22 abril 2006

Amigos, ajudem-nos a entrar na Europa


Viseu na linha do Futuro! Todos pelo Comboio

Viseu é a maior cidade da Europa continental que não é servida pelo caminho-de-ferro! Ligar Viseu à rede convencional e à Europa "deverá constituir um desígnio nacional nas políticas de obras públicas prioritárias nacionais, aproveitando-se o facto da região permanecer elegível para Fundos Europeus de Objectivo I, no próximo Quadro Comunitário de Apoio".
A linha do caminho de ferro representa para Viseu o investimento no futuro. Benefeciando a fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio, o menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental e social, uma ligação útil em Portugal e a mais fácil circulação de pessoas e bens com a Europa! O investimento é pequeno para os beneficios que acarreta. Vamos todos, sem excepção, lutar por esse direito. Viseu merece esta ligação!


Assinem esta petição, ajudem-nos a obrigar os políticos a pensar no futuro e não apenas nas próximas eleições.

21 abril 2006

Taraaam....



Gosto. É funcional para as brincadeiras porque é grosso e macio. É colorido e grande.
Agora vou descansar os pulsos durante uns dias.

Depois disto fiquei com vontade de bordar.

Mais uma a contribuir para o aumento (necessário) da natalidade portuguesa. Que seja tão talentosa/o como a mãe.

20 abril 2006

Mais uma boa pergunta

"Aiiii D. Eva, 4 filhos???? Credo! E trabalha?

Não, minha senhora, compro tudo feito!"


Já não há paciência.




Tapetão na forja para o quarto do Alexandre. Está quase.

18 abril 2006

Festejos




Uma Páscoa com tanta tradição eslava que até me levou a terras castelhanas.
Para não me esquecer do meu portuguesismo de nascimento.

Pintámos ovos, comemos gulaš e knedlíky.
Os filhotes mais pequenos adoraram, os maiores assim-assim.

13 abril 2006

Mochos e corujas


Gosto de mochos e corujas.
São animais misteriosos, bonitos, noctívagos.
Faço colecção de miniaturas há muitos anos. Não é bem colecção, são miniaturas oferecidas por quem sabe desta minha mania.

A filhota mais pequena sugeriu, naquele jeito de pedir, um boneco coruja.
A mãe inventou duas. Uma em tricot, outra em algodão e feltro.

Aqui fotografadas com a prenda do dia da mãe da filhota grande (do ano passado).
As quatro corujinhas desta mãe coruja de quatro.

Verdade, verdadinha*


Maitena

* tradução desnecessária.

12 abril 2006

Uma vela

A memória deve ser um atributo da humanidade. É necessário não esquecer. Para que não se repita.
Eu vou acender uma vela na minha varanda a 19 de Abril.
Em memória do pogrom de Lisboa e de todas as matanças. Dos Gulags ao Ruanda, passando por Shabra e Shatila.

05 abril 2006

Portugal turbo??!!

Pouco falta para se completar um ano deste meu desabafo.
Como foi resolvido? Pergunto eu e todos os pais envolvidos nesta triste situação.
Não foi. Ainda!!!!

Como escrevi na altura, veio uma inspectora que ouviu pais, presidente da Associação de pais, professores e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento.
Quando terminou disse aos pais queixosos que no início do ano lectivo os informariam do resultado.
O ano lectivo começou, passou mais um ou dois meses e apareceu novo inspector. Tinha sido apurada matéria disciplinar (não sei bem se são estes os termos)e, por isso, ia decorrer um processso. O inspector instalou-se durante semanas na escola, ouviu crianças, pais, professores. Ouviu os mesmos ouvidos anteriormente e outros.
A professora em causa não foi colocada nesta escola.

Depois o inspector foi-se embora e...nada. Até hoje os pais não receberam qualquer resposta. Que ainda está para deliberação.

Agora pergunto (e todos os pais responsáveis):
Se a professora tivesse sido colocada na escola e turma?
Os alunos é que tinham de "fugir"?
Será isto mais uma prova que neste país não se pode reclamar? Porque somos sempre os reclamantes os prejudicados?

Nem quando estão em perigo os direitos de crianças pequenas?

31 março 2006

Pois

Uma amiga costuma dizer que dar o braço a torcer é sinal de inteligência.


Eu devo ter um QI a rebentar a escala!

29 março 2006

Casa Pia

O tribunal decidiu indemnizar as VÍTIMAS da Casa Pia.
Não faz mais que o seu dever, afinal as crianças estavam à guarda do estado.

Mas agora levanta-se uma questão: para haver vítimas tem que haver abusadores.
Não é?

27 março 2006

Stanislaw Lem

Morreu. Um dos meus escritores favoritos de ficção científica. Autor do genial Solaris, Fiasco, Éden, etc.

Porque será

que me sobram despesas?

Vou sentir a falta.

25 março 2006

Mais uma razão para visitar Viseu

Tricotadeiras deste país, juntem-se a nós. Este bar, no centro da cidade, torna-se muito agradável com ou sem tricot.

Vamos tomar um copo e fazer tricot?

Texto de Fernando Giestas

Quero uma cerveja, um livro e as agulhas para tricotar mais um bocadinho do cachecol, por favor.
O pedido, embora ficcionado, faz sentido num bar da cidade de Viseu, denominado Solar das Tradições. Ou SDT, se lido como sigla e de uma forma mais moderna.
As agulhas e a lã, nas mãos dos clientes “artesãos”, estão a construir um cachecol gigante ou comunitário, desde o início do Inverno passado. Agora é Ondina Pinheiro, de 18 anos, que tricota. “Todos os dias faço um bocadinho”. A lã tricotada tem uns nove, dez metros, enrodilhados num cesto.
A estudante é presença frequente no SDT, ao Mercado 2 de Maio. Aprendeu a tricotar com a proprietária do bar, Manuela Moreira, e ela própria já ensinou “muita gente” no manejo das agulhas. “Já é uma moda. Muita gente vem cá de propósito para fazer tricot”. Daí que seja habitual os pedidos para passar a vez. “Olhe, se não se importa, daqui a um bocadinho gostava de tricotar um pouco”. E as cores da lã a utilizar, fornecida pelo bar, também ficam ao critério de quem tricota. “No outro dia estiveram cá umas raparigas que quiseram acabar o cor-de-laranja para mudar de cor”.
Na mesa de Ondina Pinheiro estão os amigos Filipa Ribeiro e Diogo Almeida, também de 18 anos. Ela é habitual “tricotadeira”, ele nem por isso. Mas “há mesmo muitos rapazes que fazem” tricot no bar. Manuela Moreira, autora da ideia, diz que “mulheres, homens, dos oito aos 80 anos, toda a gente pode fazer”, e faz, o cachecol gigante. A ilustrar as palavras estão fotografias, afixadas nas paredes e no tecto do bar, de alguns dos clientes artesãos. “Temos muita gente que vem de fora, Lisboa, Porto Coimbra, para entrar na brincadeira”.
Manuela Moreira gere um “bar um bocadinho diferente” dos demais, onde coabitam música moderna e menos moderna, produtos regionais e capuchas e alfaias agrícolas expostas nas paredes. Trata-se de “dar sequência a tradições antigas” num espaço “que não deixa de ser uma tradição actual”. E há os livros. Explique Manuela: É uma “biblioteca de clientes para clientes”. Um estímulo à leitura com livros dos próprios frequentadores do bar.
ed. 210, 24 de Março de 2006

24 março 2006

Tapetes (ou a falta deles)

Estava a precisar de tapetes novos nos WC's. Vai daí, meti mãos à obra.
Tricot e crochet em "trapos", que é como chamam a estas fitas de desperdício textil.
É bastante difícil de trabalhar - passível de provocar tendinites.

A Nita em novidade


23 março 2006

Novo blog em Viseu

Vão espreitar.
Os bonecos são muito bonitos e fofinhos.

Parabéns Pandora!

21 março 2006

Fica ou sai?

Não me lembro de alguma vez ter concordado com os ministros da agricultura deste país.
A nossa política agrícola sempre primou pela ausência de objectivos, de visão.
De ficar à espera para ver no que dá.
A adesão à CEE trouxe expectativas que não se aproveitaram a seu tempo. Os intervenientes estiveram mais preocupados em chupar subsídios.


Hoje gostei de ouvir Jaime Silva dizer que a nossa agricultura não podem ser subsidiodependente.

Eu diria mesmo mais: não pode haver agricultores que só existem porque há subsídios.

Novas exposições

Os meus bonecos estão, a partir de agora, em exposição/venda na Livraria da Praça e na Casa da Ribeira - Fundação da Câmara Municipal de Viseu para a Protecção do Artesanato onde estão, em exposição/venda permanente, peças de artesanato da região .

Fotografias dos locais serão publicadas assim que o Blogger o permita

19 março 2006

Livraria em festa

A Livraria da Praça comemorou o seu 1º aniversário.
Um fim de tarde muito agradável.
Ofereceram boa música e poesia, distribuindo pelos clientes/amigos a sua tradicional simpatia.
Parabéns por serem uma pedrada neste "charco" cultural viseense!



Os meus bonecos não quiseram faltar à festa