13 janeiro 2006

Formiguinha

Manuel no coração


















Bolsa para a bébé Sílvia






















Luvas para acompanhar o gorro do Alex





















Bolsas de flores para as manas Joaninha e Bárbara

08 janeiro 2006

Meninas felizes

A Matilde viajou até Lisboa para ser feliz com a Joaninha.


A Ana, ao chegar aos Açores, foi rebaptizada para Margarida pela linda Inês.

07 janeiro 2006

Gata escondida com Barbie de fora


A nossa Lala, tem por hábito enfiar-se nos sítios mais estranhos.

05 janeiro 2006

Infelizmente

isto não é surpresa.

Uma manhã passada no hospital de São Teotónio - Hospital Distrital de Viseu

Estou mais cansada do que se tivesse feito a maratona.
Os corredores do hospital de Viseu são compridos, sem fim.

O filhote grande - André, 17 anos - acordou com fortes dores de estômago. Nada de novo. Nos últimos dois anos tem tido episódios frequentes. Há um ano foi-lhe diagnosticada helicobacter pylori - (úlcera péptica).
Desde os primeiros sintomas até ao diagnóstico foi uma longa travessia de sofrimento. Tanto em dor física (dele) como dor de acompanhamento e ansiedade por não sabermos a causa (nossa). Muitas consultas em diversas especialidades e muitos e variados exames complementares.
Pelos vistos não é muito comum nesta idade, daí o difícil e tardio diagnóstico.
Depois foi medicado e as complicações desapareceram.
Hoje acordou com dores idênticas.

Como agir? Pela lógica (pelo menos para mim): contactar a médica que o tratou e acompanhou.
Sei que trabalha apenas no Hospital, na pediatria. Dirigimo-nos para lá, a médica está nas consultas externas, informam-me.
Tento marcar consulta, chegar à fala com ela. A segurança não deixa entrar, não se pode marcar consulta para hoje. Impossível.
Lá consigo ludibriar outro segurança, noutro corredor (ainda bem que conheço os labirínticos corredores deste hospital!), entramos nas consultas externas, consigo falar com a médica. É muito simpática, como sempre, mas diz-me que não o pode consultar hoje, porque só pode fazer as marcações (!!!), remete-nos para as urgências pediátricas, para onde vai enviar o relatório médico e os últimos exames, feitos há 15 dias.
Na urgência pediátrica não o querem atender por ter mais de 15 anos, digo que venho por indicação da Dra. X, consultam fulano e sicrano e aceitam consultá-lo.
Isto tudo vivido com um adolescente cheio de dores que já quer é ir para casa deitar-se.
Espera, 1ª consulta, telefone para a Dra X, que entretanto tinha telefonado o diagnóstico negativo de helicobacter pylori, exame de palpação, urina (normal), ecografia (normal), saber de possibilidade de endoscopia (possível só daqui a um mês), consulta (telefónica) com a especialidade de gastro.
Receita de comprimidos para tomar durante um mês, e nova consulta para 8/2 com a médica X.


A dor já acalmou e já almoçámos.
Fica esta sensação de burocracia infinita, contornável se formos chatos, muito chatos. De impotência.


Aparte: o prémio Nobel da medicina de 2005 foi atribuido aos cientistas que identificaram o dito helicobacter pylori.

04 janeiro 2006

Sabem???

Sabem o que tenho encontrado esta semana?
Todas as manhãs?
As resoluções de Novo Ano.
A correr no parque, a caminhar na avenida.

Em dezembro falamos...

03 janeiro 2006

Início

de ano cívil, período escolar, trabalhos novos.
A vida, essa é a mesma, noutra perspectiva. Ou talvez sejam os meus olhos com um brilho novo. De agenda imaculada.

A morenita Carmen saúda, com salero, 2006.





Disponível na loja

29 dezembro 2005

Lista de desejos para 2006

Dar umas boas 20 gargalhadas, por dia;

Ouvir 30 boas gargalhadas a cada um dos 4 filhotes, por dia;

Ouvir 20,5 boas gargalhadas ao maridão, por dia; (Não podes ficar a ganhar muito!)

Ajudaria se o presidente de todos nós não tivesse semblante de limão entalado.

Ler uma carrada de livros (1/2 dúzia bons);

Ver uma caixa de bons filmes;

Ouvir música agradável;

Viver.

28 dezembro 2005

Evolução do ensino da matemática em Portugal

Anos 50
Um agricultor vende uma saca de batatas por 1000 escudos. O custo de produção é de quatro quintos o preço de venda. qual foi o seu lucro?

Anos 60
Um agricultor vende uma saca de batatas por 1 000 escudos. O custo de produção é de quatro quintos o preço de venda, ou seja, 800 escudos. Qual foi o seu lucro?

Anos 70
Um agricultor troca um conjunto P de batatas por um conjunto D de moedas. A cardinalidade do conjunto D é de mil, e cada elemento de D vale uma unidade de escudos. Desenha mil pontos grandes, que representam os elementos de D. O conjunto C, dos custos de produção, é formado por menos 200 pontos grandes do que o conjunto D. Representa C como um subconjunto nde D e dá a resposta correcta à pergunta "qual a cardinalidade do conjunto dos lucros?". (Assinalar todos os pontos a vermelho)

Anos 80
Um agricultor vende uma saca de batatas por mil escudos. Os custos de produção são de 800 escudos e o lucro de 200 escudos. SDublinha a palavra "batatas" e discute-a com os teus colegas.

Anos 90
Um agrikultore consegueinxustamente 200 paus por uma çaca de batatas. Hanaliza este teisto, procura errus de conteudo, gramatika e pontuassão e depois espreça o teo metudo de pensamento.

27 dezembro 2005

Como disse?

Havia alguma coisa que podia não correr mal, neste Natal?
Não encontrei.

20 dezembro 2005

Já começaram

as férias escolares. Isto significa arranjar que fazer a 4 filhotes desocupados e cheios de energia.

Os mais velhos dormem (ou dormiriam se eu deixasse) até ao almoço, arrastam-se para a mesa, resmungando qualquer coisa sobre mães chatas que os não deixam dormir descansados. A tarde dedicam-na ao computador e/ou tv/dvd. Com o jantar chega o pico da energia e estão prontos prá naite, prás namoradas/os até de madrugada.
Estariam! Se a mãe e o pai não fossem uns desmancha prazeres...

Os mais pequenos querem passear, ver as luzes da cidade, correr todos os parques infantis, andar de bicicleta no Fontelo, de patins no campo de futebol atrás de casa, ler histórias, ver filmes novos, rever pela 19087ª vez a "toupeirinha", comer umas panquecas quentinhas, uns biscoitos da mamã...


Ufa, que canseira!
Quando é que acabam estas férias?

17 dezembro 2005

Novidades

menina nova na loja da Eva.

O template é da autoria do filhote grande.

Taaanta baba....

14 dezembro 2005

Presidenciais

Nunca tive tanta dificuldade em decidir o meu voto!
O naipe de candidatos espelha bem o beco de sentido único em que este país se encontra.
Duas cassetes de pose simpática, um avozinho culto, um pau de vassoura com a simpatia de quem acabou de chupar um limão e... um poeta.
Valha-nos ao menos esse, um bom poeta.
E se não passa à segunda volta em quem voto?
Nesse dia vou recitar a "Trova do vento que passa" prás bandas de Espanha.


Os debates também não têm ajudado, só me dão sono.

Ó balha-me deus e a santa maria da agrela

Já não aguento...

ver mais pais natal pirosos pendurados nas varandas, janelas e afins!

10 dezembro 2005

Experiência nova

Em fins de Setembro uma amiga, pintora e escultora, desafiou-me para participar, com os meus trabalhos, numa exposição dela. Especialmente os bonecos que eu sempre faço para os meus filhos e amigos. Pensei, voltei a pensar e aceitei.
Nestes últimos meses todas as minhas fatias de tempo livre foram utilizadas para criar, tricotar,crochetar, coser, bordar.
A exposição era para começar a 8 de Dezembro. Era, não foi.
Um imprevisto atirou-a para fins de Fevereiro ou início de Março.
E agora? Tenho peças em lã, próprias para Natal, para o inverno. Duvido que tenham muito interesse com o início do tempo quente, quando preferimos o algodão.
Por isso decidi expô-las n' a loja da eva

08 dezembro 2005

Prendas de Natal - II

A Matilde e o António
prontinhos para o saco do Pai Natal.

05 dezembro 2005

Aniversário

A minha querida amiga E. faz hoje anos.
Parabéns, linda!
A prenda foi entregue no domicílio.


03 dezembro 2005

Rotundas

Viseu, com as suas rotundas, já faz parte do anedotário nacional.
Existem para todos os gostos: em forma, feitio e utilidade.
São muitas. Sempre que se aproximam autárquicas inanguram-se mais umas dezenas.
De tal maneira que a alcunha do Presidente da Câmara dos últimos 16 anos e eleito para mais 4, de seu nome Fernando Ruas, é Fernando Rotundas.

Há quem seja seu defensor acérrimo e seu opositor acalorado.
A minha posição é mais NIM. Reconheço que favorece a fluidez do trânsito mas irrita-me a sua quantidade.
Depois há questão da condução nas rotundas. Deveria haver uma disciplina, obrigatória nas escolas, para aprender a entrar e a sair das rotundas!
Sempre que eu acho que já vi de tudo nestas rotundas visienses, eis que aparece alguém que ainda me consegue surpreender.
Aconteceu hoje: em plena rotunda um automóvel faz marcha atrás à minha frente. Enganou-se na saída para quê circundar?
E não meus senhores, não era uma gaija!! Nem octagenário. Era um tuga de bigode farfalhudo com a família toda no carro.

Foi nesta rotunda, onde tenho que passar várias vezes ao dia, recentemente inaugurada com o nome de João Paulo II. Tem uma estranha forma elíptica e todos os dias há aqui acidentes. Espero que a breve canonização ajude.



30 novembro 2005

Ser português é:

buzinar no cagagésimo de segundo imediato à mudança do sinal vermelho.

24 novembro 2005

Ahhh , como estou feliz!

(cantar como lengalenga infantil, ou não)

Temos a maior árvore de Natal da Europa
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

Foram inauguradas mais dez (10) rotundas em Viseu
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

Vamos ter o aeroporto da OTA
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá


E assim acabámos com a depressão nacional
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

22 novembro 2005

14 novembro 2005

Prendas

Está oficialmente aberta a época de fazer as prendas de Natal!
Comecei assim:



09 novembro 2005

De pequenino se torce...

Na escolinha do Alexandre há dois meninos bastante violentos. Um tem três (3!) anos, o outro cinco.
O meu piolho começou por dizer: "o Jorgi é mau, dá tau-tau no Alex", no dia seguinte pegou num pau e disse que era para dar tau-tau no Jorgi.
Perguntei às educadoras e fiquei de queixo caído com a resposta. Sim é verdade, o Jorge bate em toda a gente: nos meninos, nas funcionárias e educadoras, quando lhe ralham diz que vai dizer ao pai. Nunca o conseguem sentar ou convencê-lo a participar nas actividades.Quando colocaram a questão à mãe ela disse que em casa também é assim e riu-se.
Hoje quando o levei ao infantário encontrei-me com a tal mãe a levar o "famoso" filho e pus a questão em frente da educadora e duma funcionária: "então tu é que és o Jorge, o Alexandre queixa-se que tu lhe bates?!" - Resposta pronta da mãe: "Pois, ele é muito activo!"
Trocámos olhares incrédulos com as educadoras. A educadora mais velha foi mais rápida a reagir informando a mãe que já tinha dado autorização aos meninos para se defenderem das agressões.
"Façam com entenderem" resmungou com ar ofendido e virou costas.


Ouço frequentemente às minhas amigas professoras que os miúdos estão cada vez mais mal educados e violentos. Entre eles e com os adultos.


Cada vez me parece mais que estamos a educar uma geração de ditadores. A geração dos filhos únicos, prepotentes, controladores. Interrogo-me sobre o porquê e, muito sinceramente, creio que a culpa é nossa, dos pais, das mães. Somos desculpadores, permissivos, vivemos em função da criança (muitas vezes única e tão desejada) e anulamo-nos como seres adultos conscientes. Tornámo-nos crianço-dependentes.
Desculpamo-nos com o trabalho excessivo e falta de tempo para fugirmos à nossa responsabilidade fundamental: educar os nossos filhos para a responsabilidade, para viver com os outros e não por cima dos outros.

Dizer NÃO pode ser a maior prova de amor.

03 novembro 2005

Declaração

Declaro solenemente que é nuuuito bom ter amigas destas.

02 novembro 2005

...

Alguém me pode explicar porque é que esta treta está em itálico?

01 novembro 2005

Taraaaam

Mochila pronta. Todos os tecidos são de roupa usada. Novo apenas o coração e as linhas.



Ena tanta bruxinha!!!!


Na aldeia da minha mãe,nas Terras do Demo - como lhe chamou Aquilino Ribeiro - a norte de Viseu, neste dia, os fornos comunitários coziam pão (broa) o dia todo e dava-se a quem pedia "pão-por-deus". Originalmente eram as crianças das famílias pobres que pediam.
O meu avô explicou-me que era uma maneira de alimentar o espírito dos nossos mortos.
Como ateu vejo aqui, claramente, resquícios pagãos.

Detesto a maneira como tudo serve para apelar ao consumismo desenfreado. Mais ainda as hordas que atacam os centros comerciais todos os feriados e fins de semana. Será que essa gente não sabe que é possível passear noutros sítios?

31 outubro 2005

Reciclar, reciclar, reciclar sempre...

Inspirada pelas minhas musas fui buscar roupas velhas usadas dos meus filhos e decidi-me a experimentar o quilting.

Lembro-me de ver, em miúda, as mulheres da aldeia da minha mãe, ao Domingo, sentadas numa lage solarenga a coserem mantas de trapos. Davam aproveitamento a todas as roupas que a família deixasse de poder usar. Camisas, saias, blusas, toalhas rasgadas eram assim reutilizadas. As viúvas, que nas aldeias da Beira Alta vestiriam o resto da sua vida de negro (ainda hoje), davam assim uso às suas vestes coloridas.
Faziam grandes pedaços de novo tecido que era depois reaproveitado para mantas (o mais frequente), sacos de compras, sacos para os cereais, feijão, chás e mesmo saias para o Inverno e coletes para homem. Como era forrado tornava-se um tecido quente.


A ideia é fazer uma mochila para a Teresa. Quando estiver pronta mostro.


Já descobri que é difícil. Fiquei com os dedos bastante picados.
Tentei a máquina de costura mas não fica tão perfeito.

28 outubro 2005

A propósito do Natal

hei-de escrever um post (com tempo) sobre consumismo versus Natal.
Entretanto, fica tudo dito do lado de lá do Atlântico.

De outros natais: uma cascavel natalícia e uma centopeia divertida que já perdeu as botas.


25 outubro 2005

Filhos do novo milénio

O nosso caçulinha, o único membro da família nascido neste século, começou a utilizar o computador. Constrói puzles, faz jogos simples e didácticos de certos sites.
Para não fazerem muita asneira no meu computador, ele, tal como irmã Teresa, tem uma sessão própria com a respectiva password. Para simplificar, a password é o próprio nome.
A irmã mais velha viu-o pela primeira vez, no Sábado, a escrever no teclado e achou o máximo.
Ao jantar (outra vez ao jantar!) perguntou-lhe como se escrevia o nome dele.
Ele soletrou de boa vontade: A, Lê, E, Xis, ENTER.

Cores de Outono

Um longo passeio de Domingo por Fráguas e Arbutus do Demo, revelou as cores do Outono.
















A pensar no Outono e Inverno e suas cores: um cachecol para a filhota grande, umas caneleiras para a filhota pequena e uma lata-lápis para todos poderem pintar e escrever na cozinha. Tudo feito com restos. Quero ainda fazer umas luvas a condizer com as caneleiras.
Há bastante tempo que não trabalhava com agulhas e lãs tão finas (2) e, sinceramente, estou a gostar.

20 outubro 2005

Salvadores da pátria - parte 2, 3, 4,....

Hoje vai ser apresentada (?) a candidatura do tio Aníbal.
Apresenta-se, claro, como salvador da pátria. Do estado das coisas no cantinho.

Ora, se bem me lembro, foi Primeiro Ministro 12 anos. O que é que ele salvou?
Foi a época dos GRANDES SUBSÍDIOS da CEE, tudo foi gasto e, o resultado está à vista.

Nos últimos 10 anos aconteceram muitas coisas no mundo e por aqui. Onde esteve o salvador? Não me lembro de o ver ou ouvir a falar sobre a invasão do Iraque,
sobre a fuga de Barroso ou do governo de Santana....

Muito sinceramente para que é que eu preciso dum Presidente que saiba de economia? Ele pode vetar o Orçamento de Estado? Arranjar mais empregos?




Coisa boas:
Chegou a minha vez de ler o Harry Potter, yupiiiii

Gatitos




19 outubro 2005

Adolescência

Ter filhos adolescentes acarreta:

- ter ténis fedorentos permanentemente estacionados na sala,
- ter grunhos como resposta a perguntas bem intencionadas,
- ter o frigorífico sempre vazio,
- ter a despensa sempre vazia,
- ter as/os namorados/as sempre à perna,

(...)

15 outubro 2005

Família Numerosa

Ter uma família numerosa significa:
fazer quatro tabuleiros de biscoitos de limão e vê-los desaparecer ao lanche,
mais um bule de chá,
um litro de leite
e, no final, a inevitável pergunta: o que vai ser o jantar?


Biscoitos de limão para acompanhar uma tarde de Sábado chuvosa

4 ovos, 4 colheres de sopa de margarina derretida, raspa e sumo de 1 limão,1 chávena grande de açucar, 0,5 kg de farinha com fermento;
- Bate-se a margarina e o açucar, juntam-se os ovos 1 a 1, a raspa e sumo de limão e, no fim a farinha. Bate-se muito bem e formam-se, com 2 colheres, pequenas porções que se deitam em tabuleiros untados. Vai a forno bem quente cerca de 10 mn.

Nota: o limão pode ser substituído por laranja ou 1 cálice de Porto.

13 outubro 2005

O frio já pode vir

Com um bolero quentinho, acabado de fazer, e estes chinelos reciclados, já estou preparada para o frio.
A manta também já está na forja.





Alguém oferece o chá e os bolinhos?

08 outubro 2005

Porque hoje é dia de reflexão

"À vezes ponho-me a pensar: se a gente deita o lixo nas praias, cospe para o chão, insulta a mulher, dá porrada nos filhos, foge ao fisco...Por que raio não havíamos de votar no Avelino?!"

in Visão de 6/10/2005
citando Revista humorística ABS
NOTA:
O pin da Toupeirinha, que a Teresa exibe orgulhosamente ao peito, foi oferecido pela Rosa

07 outubro 2005

Bonecos

Há muito, muito tempo...

Bem, não foi assim há tanto tempo. 16, 17 anos. Quando a filhota mais velha (hoje com 19 anos), começou realmente a brincar, descobri que os brinquedos de todos os meninos eram iguais. Variavam nas cores e pouco mais.

Daí nasceu a ideia de fazer um boneco especialmente para a Marta. Só dela. Um palhaço tricotado com restos de lã que havia por casa.













A seguir um boneco para o André. Um coelho de laçarote, feito duma camisola velha e roupa tricotada.
















Assim instaurei a tradição de cada filho ter um boneco especial feito pela mãmã.



O gato do cachecol da Teresa.
















O coelho branco do Alexandre.


















Fiz outros bonecos para os meus filhos e amigos, mas estes foram dedicados individualmente.

03 outubro 2005

Eclipse

Depois de ter entregado os filhotes nas respectivas escolas, fui fazer a habitual corridinha na mata/parque do Fontelo.
Passava da 9 horas. Estranhei a luminosidade, diferente do habitual. Depois lembrei-me do eclipse.
O parque do Fontelo (em Viseu, claro) é uma mata com árvores seculares: carvalhos, castanheiros, faias, bétulas, pinheiros (poucos) e algumas árvores exóticas. É muito bonito, relaxante, com os seus caminhos e carreiros, esquilos, gaios, pavões, melros e pica-paus. A isto junta-se a ideia maravilhosa de um circuito de manutenção.
Mas hoje estava diferente. Por volta da 9, 30 h havia um lusco fusco próprio do anoitecer e um frio a condizer.
Continuei a minha corrida e comecei a observar um comportamente diferente dos pássaros. Especialmente os melros faziam o seu enervante chilrear próprio do anoitecer. Outros pássaros se lhes juntaram nos pius-pius próprios da preparação para o recolher da noite.
Confesso que senti um arrepiozinho na espinha!

Se eu tivesse dúvidas da interligação forte existente em todo o universo, teriam ficado desfeitas.

Estão a ouvir, srs assinantes ou não de Quioto, isto está tudo ligado. Todos dependemos de todos e de tudo!!!

30 setembro 2005

Mãozinhas inquietas



Este casaco foi pensado para as noites de Verão da minha filhota mais nova. É em fio de algodão da Brancal. Aconteceu que o fio comprado não chegou e, quando me faltava apenas em pedacinho de manga, acabou. Corri a comprar mas, a loja da Brancal de Viseu fechou, todo o mês de Agosto, para férias.
Calhou bem o Verão prolongado.

















Bonequinha para o cabelo da filhota caçula

27 setembro 2005

Escolinha


O meu filhote mais pequeno completou uma semana na escolinha. Com êxito. Ontem e hoje já almoçou e ficou até às 16h.
Entra na sala sempre com um grande sorriso e vai dar um beijinho e um abraço à educadora.
Esta chama-lhe "o meu sol", porque chega sempre a sorrir e participa em todas as actividades com vontade.

Será que a batalha está ganha?

24 setembro 2005

A política vista por uma dona de casa que não tem tempo para merdas

Não, não vou falar da Fátinha Coisa nem do Avelino Coiso e Tal, Major Valentão ou do Alberto João. Não, vou falar dos políticos sérios. Ou melhor, eles acham-se sérios. Tão sérios que põem aquele ar de estadistas e botam faladura grave. Criticam a libertação da Fátinha. Criticam os juizes, a postura a fazedura, enfim, tudo e todos.
E eu, menina séria e quase casadoira (pois não?), fico confusa, muito confusa. E arreliada, muito arreliada.
Então estes senhores, estadistas sérios e de faladura grave, não têm sidos os mesmos que governam este país, alternadamente, nos últimos 30 anos?
Não foram Vas Exas que fizeram as leis? Que fabricaram as Fátinhas, Avelinos, Isaltinos e Albertos Joões?
Ai não?

Pois, eu sei, mais os jumentos que neles votam


Iiiommm, iiiooommm

19 setembro 2005

Dia D

Amanhã o meu mais pequenino vai para a escola pela 1ª vez. A tempo inteiro.
Como vai reagir?
Tenho um nó na barriga. Não conhece ninguém. ´
Para se sentir bem acompanhado fiz-lhe a mochila e o saco da muda de roupa.
Para a mochila inspirei-me aqui e o saco é pura reciclagem: uns jeans rotos e camisas velhas









Depois de muitas negociações, com a Câmara, Junta de Freguesia e paróquia, conseguimos almoços no Jardim de Infância. Mexemo-nos na altura certa: antes das autárquicas. É preciso aproveitar...

18 setembro 2005

Coisas más

Coisas que me gelaram a alma:

Os palavrões gritados por professores, na Figueira da Foz. A quem entregamos nós os nossos filhos?????

Os cinco minutos que vi do "Sra D. lady". A imagem de homens de vestidos de noite cor de rosa...deixou-me os pelinhos todos em pé!!!

17 setembro 2005

Coisas boas

Coisas novas que me aquecem a alma:

Estas meninas. Adivinhem lá qual é a minha favorita...

Paul Auster (eu sei, sou inculta. Nunca tinha lido).

11 setembro 2005

Preparação para o ano lectivo

Estojos já têm.
O grande para a filhota mais pequena (2º ano).
O pequeno para a filhota grande (2º ano da Universidade).


09 setembro 2005

Política do livro escolar

Os telejornais das tv´s portuguesas noticiam por épocas. Há a época do Natal, dos incêndios...dos livros escolares.
Neste país só se fala do escandaloso tema do manual escolar imediatamente antes do início do ano lectivo.
Por mim devia falar-se do assunto todo o ano. Eu falo. Falo num país de surdos.
Além do problema do preço, há a sua qualidade (pedagógica e científica), a sua mudança de 3 em 3 anos, inspiração de maus hábitos (escrever nos manuais, por ex.), etc, etc.

Não seria normal poderem passar duns irmãos para outros?
Não seria normal haver uma bolsa de livros nas escolas para empréstimo?
Não seria possível os livros duma mesma disciplina, não se dividirem em 3 tomos, para o preço triplicar?
Não seria possível os manuais estarem em vigor mais que 3 anos?
Não seria possível não incentivar os alunos a escrever nos manuais? Educando-os a estimar o livro?

Tudo isto é possível num país com o desenvolvimento económico como a Alemanha, não em Portugal!

Com os meus 4 filhos a frequentarem quatro níveis diferentes de ensino, o mês de Setembro apresenta-se sempre como Setembro Negro.
(Felizmente o mais pequeno ainda não precisa de manuais no pré-escolar, apenas de material perecível).

Política-1

Está a chover. Como prometi, tenho que falar de política!

Numa sondagem publicada hoje, há uma pergunta deveras coisa e tal: com quem eu preferia jantar, Mário Soares ou Cavaco Silva?

Os senhores da empresa de sondagens pensam, que eu não tenho ninguém interessante, com quem ir jantar?

06 setembro 2005

Exercício de imaginação

E se isto fosse em Fátima?

Eram pés de peregrinos. Mil pessoas. 1 000 indivíduos a pedir ajuda divina. Ajuda dum ser supremo. A ajuda humana (bushiana) não tem resultado.

Continuação dos T.P.C.

Saco para a filhota mais pequena levar os ténis para educação física.



Saco para o lanche da mesma caçulinha.


05 setembro 2005

Trabalhos de casa (em tempo de férias)






Lá diz o ditado: quem não tem que fazer...faz colheres!