14 dezembro 2005

Já não aguento...

ver mais pais natal pirosos pendurados nas varandas, janelas e afins!

10 dezembro 2005

Experiência nova

Em fins de Setembro uma amiga, pintora e escultora, desafiou-me para participar, com os meus trabalhos, numa exposição dela. Especialmente os bonecos que eu sempre faço para os meus filhos e amigos. Pensei, voltei a pensar e aceitei.
Nestes últimos meses todas as minhas fatias de tempo livre foram utilizadas para criar, tricotar,crochetar, coser, bordar.
A exposição era para começar a 8 de Dezembro. Era, não foi.
Um imprevisto atirou-a para fins de Fevereiro ou início de Março.
E agora? Tenho peças em lã, próprias para Natal, para o inverno. Duvido que tenham muito interesse com o início do tempo quente, quando preferimos o algodão.
Por isso decidi expô-las n' a loja da eva

08 dezembro 2005

Prendas de Natal - II

A Matilde e o António
prontinhos para o saco do Pai Natal.

05 dezembro 2005

Aniversário

A minha querida amiga E. faz hoje anos.
Parabéns, linda!
A prenda foi entregue no domicílio.


03 dezembro 2005

Rotundas

Viseu, com as suas rotundas, já faz parte do anedotário nacional.
Existem para todos os gostos: em forma, feitio e utilidade.
São muitas. Sempre que se aproximam autárquicas inanguram-se mais umas dezenas.
De tal maneira que a alcunha do Presidente da Câmara dos últimos 16 anos e eleito para mais 4, de seu nome Fernando Ruas, é Fernando Rotundas.

Há quem seja seu defensor acérrimo e seu opositor acalorado.
A minha posição é mais NIM. Reconheço que favorece a fluidez do trânsito mas irrita-me a sua quantidade.
Depois há questão da condução nas rotundas. Deveria haver uma disciplina, obrigatória nas escolas, para aprender a entrar e a sair das rotundas!
Sempre que eu acho que já vi de tudo nestas rotundas visienses, eis que aparece alguém que ainda me consegue surpreender.
Aconteceu hoje: em plena rotunda um automóvel faz marcha atrás à minha frente. Enganou-se na saída para quê circundar?
E não meus senhores, não era uma gaija!! Nem octagenário. Era um tuga de bigode farfalhudo com a família toda no carro.

Foi nesta rotunda, onde tenho que passar várias vezes ao dia, recentemente inaugurada com o nome de João Paulo II. Tem uma estranha forma elíptica e todos os dias há aqui acidentes. Espero que a breve canonização ajude.



30 novembro 2005

Ser português é:

buzinar no cagagésimo de segundo imediato à mudança do sinal vermelho.

24 novembro 2005

Ahhh , como estou feliz!

(cantar como lengalenga infantil, ou não)

Temos a maior árvore de Natal da Europa
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

Foram inauguradas mais dez (10) rotundas em Viseu
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

Vamos ter o aeroporto da OTA
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá


E assim acabámos com a depressão nacional
Trá lá lá lá lá lá
Como estou feliz
Trá lá lá lá lá lá

22 novembro 2005

14 novembro 2005

Prendas

Está oficialmente aberta a época de fazer as prendas de Natal!
Comecei assim:



09 novembro 2005

De pequenino se torce...

Na escolinha do Alexandre há dois meninos bastante violentos. Um tem três (3!) anos, o outro cinco.
O meu piolho começou por dizer: "o Jorgi é mau, dá tau-tau no Alex", no dia seguinte pegou num pau e disse que era para dar tau-tau no Jorgi.
Perguntei às educadoras e fiquei de queixo caído com a resposta. Sim é verdade, o Jorge bate em toda a gente: nos meninos, nas funcionárias e educadoras, quando lhe ralham diz que vai dizer ao pai. Nunca o conseguem sentar ou convencê-lo a participar nas actividades.Quando colocaram a questão à mãe ela disse que em casa também é assim e riu-se.
Hoje quando o levei ao infantário encontrei-me com a tal mãe a levar o "famoso" filho e pus a questão em frente da educadora e duma funcionária: "então tu é que és o Jorge, o Alexandre queixa-se que tu lhe bates?!" - Resposta pronta da mãe: "Pois, ele é muito activo!"
Trocámos olhares incrédulos com as educadoras. A educadora mais velha foi mais rápida a reagir informando a mãe que já tinha dado autorização aos meninos para se defenderem das agressões.
"Façam com entenderem" resmungou com ar ofendido e virou costas.


Ouço frequentemente às minhas amigas professoras que os miúdos estão cada vez mais mal educados e violentos. Entre eles e com os adultos.


Cada vez me parece mais que estamos a educar uma geração de ditadores. A geração dos filhos únicos, prepotentes, controladores. Interrogo-me sobre o porquê e, muito sinceramente, creio que a culpa é nossa, dos pais, das mães. Somos desculpadores, permissivos, vivemos em função da criança (muitas vezes única e tão desejada) e anulamo-nos como seres adultos conscientes. Tornámo-nos crianço-dependentes.
Desculpamo-nos com o trabalho excessivo e falta de tempo para fugirmos à nossa responsabilidade fundamental: educar os nossos filhos para a responsabilidade, para viver com os outros e não por cima dos outros.

Dizer NÃO pode ser a maior prova de amor.

03 novembro 2005

Declaração

Declaro solenemente que é nuuuito bom ter amigas destas.

02 novembro 2005

...

Alguém me pode explicar porque é que esta treta está em itálico?

01 novembro 2005

Taraaaam

Mochila pronta. Todos os tecidos são de roupa usada. Novo apenas o coração e as linhas.



Ena tanta bruxinha!!!!


Na aldeia da minha mãe,nas Terras do Demo - como lhe chamou Aquilino Ribeiro - a norte de Viseu, neste dia, os fornos comunitários coziam pão (broa) o dia todo e dava-se a quem pedia "pão-por-deus". Originalmente eram as crianças das famílias pobres que pediam.
O meu avô explicou-me que era uma maneira de alimentar o espírito dos nossos mortos.
Como ateu vejo aqui, claramente, resquícios pagãos.

Detesto a maneira como tudo serve para apelar ao consumismo desenfreado. Mais ainda as hordas que atacam os centros comerciais todos os feriados e fins de semana. Será que essa gente não sabe que é possível passear noutros sítios?

31 outubro 2005

Reciclar, reciclar, reciclar sempre...

Inspirada pelas minhas musas fui buscar roupas velhas usadas dos meus filhos e decidi-me a experimentar o quilting.

Lembro-me de ver, em miúda, as mulheres da aldeia da minha mãe, ao Domingo, sentadas numa lage solarenga a coserem mantas de trapos. Davam aproveitamento a todas as roupas que a família deixasse de poder usar. Camisas, saias, blusas, toalhas rasgadas eram assim reutilizadas. As viúvas, que nas aldeias da Beira Alta vestiriam o resto da sua vida de negro (ainda hoje), davam assim uso às suas vestes coloridas.
Faziam grandes pedaços de novo tecido que era depois reaproveitado para mantas (o mais frequente), sacos de compras, sacos para os cereais, feijão, chás e mesmo saias para o Inverno e coletes para homem. Como era forrado tornava-se um tecido quente.


A ideia é fazer uma mochila para a Teresa. Quando estiver pronta mostro.


Já descobri que é difícil. Fiquei com os dedos bastante picados.
Tentei a máquina de costura mas não fica tão perfeito.

28 outubro 2005

A propósito do Natal

hei-de escrever um post (com tempo) sobre consumismo versus Natal.
Entretanto, fica tudo dito do lado de lá do Atlântico.

De outros natais: uma cascavel natalícia e uma centopeia divertida que já perdeu as botas.


25 outubro 2005

Filhos do novo milénio

O nosso caçulinha, o único membro da família nascido neste século, começou a utilizar o computador. Constrói puzles, faz jogos simples e didácticos de certos sites.
Para não fazerem muita asneira no meu computador, ele, tal como irmã Teresa, tem uma sessão própria com a respectiva password. Para simplificar, a password é o próprio nome.
A irmã mais velha viu-o pela primeira vez, no Sábado, a escrever no teclado e achou o máximo.
Ao jantar (outra vez ao jantar!) perguntou-lhe como se escrevia o nome dele.
Ele soletrou de boa vontade: A, Lê, E, Xis, ENTER.

Cores de Outono

Um longo passeio de Domingo por Fráguas e Arbutus do Demo, revelou as cores do Outono.
















A pensar no Outono e Inverno e suas cores: um cachecol para a filhota grande, umas caneleiras para a filhota pequena e uma lata-lápis para todos poderem pintar e escrever na cozinha. Tudo feito com restos. Quero ainda fazer umas luvas a condizer com as caneleiras.
Há bastante tempo que não trabalhava com agulhas e lãs tão finas (2) e, sinceramente, estou a gostar.