Nunca pensei meter-me nisto.
Não sou muito de confrarias, partidos de sentido único.
Sou mais causas, movimentos. Pensei, repensei, (o maridão empurrou) e concluí tratar-se dum movimento. Com Viseu como causa.
O encontro foi neste restaurante que, pela qualidade e simpatia, entrou directamente na lista de favoritos. Pena ser altura de dieta!
Conhecido, apenas o autor/dono da Livraria da Praça que nos brindou com a sua eloquência e sabedoria científica.
Gostei de conhecer os senhores:
O viseu, Viseu, senhora da beira, daqui viso eu e Viseu aldeia jardim.
Mulher, só eu. Nada de novo para quem já trabalhou numa empresa onde era a única mulher.
Gostei. Da troca de ideias, do gosto comum por esta cidade. Das orelhas que ficaram a arder.
06 maio 2006
03 maio 2006
"Eduquês"
Descobri-o num programa da RTPN do Francisco Viegas. Falou a minha linguagem, explicou o sistema de ensino português (tantas vezes aqui falado).
Comprei o livro, estou a lê-lo e a gostar.
Amanhã vou vê-lo e ouvi-lo na Livraria da Praça
Comprei o livro, estou a lê-lo e a gostar.
Amanhã vou vê-lo e ouvi-lo na Livraria da Praça
26 abril 2006
25 abril 2006
25 de Abril

«Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
(...)
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.
(...)
Ary dos Santos.- As Portas que Abril Abriu. Lisboa, 1975.
22 abril 2006
Amigos, ajudem-nos a entrar na Europa

Viseu na linha do Futuro! Todos pelo Comboio
Viseu é a maior cidade da Europa continental que não é servida pelo caminho-de-ferro! Ligar Viseu à rede convencional e à Europa "deverá constituir um desígnio nacional nas políticas de obras públicas prioritárias nacionais, aproveitando-se o facto da região permanecer elegível para Fundos Europeus de Objectivo I, no próximo Quadro Comunitário de Apoio".
A linha do caminho de ferro representa para Viseu o investimento no futuro. Benefeciando a fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio, o menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental e social, uma ligação útil em Portugal e a mais fácil circulação de pessoas e bens com a Europa! O investimento é pequeno para os beneficios que acarreta. Vamos todos, sem excepção, lutar por esse direito. Viseu merece esta ligação!
Assinem esta petição, ajudem-nos a obrigar os políticos a pensar no futuro e não apenas nas próximas eleições.
21 abril 2006
Taraaam....
20 abril 2006
Mais uma boa pergunta
"Aiiii D. Eva, 4 filhos???? Credo! E trabalha?
Não, minha senhora, compro tudo feito!"
Já não há paciência.
Tapetão na forja para o quarto do Alexandre. Está quase.
Não, minha senhora, compro tudo feito!"
Já não há paciência.
Tapetão na forja para o quarto do Alexandre. Está quase.
18 abril 2006
Festejos
13 abril 2006
Mochos e corujas

Gosto de mochos e corujas.
São animais misteriosos, bonitos, noctívagos.
Faço colecção de miniaturas há muitos anos. Não é bem colecção, são miniaturas oferecidas por quem sabe desta minha mania.
A filhota mais pequena sugeriu, naquele jeito de pedir, um boneco coruja.
A mãe inventou duas. Uma em tricot, outra em algodão e feltro.
Aqui fotografadas com a prenda do dia da mãe da filhota grande (do ano passado).
As quatro corujinhas desta mãe coruja de quatro.
12 abril 2006
Uma vela
A memória deve ser um atributo da humanidade. É necessário não esquecer. Para que não se repita.
Eu vou acender uma vela na minha varanda a 19 de Abril.
Em memória do pogrom de Lisboa e de todas as matanças. Dos Gulags ao Ruanda, passando por Shabra e Shatila.
Eu vou acender uma vela na minha varanda a 19 de Abril.
Em memória do pogrom de Lisboa e de todas as matanças. Dos Gulags ao Ruanda, passando por Shabra e Shatila.
10 abril 2006
05 abril 2006
Portugal turbo??!!
Pouco falta para se completar um ano deste meu desabafo.
Como foi resolvido? Pergunto eu e todos os pais envolvidos nesta triste situação.
Não foi. Ainda!!!!
Como escrevi na altura, veio uma inspectora que ouviu pais, presidente da Associação de pais, professores e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento.
Quando terminou disse aos pais queixosos que no início do ano lectivo os informariam do resultado.
O ano lectivo começou, passou mais um ou dois meses e apareceu novo inspector. Tinha sido apurada matéria disciplinar (não sei bem se são estes os termos)e, por isso, ia decorrer um processso. O inspector instalou-se durante semanas na escola, ouviu crianças, pais, professores. Ouviu os mesmos ouvidos anteriormente e outros.
A professora em causa não foi colocada nesta escola.
Depois o inspector foi-se embora e...nada. Até hoje os pais não receberam qualquer resposta. Que ainda está para deliberação.
Agora pergunto (e todos os pais responsáveis):
Se a professora tivesse sido colocada na escola e turma?
Os alunos é que tinham de "fugir"?
Será isto mais uma prova que neste país não se pode reclamar? Porque somos sempre os reclamantes os prejudicados?
Nem quando estão em perigo os direitos de crianças pequenas?
Como foi resolvido? Pergunto eu e todos os pais envolvidos nesta triste situação.
Não foi. Ainda!!!!
Como escrevi na altura, veio uma inspectora que ouviu pais, presidente da Associação de pais, professores e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento.
Quando terminou disse aos pais queixosos que no início do ano lectivo os informariam do resultado.
O ano lectivo começou, passou mais um ou dois meses e apareceu novo inspector. Tinha sido apurada matéria disciplinar (não sei bem se são estes os termos)e, por isso, ia decorrer um processso. O inspector instalou-se durante semanas na escola, ouviu crianças, pais, professores. Ouviu os mesmos ouvidos anteriormente e outros.
A professora em causa não foi colocada nesta escola.
Depois o inspector foi-se embora e...nada. Até hoje os pais não receberam qualquer resposta. Que ainda está para deliberação.
Agora pergunto (e todos os pais responsáveis):
Se a professora tivesse sido colocada na escola e turma?
Os alunos é que tinham de "fugir"?
Será isto mais uma prova que neste país não se pode reclamar? Porque somos sempre os reclamantes os prejudicados?
Nem quando estão em perigo os direitos de crianças pequenas?
31 março 2006
Pois
Uma amiga costuma dizer que dar o braço a torcer é sinal de inteligência.
Eu devo ter um QI a rebentar a escala!
Eu devo ter um QI a rebentar a escala!
29 março 2006
27 março 2006
Stanislaw Lem
Morreu. Um dos meus escritores favoritos de ficção científica. Autor do genial Solaris, Fiasco, Éden, etc.
25 março 2006
Mais uma razão para visitar Viseu
Tricotadeiras deste país, juntem-se a nós. Este bar, no centro da cidade, torna-se muito agradável com ou sem tricot.
Vamos tomar um copo e fazer tricot?
Texto de Fernando Giestas
Quero uma cerveja, um livro e as agulhas para tricotar mais um bocadinho do cachecol, por favor.
O pedido, embora ficcionado, faz sentido num bar da cidade de Viseu, denominado Solar das Tradições. Ou SDT, se lido como sigla e de uma forma mais moderna.
As agulhas e a lã, nas mãos dos clientes “artesãos”, estão a construir um cachecol gigante ou comunitário, desde o início do Inverno passado. Agora é Ondina Pinheiro, de 18 anos, que tricota. “Todos os dias faço um bocadinho”. A lã tricotada tem uns nove, dez metros, enrodilhados num cesto.
A estudante é presença frequente no SDT, ao Mercado 2 de Maio. Aprendeu a tricotar com a proprietária do bar, Manuela Moreira, e ela própria já ensinou “muita gente” no manejo das agulhas. “Já é uma moda. Muita gente vem cá de propósito para fazer tricot”. Daí que seja habitual os pedidos para passar a vez. “Olhe, se não se importa, daqui a um bocadinho gostava de tricotar um pouco”. E as cores da lã a utilizar, fornecida pelo bar, também ficam ao critério de quem tricota. “No outro dia estiveram cá umas raparigas que quiseram acabar o cor-de-laranja para mudar de cor”.
Na mesa de Ondina Pinheiro estão os amigos Filipa Ribeiro e Diogo Almeida, também de 18 anos. Ela é habitual “tricotadeira”, ele nem por isso. Mas “há mesmo muitos rapazes que fazem” tricot no bar. Manuela Moreira, autora da ideia, diz que “mulheres, homens, dos oito aos 80 anos, toda a gente pode fazer”, e faz, o cachecol gigante. A ilustrar as palavras estão fotografias, afixadas nas paredes e no tecto do bar, de alguns dos clientes artesãos. “Temos muita gente que vem de fora, Lisboa, Porto Coimbra, para entrar na brincadeira”.
Manuela Moreira gere um “bar um bocadinho diferente” dos demais, onde coabitam música moderna e menos moderna, produtos regionais e capuchas e alfaias agrícolas expostas nas paredes. Trata-se de “dar sequência a tradições antigas” num espaço “que não deixa de ser uma tradição actual”. E há os livros. Explique Manuela: É uma “biblioteca de clientes para clientes”. Um estímulo à leitura com livros dos próprios frequentadores do bar.
ed. 210, 24 de Março de 2006
Vamos tomar um copo e fazer tricot?
Texto de Fernando Giestas
Quero uma cerveja, um livro e as agulhas para tricotar mais um bocadinho do cachecol, por favor.
O pedido, embora ficcionado, faz sentido num bar da cidade de Viseu, denominado Solar das Tradições. Ou SDT, se lido como sigla e de uma forma mais moderna.
As agulhas e a lã, nas mãos dos clientes “artesãos”, estão a construir um cachecol gigante ou comunitário, desde o início do Inverno passado. Agora é Ondina Pinheiro, de 18 anos, que tricota. “Todos os dias faço um bocadinho”. A lã tricotada tem uns nove, dez metros, enrodilhados num cesto.
A estudante é presença frequente no SDT, ao Mercado 2 de Maio. Aprendeu a tricotar com a proprietária do bar, Manuela Moreira, e ela própria já ensinou “muita gente” no manejo das agulhas. “Já é uma moda. Muita gente vem cá de propósito para fazer tricot”. Daí que seja habitual os pedidos para passar a vez. “Olhe, se não se importa, daqui a um bocadinho gostava de tricotar um pouco”. E as cores da lã a utilizar, fornecida pelo bar, também ficam ao critério de quem tricota. “No outro dia estiveram cá umas raparigas que quiseram acabar o cor-de-laranja para mudar de cor”.
Na mesa de Ondina Pinheiro estão os amigos Filipa Ribeiro e Diogo Almeida, também de 18 anos. Ela é habitual “tricotadeira”, ele nem por isso. Mas “há mesmo muitos rapazes que fazem” tricot no bar. Manuela Moreira, autora da ideia, diz que “mulheres, homens, dos oito aos 80 anos, toda a gente pode fazer”, e faz, o cachecol gigante. A ilustrar as palavras estão fotografias, afixadas nas paredes e no tecto do bar, de alguns dos clientes artesãos. “Temos muita gente que vem de fora, Lisboa, Porto Coimbra, para entrar na brincadeira”.
Manuela Moreira gere um “bar um bocadinho diferente” dos demais, onde coabitam música moderna e menos moderna, produtos regionais e capuchas e alfaias agrícolas expostas nas paredes. Trata-se de “dar sequência a tradições antigas” num espaço “que não deixa de ser uma tradição actual”. E há os livros. Explique Manuela: É uma “biblioteca de clientes para clientes”. Um estímulo à leitura com livros dos próprios frequentadores do bar.
ed. 210, 24 de Março de 2006
24 março 2006
Tapetes (ou a falta deles)
Estava a precisar de tapetes novos nos WC's. Vai daí, meti mãos à obra.
Tricot e crochet em "trapos", que é como chamam a estas fitas de desperdício textil.
É bastante difícil de trabalhar - passível de provocar tendinites.
A Nita em novidade

Tricot e crochet em "trapos", que é como chamam a estas fitas de desperdício textil.
É bastante difícil de trabalhar - passível de provocar tendinites.
A Nita em novidade

23 março 2006
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