mas muito empenho de todos trabalhadores e colaboradores. Posso testemunhá-lo.

contacto: email caes.guias@clix.pt tel.231920978
Sítio

23 janeiro 2006

Dia não?

Ainda não curada da ressaca de ter um presidente com cara de "toda a gente lhe deve e ninguém lhe paga", descubro que hoje é o dia mais deprimente do ano. Irra!

Experimentei isto e deu este resultado:












Gato com bolsos na loja

19 janeiro 2006

18 de Janeiro - Marta - 20 anos contigo

Recordo uma noite de Sexta-feira, uma tempestade de neve, uma grande barriga e uma vontade imensa de te conhecer.
Tu não tinhas pressa, completas as 40 semanas, não te decidias se continuar no quentinho ou conhecer o mundo não (muito) protegido.
Depois de 26 horas (já no Sábado)lá te resolveste a dar sinal da tua graça.
O bébé mais lindo que vi até hoje! Morena (eles disseram que era icterícia), grandes olhos abertos, boca bem desenhada e uns pulmões muito bem desenvolvidos (sublinhados por 2 horas de berreiro ininterrupto).

20 anos depois continuas pequena, morena (sem icterícia), sempre pronta para uma boa discussão (para afinar a voz?), boa aluna, atleta, curiosa, leitora compulsiva (de quem virá esse gene?)
Uma vontade de questionar tudo que, frequentemente, me tira do sério.
Resposta sempre pronta e um humor fino e desarmante.

Hoje é um dia muito especial: há vinte anos comecei a minha aprendizagem de mãe.
Não me tornei melhor ou pior, apenas diferente. Com outra visão. Como se ganhasse mais um par de olhos: uma quinta dimensão?


Parabéns filhota grande!
Que a vida te sorria sempre.

16 janeiro 2006

Fim de semana de chuva, frio e trabalho

Mimi e Sissi, homenagem (des)inpirada aos bonecos da Rosa.










João, Mimi, Sissi e Bernardo



na loja

13 janeiro 2006

Formiguinha

Manuel no coração


















Bolsa para a bébé Sílvia






















Luvas para acompanhar o gorro do Alex





















Bolsas de flores para as manas Joaninha e Bárbara

08 janeiro 2006

Meninas felizes

A Matilde viajou até Lisboa para ser feliz com a Joaninha.


A Ana, ao chegar aos Açores, foi rebaptizada para Margarida pela linda Inês.

07 janeiro 2006

Gata escondida com Barbie de fora


A nossa Lala, tem por hábito enfiar-se nos sítios mais estranhos.

05 janeiro 2006

Infelizmente

isto não é surpresa.

Uma manhã passada no hospital de São Teotónio - Hospital Distrital de Viseu

Estou mais cansada do que se tivesse feito a maratona.
Os corredores do hospital de Viseu são compridos, sem fim.

O filhote grande - André, 17 anos - acordou com fortes dores de estômago. Nada de novo. Nos últimos dois anos tem tido episódios frequentes. Há um ano foi-lhe diagnosticada helicobacter pylori - (úlcera péptica).
Desde os primeiros sintomas até ao diagnóstico foi uma longa travessia de sofrimento. Tanto em dor física (dele) como dor de acompanhamento e ansiedade por não sabermos a causa (nossa). Muitas consultas em diversas especialidades e muitos e variados exames complementares.
Pelos vistos não é muito comum nesta idade, daí o difícil e tardio diagnóstico.
Depois foi medicado e as complicações desapareceram.
Hoje acordou com dores idênticas.

Como agir? Pela lógica (pelo menos para mim): contactar a médica que o tratou e acompanhou.
Sei que trabalha apenas no Hospital, na pediatria. Dirigimo-nos para lá, a médica está nas consultas externas, informam-me.
Tento marcar consulta, chegar à fala com ela. A segurança não deixa entrar, não se pode marcar consulta para hoje. Impossível.
Lá consigo ludibriar outro segurança, noutro corredor (ainda bem que conheço os labirínticos corredores deste hospital!), entramos nas consultas externas, consigo falar com a médica. É muito simpática, como sempre, mas diz-me que não o pode consultar hoje, porque só pode fazer as marcações (!!!), remete-nos para as urgências pediátricas, para onde vai enviar o relatório médico e os últimos exames, feitos há 15 dias.
Na urgência pediátrica não o querem atender por ter mais de 15 anos, digo que venho por indicação da Dra. X, consultam fulano e sicrano e aceitam consultá-lo.
Isto tudo vivido com um adolescente cheio de dores que já quer é ir para casa deitar-se.
Espera, 1ª consulta, telefone para a Dra X, que entretanto tinha telefonado o diagnóstico negativo de helicobacter pylori, exame de palpação, urina (normal), ecografia (normal), saber de possibilidade de endoscopia (possível só daqui a um mês), consulta (telefónica) com a especialidade de gastro.
Receita de comprimidos para tomar durante um mês, e nova consulta para 8/2 com a médica X.


A dor já acalmou e já almoçámos.
Fica esta sensação de burocracia infinita, contornável se formos chatos, muito chatos. De impotência.


Aparte: o prémio Nobel da medicina de 2005 foi atribuido aos cientistas que identificaram o dito helicobacter pylori.

04 janeiro 2006

Sabem???

Sabem o que tenho encontrado esta semana?
Todas as manhãs?
As resoluções de Novo Ano.
A correr no parque, a caminhar na avenida.

Em dezembro falamos...

03 janeiro 2006

Início

de ano cívil, período escolar, trabalhos novos.
A vida, essa é a mesma, noutra perspectiva. Ou talvez sejam os meus olhos com um brilho novo. De agenda imaculada.

A morenita Carmen saúda, com salero, 2006.





Disponível na loja

29 dezembro 2005

Lista de desejos para 2006

Dar umas boas 20 gargalhadas, por dia;

Ouvir 30 boas gargalhadas a cada um dos 4 filhotes, por dia;

Ouvir 20,5 boas gargalhadas ao maridão, por dia; (Não podes ficar a ganhar muito!)

Ajudaria se o presidente de todos nós não tivesse semblante de limão entalado.

Ler uma carrada de livros (1/2 dúzia bons);

Ver uma caixa de bons filmes;

Ouvir música agradável;

Viver.

28 dezembro 2005

Evolução do ensino da matemática em Portugal

Anos 50
Um agricultor vende uma saca de batatas por 1000 escudos. O custo de produção é de quatro quintos o preço de venda. qual foi o seu lucro?

Anos 60
Um agricultor vende uma saca de batatas por 1 000 escudos. O custo de produção é de quatro quintos o preço de venda, ou seja, 800 escudos. Qual foi o seu lucro?

Anos 70
Um agricultor troca um conjunto P de batatas por um conjunto D de moedas. A cardinalidade do conjunto D é de mil, e cada elemento de D vale uma unidade de escudos. Desenha mil pontos grandes, que representam os elementos de D. O conjunto C, dos custos de produção, é formado por menos 200 pontos grandes do que o conjunto D. Representa C como um subconjunto nde D e dá a resposta correcta à pergunta "qual a cardinalidade do conjunto dos lucros?". (Assinalar todos os pontos a vermelho)

Anos 80
Um agricultor vende uma saca de batatas por mil escudos. Os custos de produção são de 800 escudos e o lucro de 200 escudos. SDublinha a palavra "batatas" e discute-a com os teus colegas.

Anos 90
Um agrikultore consegueinxustamente 200 paus por uma çaca de batatas. Hanaliza este teisto, procura errus de conteudo, gramatika e pontuassão e depois espreça o teo metudo de pensamento.

27 dezembro 2005

Como disse?

Havia alguma coisa que podia não correr mal, neste Natal?
Não encontrei.

20 dezembro 2005

Já começaram

as férias escolares. Isto significa arranjar que fazer a 4 filhotes desocupados e cheios de energia.

Os mais velhos dormem (ou dormiriam se eu deixasse) até ao almoço, arrastam-se para a mesa, resmungando qualquer coisa sobre mães chatas que os não deixam dormir descansados. A tarde dedicam-na ao computador e/ou tv/dvd. Com o jantar chega o pico da energia e estão prontos prá naite, prás namoradas/os até de madrugada.
Estariam! Se a mãe e o pai não fossem uns desmancha prazeres...

Os mais pequenos querem passear, ver as luzes da cidade, correr todos os parques infantis, andar de bicicleta no Fontelo, de patins no campo de futebol atrás de casa, ler histórias, ver filmes novos, rever pela 19087ª vez a "toupeirinha", comer umas panquecas quentinhas, uns biscoitos da mamã...


Ufa, que canseira!
Quando é que acabam estas férias?

17 dezembro 2005

Novidades

menina nova na loja da Eva.

O template é da autoria do filhote grande.

Taaanta baba....

14 dezembro 2005

Presidenciais

Nunca tive tanta dificuldade em decidir o meu voto!
O naipe de candidatos espelha bem o beco de sentido único em que este país se encontra.
Duas cassetes de pose simpática, um avozinho culto, um pau de vassoura com a simpatia de quem acabou de chupar um limão e... um poeta.
Valha-nos ao menos esse, um bom poeta.
E se não passa à segunda volta em quem voto?
Nesse dia vou recitar a "Trova do vento que passa" prás bandas de Espanha.


Os debates também não têm ajudado, só me dão sono.

Ó balha-me deus e a santa maria da agrela